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Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A ÚNICA VITÓRIA NO AFEGANISTÃO É A DO ÓPIO. SABIAM?

OS EUA continuam no Afeganistão. Que Guerra é essa? Será que os EUA ainda estão procurando BIN LADEN lá?... É ÓBVIO que não! Os EUA não ganharam a Guerra, nem no Iraque (atrás de petróleo/riquezas/poder) nem no Afeganistão (busca por ópio)!


A ÚNICA VITÓRIA NO AFEGANISTÃO É A DO ÓPIO. Sabiam?

Sequer mencionam que os Talibãs, em colaboração com as Nações Unidas, tinham imposto COM ÊXITO a INTERDIÇÂO da cultura da papoula, em 2000. A produção de ópio BAIXOU para 90%, logo a seguir, em 2001. Na realidade, o AUMENTO da cultura de ópio COINCIDIU com o desencadeamento das OPERAÇÕES MILITARES sob COMANDO AMERICANO e a QUEDA do regime talibã.


Entre os meses de Outubro e Dezembro de 2001, os camponeses recomeçaram a plantar papoula em grande escala.

O programa britânico de erradicação das culturas é uma CORTINA DE FUMO.

Desde Outubro de 2001, a cultura da papoula AUMENTOU EM FLECHA.

A presença das FORÇAS DE OCUPAÇÃO no Afeganistão NÃO TEVE como resultado a ELIMINAÇÂO da cultura da papoula. Pelo contrário, sob os Talibãs, a PROIBIÇÃO tinha, de fato, provocado “o começo de uma PENÚRIA de heroína na Europa, em finais de 2001”, como admite a ONUDC.

A heroína é um comércio de vários milhares de milhões de dólares, mantido por PODEROSOS INTERESSES, que requer um FLUXO regular e seguro de mercadoria.

 Um dos objetivos “ocultos” da GUERRA era precisamente o de REPOR o TRÁFICO DA DROGA, apadrinhado pela CIA, nos seus NÍVEIS HISTÓRICOS e exercer um CONTROLE DIRETO sobre as ROTAS DA DROGA.

Em 2001, com os Talibãs, a produção de opiáceos elevava-se a 185 toneladas, para seguidamente SUBIR a 3 400 toneladas em 2002 SOB O REGIME do presidente Hamid Karzai, TÍTERE dos Estados Unidos.

Detalhes Adicionais:

O ópio é a única droga que foi motivo declarado para uma guerra. No século 17, a British East Índia Company produzia ópio na Índia e o vendia em grande quantidade para a China. Até que, em 1800, o Imperador Ch'ung Ch'en proibiu o consumo da droga, que se alastrava pelo território chinês como uma verdadeira epidemia. Todavia o contrabando prosseguiu e, em 1831, a venda de ópio em Cantão atingiu o equivalente a 11 milhões de dólares, enquanto que o comércio oficial deste porto chinês não passou dos sete milhões de dólares.

A insistência do governo chinês em reprimir o uso e a venda da droga levou o país a um conflito com a Inglaterra, conhecido como a Guerra do Ópio. Ela começou em Março de 1839, durou quase três anos e terminou com a vitória dos ingleses, que obrigaram a China a liberar a importação da droga e a pagar indemnização pelo ópio confiscado e destruído em todos esses anos, além de ceder Hong Kong. Como resultado, em 1900, metade da população adulta masculina da China era viciada em ópio.

Uma das substâncias mais viciante que existe, o ópio é produzido a partir da resina extraída das cápsulas de sementes de papoila, (Papaver somniferum), planta originária da Ásia Menor e cultivada na Turquia, Irã, Índia, China, Líbano, Grécia, Jugoslávia, Bulgária e sudoeste da Ásia, onde se localiza o famoso Triângulo Dourado. A droga é feita retirando-se um líquido leitoso das cápsulas da papoila, que, depois de secado, resulta numa pasta amarronzada, que então é fervida para se transformar em ópio. Processamentos posteriores do ópio resultam em morfina, codeína, heroína e outros opiáceos.

No mercado ilegal, o ópio é vendido em barras ou reduzido a pó e embalado em cápsulas ou comprimidos.

Ele não é fumado e sim inalado pelos usuários, já que em contacto directo com o fogo o ópio perde suas propriedades narcóticas. A droga também é comida e consumida como chá ou, no caso de comprimidos, dissolvida sob a língua. Uma dose moderada faz com que o usuário mergulhe num relaxado e tranquilo mundo de sonhos fantásticos. O efeito dura de três a quatro horas, período em que o usuário se sente liberado das ansiedades cotidianas, ao mesmo tempo em que seu discernimento e sua coordenação permanecem inalterados. Nas primeiras vezes, a droga provoca náuseas, vómitos, ansiedade, vertigens e falta de ar, sintomas que desaparecem à medida que o uso se torna regular. O consumidor frequente torna-se passivo e apático, seus membros parecem cada vez mais pesados e sua mente envolve-se numa onda de letargia.

Como os seus derivados, o ópio provoca tolerância no organismo, que passa a necessitar de doses cada vez maiores para se sentir normal. O aumento da dosagem leva ao sono e à redução da respiração e da pressão sanguínea, podendo evoluir, em caso de overdose, para náusea, vomito, contracção das pupilas e sonolência incontrolada, passando à coma e morte por falha respiratória. A overdose pode ser causada não apenas por um aumento da dosagem de ópio, mas também pela mistura da droga com álcool e barbitúricos. Como o ópio causa grave dependência, o consumidor habitual pode morrer em razão da síndrome de abstinência, caso o uso da substância seja suspenso abruptamente.

Especialistas afirmam que a inalação casual da droga dificilmente causa vício, embora seja desconhecido o ponto exacto em que a pessoa se torna dependente de ópio. Uma vez viciado, o indivíduo deixa de sentir o estupor originalmente produzido pela droga, passando a consumir ópio apenas para escapar dos terríveis sintomas da síndrome de abstinência, que duram de um a dez dias e incluem arrepios, tremores, diarreias, crises de choro, náusea, transpiração, vómito, cólicas abdominais e musculares, perda de apetite, insónia e dores atrozes. Pesquisas recentes indicam que os opiáceos podem causar mudanças bioquímicas permanentes a nível molecular, fazendo com que o ex-viciado se mantenha predisposto a retornar ao vício mesmo após anos de privação do uso de opiáceos.

O ópio possui diversos alcalóides, entre eles a morfina, principal responsável pelo efeito narcótico. Outros alcalóides fazem do ópio um agente anestésico, e por milhares de anos a droga foi utilizada como sedativo e tranquilizante, além de ser ministrada como remédio para disenteria, diarreia, gota, diabetes, tétano, insanidade e até ninfomania. O ópio também já foi considerado medicamento útil na alcoolismo, sendo que no século 19 milhares de alcoólatras passaram a consumir preparados de opiáceos para se livrar da bebida, mas apenas trocavam uma droga por outra.


Comentários:

baby: Atente para o tema para depois postar a resposta.


O Guardião: Melhor ficar bem ACORDADO, não é mesmo?!

Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:

"isso eu já sabia. É isso que acontece com um pequeno quando ele atravessa o caminho de um grande. É atropelado. O talibã foi atropelado pelos USA e BIN LADEN ainda precisou sumir. Saddan Hussein também ousou atravessar o caminho dos norte americanos e também SIFU. o Afeganistão a HEROINA, o Iraque o PETROLEO. Quem vai parar esses bandidos americanos? É por isso que os povos do oriente médio odeiam americanos. querem se passar de bondosos nas americas, mas são ASSASSINOS, COVARDES E BANDIDOS. Pregam a Cristo, mas seguem o Diabo. -

Um comentário:

  1. ... lendo seus posts, irmã, me sinto estúpido por não conhecer seu blog antes. Gostei muito de sua avaliação sobre a questão da papoula no Afeganistão. Não podemos esquecer que, somente, que o islamismo praticado no Afeganistão incorre em muitos problemas. Mas essa questão do ópio já estava resolvida pelos talebans; hoje, existe uma difusão dessa cultura do ópio e a segmentação social tão criticada pelo Islã (como contraponto, cf. a matéria da Veja de Maio de 2010 que apresenta um retrato completamente esteretipado do povo afegão - mas nem por isso tão irreal, o que é uma pena em alguns pontos...).
    Mais uma vez obrigado por tudo. Que a paz, as bençãos e a misericórdia de Allah estejam sobre você.

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