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Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

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sábado, 24 de setembro de 2011

ONU. VOCÊ REPRESENTA QUEM?

A Organização das Nações Unidas nem é Unida, nem é uma organização, mas sim, um clube para TROCA DE INTERESSES COMERCIAIS e que comunidade das Nações representa? Ninguém votou para ela. Portanto, falar sobre a ONU e DEMOCRACIA na mesma frase é tão ridícula como afirmar que a União Europeia é democrática.

Na verdade, falar de "democracia" é tão absurdo como é hilariante pois o ÚNICO SISTEMA verdadeiramente democrático de governo é a Jamahiriya líbia, pensada e implementada por Muammar al-Qathafi - um sistema baseado na auto-regulação de comunidades chamadas CONSELHOS POPULARES, que decidem quem são seus líderes, elaboram planos para o financiamento e equipamentos que precisam, fazem a requisição ao Conselho Central e o papel do GOVERNO NACIONAL é distribuir a riqueza e servir os interesses do povo.

E cá vem a ONU, falando de "democracia". Mas quê "democracia"? Ninguém votou a favor da Organização das Nações Unidas. Então que DIREITO tem um punhado de membros efetivos, em seu Conselho de Segurança, para implementar uma política que pode ter um efeito direto sobre nossas vidas? E quão "democráticos" são os Estados-Membros em apoiar as políticas que são implementadas - políticas que cada vez mais carimbam as aventuras colonialistas da OTAN?

Vamos dar uma olhada no Reino Unido de David Cameron, por exemplo. Aqui está um homem eleito por uma MINORIA da sua população - então por quê ele está representando a nação? Ele foi eleito pelos eleitores dos Trabalhistas? Ele foi eleito pelo Plaid Cymru? Ele foi eleito pelo Partido Liberal Democrata? E quantas pessoas votaram a favor do Vice-Primeiro-Ministro, Nicholas Clegg? Então, por que ele é Vice-Primeiro Ministro? Por quê é que a política externa da Grã-Bretanha, em parte, está controlada pela OTAN? Ninguém votou para a OTAN. E será que alguém no Reino Unido votou a favor do controlo das suas políticas financeiras pela União Europeia?

Será que David Cameron, Nicolas Sarkozy e Barack Obama, os Senhores da OTAN, escutaram quando o GOVERNO LÍBIO JAMAHIRIYA se ofereceu para realizar eleições livres e justas? Não, eles se recusaram. E qual será o futuro? Vejam este espaço, enquanto são feitas tentativas de marginalizar a Jamahiriya e eliminá-la de qualquer processo eleitoral futuro.

A verdade da questão é que a MAIORIA DAS PESSOAS NA LÍBIA são contra esta guerra da OTAN, a maioria das pessoas na Líbia desprezam os membros do CNT como os TERRORISTAS que são - elementos deste flagelo estão listados nos bancos de dados antiterroristas ocidentais e a maioria das pessoas na Líbia está a favor do governo Jamahiriya.

Então que DIREITO tem esta Organização das Nações Unidas para começar a NOMEAÇÃO de grupos de "apoio"? Com amigos destes... Onde estava a ONU quando esta SUJEIRA TERRORISTA começou INCENDIANDO EDIFÍCIOS e DECAPITANDO PESSOAS NEGRAS NAS RUAS, SAQUEANDO PRPRIEDADES DO ESTADO E PRIVADAS?? Onde estava a ONU para defender Muammar al-Qathafi - o homem que eles estavam PLANEJANDO PREMIAR com um GALARDÃO HUMANITÁRIO - destas hordas demoníacas de racistas?

Será que a ONU admite que APÓIA TERRORISTAS E RACISTAS? Nesse caso, esta organização não representa a minha idéia de uma Organização das Nações Unidas, ele não representa os ideais estabelecidos na sua própria Carta e não representa um fórum que tem o direito de reclamar qualquer responsabilidade para defender ou formular a lei internacional.

É evidente que esta questão da Líbia não tem nada a ver com a democracia ou proteger os civis - a OTAN, apesar de tudo, comete massacre após massacre, e nem sequer se preocupa hoje em pedir desculpas. Só vira as costas como o BANDO DE CRIMINOSOS, insensível, de sangue-frio e assassino, que é.

Trata-se do DESMANTELAMENTO da União Africana, trata-se de destruir as instituições da África e entregá-las de volta para EX-POTENCIAS COLONIAIS, aleijando a Comunidade Africana das Nações, prejudicando os africanos, mais uma vez aprisionando-os com amortizações de juros altíssimas, trata-se de canalizar os recursos da África para fora, desta vez gratuitamente, política ajudada pela ONU, ajudada pelos líderes africanos que olham INERTES com as mãos nos bolsos, ajudada por aqueles que reconhecem e apoiam o que só pode ser chamada uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA.

Este não é o meu mundo, esta não é a minha comunidade internacional, esta não é minha ONU - não foi capaz de representar a minha vontade, não conseguiu representar os desejos nos corações e mentes da comunidade mundial e, como tal, NÃO EXISTE MAIS COMO ALGO DIGNO DE RESPEITO - é um clube de troca de interesses comerciais entre aqueles que não foram eleitos e, portanto, não têm o direito de permutar os recursos do mundo entre eles.

É o momento certo para criar uma NOVA COMUNIDADE INTERNACIONAL, é hora de uma nova abordagem, é o momento para o ESTADO DE DIREITO ser aplicado igualmente a todos, é hora de responsabilizar esse punhado de líderes políticos, que coabita entre os 7 bilhões de pessoas na comunidade mundial, pelas suas ações. O mundo não pertence a eles, é nosso!



Timothy Bancroft-Hinchey

Pravda.Ru

Respostas obtidas no Yahoo Respostas

"Este é um mundo capitalista, então eles dominam tudo, empresas de comunicação, OMC, NATO, OTAN, ONU e etc.. Em um mundo CAPETAlista o que importa e tem legitimidade é a exploração do homem por outro homem. Por tanto, eles se acham no direito de continuarem matando seres humanos, criando guerras (a serviço da trilionária indústria de armamentos), e até por completa inanição, e isto em defesa do "direito" mesquinho a draconiana espoliação! - por A burguesia fétida  te USA!

"assim que USA e israel estiverem ...digamos...falidos...não haverá necessidade de ONU otan..etc..o mundo vivera em paz sem esse amantes sanguinários - por Ariel

"A pergunta é : Quem nos representa de verdade ? Parece que o DEMO !!! Cruz credo !!! - por ginabllreis

"Pô logo agora que dona Dilma está discursando por lá, logo nessa situação inédita , nunca antes em toda a história isso havia acontecido, logo agora que tantos estão tão orgulhosos você vem com informação de que não vale nada , puxa , por quê? Até seu ídolo queria ser algo por lá e Sarkozy ia ajudar ,mas seu ídolo fez o suficiente para até Sarkozy se afastar



Faça o seguinte, espere a semana acabar e dona Dilma retornar com toda a cambada dela e você reapresenta sua informação .


P.S. perceba que não é lá uma boa referência para mencionar democracia como argumento, isso mesmo em 2011 com a ditadura de Putin" - por Lino

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A CIA POR TRÁS DA REBELIÃO NA LÍBIA. O QUE ME DIZEM DESSES TRECHOS DO ARTIGO REVELADOR DE JOHN PILGER?

O presidente Barack Obama já assegurou o seu lugar na História. É o primeiro presidente negro da América a invadir a África.


O ataque à Líbia é chefiado pelo Comando África dos EUA (US Africa Command), instituído em 2007 para assegurar os lucrativos recursos naturais do continente, roubando-os às populações empobrecidas e à influência comercial da China, em crescimento rápido.

A Líbia, juntamente com Angola e a Nigéria, é a principal fonte de petróleo da China. Enquanto os aviões americanos, britânicos e franceses vão incinerando líbios 'maus' e 'bons', assiste-se à evacuação de 30 mil trabalhadores chineses, provavelmente de forma permanente.

As afirmações de entidades ocidentais e dos meios de comunicação de que 'um coronel Kadafi criminoso e enlouquecido' está a planejar o 'genocídio' contra o seu próprio povo, continuam a carecer de provas. Isto faz recordar as afirmações fraudulentas que exigiram a 'intervenção humanitária' no Kosovo, o desmembramento final da Iugoslávia e a instalação da maior base militar americana na Europa.

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Os pormenores também são conhecidos. Segundo se diz, os 'rebeldes pró-democracia' líbios são comandados pelo coronel Khalifa Haftar que, segundo um estudo da Fundação Jamestown americana, montou o Exército Nacional Líbio em 1988 "com forte apoio da CIA".

Nos últimos 20 anos, o coronel Haftar tem vivido não muito longe de Langley, Virginia, o lar da CIA, que também lhe fornece um campo de treino.

Os mujaedines, que deram origem à al-Qaida, e o Congresso Nacional Iraquiano, que forjaram as mentiras de Bush/Blair sobre o Iraque, foram patrocinados por Langley, da mesma forma aceite por toda a gente.

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Os outros líderes 'rebeldes' incluem Mustafa Abdul Jalil, ministro da Justiça de Kadafi até fevereiro, e o general Abdel-Fatá Iunes, que chefiou o ministério do Interior de Kadafi: ambos com estrondosas reputações de repressão brutal de dissidentes.

Há uma guerra civil e tribal na Líbia, que inclui a rejeição popular contra a atuação de Kadafi em relação aos direitos humanos. Mas o que é intolerável para o ocidente não é a natureza do seu regime, é a independência da Líbia, numa região de vassalos; e esta hostilidade pouco mudou em 42 anos, desde que Kadafi derrubou o rei feudal Idris, um dos tiranos mais odiosos apoiados pelo ocidente.

Kadafi, com os seus modos beduínos, hiperbólicos e bizarros, há muito que personaliza o 'lobo feroz' ideal (Daily Mirror), exigindo agora que os heróicos pilotos americanos, franceses e britânicos bombardeiem áreas urbanas em Tripoli, incluindo uma maternidade e um centro de cardiologia. O último bombardeio americano em 1986 conseguiu matar a sua filha adotiva.

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Nada disto nos deve surpreender. A história exibe o tipo de maquinação revelado por dois diplomatas seniores nas Nações Unidas, que falaram ao Asia Times. Quando pretenderam saber porque é que as Nações Unidas nunca ordenaram uma missão de avaliação dos fatos à Líbia, em vez de um ataque, disseram-lhes que já muita coisa tinha sido feita entre a Casa Branca e a Arábia Saudita.

Uma 'coligação' dos EUA iria 'eliminar' o recalcitrante Kadafi se os sauditas abafassem o levantamento popular no Barein. Este último já foi concretizado e o sangrento rei do Barein vai ser um dos convidados às bodas reais em Londres.

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A personificação desta reação é David Cameron [NT] , cuja única verdadeira tarefa tem sido como homem de relações públicas de Michael Green, o oportunista da indústria da televisão. Cameron esteve no Golfo a vender armas aos tiranos inventados pelos britânicos quando a população se levantou contra Abdulá Salé do Iêmen; a 18 de março, o regime de Salé assassinou 52 manifestantes. Cameron não disse nada de jeito.

O Iêmen é 'um dos nossos', conforme o Foreign Office britânico gosta de dizer.

 Em fevereiro, Cameron desmascarou-se num ataque ao que ele chamou de 'estado de multi-culturalismo' – um código para muçulmanos.

Disse, "Precisamos de muito menos tolerância do que nos últimos anos!" Foi aplaudido por Marine Le Pen, líder da Frente Nacional fascista de França. "É exatamente este tipo de declarações que nos isolou da vida pública durante 30 anos", disse ela ao Financial Times. "Só posso felicitá-lo".

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Num dos seus momentos mais exploradores, o império britânico produziu Davids Camerons aos montes. Contrariamente a muitos dos 'civilizadores' vitorianos, os atuais guerreiros sedentários de Westminster – através de William Hague [NT] , Liam Fox [NT] e do traidor Nick Clegg [NT] – nunca foram atingidos pelo sofrimento e banho de sangue que, à custa das diferenças culturais, são as consequências dos seus discursos e acções.

Com o seu ar mais ou menos informal, sempre altivos, são uns covardes no estrangeiro, visto que ficam sempre em casa. As suas prendas são a guerra e o racismo e a destruição da democracia social duramente conquistada do Reino Unido.

 Lembrem-se disso quando forem para a rua às centenas de milhares, conforme é vosso dever.

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Trechos de um artigo revelador de John Pilger

Extraído do Jornal Água Verde

Detalhes Adicionais:

John Pilger
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

John Pilger

Site: JohnPilger.com - http://www.johnpilger.com/
John Pilger Biography - http://www.johnpilger.com/biography

- John Pilger - (Bondi, área metropolitana de Sydney, Austrália, 1939) é um repórter. A carreira de Pilger como repórter começou em 1958, e ao longo dos anos tornou-se famoso pelos livros e documentários que escreveu ou produziu.

Apesar das tentativas de sectores mais conservadores para ridicularizar e desvalorizar Pilger, o seu jornalismo investigativo já mereceu vários galardões na área do jornalismo, tais como a atribuição, por duas vezes, do prêmio jornalista inglês do ano, e na área dos dos Direitos Humanos.

No Reino Unido é conhecido pelos seus documentários, particularmente os que foram rodados no Camboja e em Timor-Leste. Pilger trabalhou ainda como correspondente de guerra em vários conflitos, como na Guerra do Vietnam, no Camboja, no Egito, na Índia, no Bangladesh e em Biafra.

Tem um filho, Sam (n. 1973), uma filha, Zoe (n. 1984) e atualmente reside em Londres