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domingo, 9 de outubro de 2011

AO INVÉS DE SE DEIXAR DOUTRINAR PELA MÍDIA, QUE ACHA DE ANALISAR A REALIDADE POR TODOS OS ÂNGULOS?

"A lista de terroristas inventada pelos EUA é um tanto duvidosa, dado que "terroristas", na definição do império, são todos aqueles que não se submetem aos interesses deste. Na verdade, terroristas confessos como Luis Posada Carriles sequer estão presos, mesmo após décadas de crimes contra Cuba, e vivem livres dentro dos EUA. O que dizer das mortes causadas pela OTAN na Líbia, e pelos EUA na sua "guerra contra o terror" no Iraque? Cuba e outros países socialistas se aliam para se proteger da ameaça imperialista, mas NUNCA invadiram outros países. A Colômbia ainda é uma base americana na América do Sul, ao contrário da Venezuela, que rechaça a "democracia" que o império quer implantar. Ao invés de se deixar doutrinar pela mídia, que acha de analisar a realidade por todos os ângulos?"-


Detalhes Adicionais

http://bernardete-buscandorespostas.blog/

Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:

"Concordo com a posição brasileira frente ao assunto. O que a mídia não mostra é que os EUA e seus aliados querem o petróleo dos países do Oriente Médio, além de locais para instalação de bases militares. Enquanto isso, em plena Wall Street, ocorrem protestos crescentes contra a falência da sociedade norte-americana e a brutal concentração de renda, estes reprimidos pela polícia (onde está a liberdade de expressão?). De fato, a Síria é o próximo alvo do império, e quaisquer tentativas de barrar essa invasão são válidas." - por Oxalá

"Apesar de se dizerem democratas, os EUA não o são. Ter uma vida controlada, vigiada como os americanos o são isso é pior do que comunismo, isto é não ter liberdade. Aquilo é uma ditadura disfarçada onde todos os seus passos são devidamente controlados. Isto não posso chamar de democracia.

Quanto aos ângulos, terrorismo são eles que implantam, são eles que invadem, que assassinam, bombardeiam, tomam, colocam no poder quem for capacho deles e sob o seu mando, em nome de uma PAZ que eles não desejam, pois só sobrevivem fabricando e vendendo armas, são vigiados e medidos de conformidade com as necessidades da indústria da guerra, da morte." - por Jorge B

Acessem: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=ApO9zFcwMN_MWdQFppfybLXI6gt.;_ylv=3?qid=20111008173146AAso2pn

Acontecimentos:

domingo, 10 de abril de 2011
TERRORISTA LUIS POSADA CARRILES É ABSOLVIDO NOS EUA



Acessem:
 http://militanciaviva.blogspot.com/2011/04/terrorista-luis-posada-carriles-e.html
 
 Posada Carriles
 

Venezuela - Institucional

Domingo, 09 Outubro 2011 00:01

Adital - Venezuelanos e cubanos exigiram nesta capital, aos Estados Unidos, extraditar o terrorista Luis Posada Carriles a Caracas, para ser julgado pelo atentado a um avião da Cubana de Aviação em 1976 e outros crimes.
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Desde o Teatro Principal, a segunda vice-presidenta da Assembleia Nacional, Blanca Eekhout, o embaixador cubano na Venezuela, Rogelio Polanco, e uma das vítimas de Posada, Brenda Esquivel, demandaram na véspera ao presidente do país nortenho, Barack Obama, colocar fim à impunidade para que se faça justiça.

Os pedidos de realizaram durante um ato para comemorar o 35º aniversário da explosão em pleno vôo de um avião da companhia cubana em que regressavam a La Habana 73 pessoas, entre elas a equipe de esgrima da ilha, vários estudantes guianeses e funcionários norte-coreanos.

Em meio a uma sala cheia de colaboradores do arquipélago caribenho, jovens da seleção nacional de esgrima e público em geral, Polanco recordou o fato de que morreram 73 pessoas.

O diplomático explicou que ao não julgar Posada a administração de Washington viola o convênio de Montreal sobre a Proteção Civil e a Convenção Internacional para Repressão de Atos Terroristas cometidos com Bombas.

A única alternativa ao negar-se a processá-lo ali é extraditá-lo a Venezuela, afirmou.

Por sua vez, Blanca Eekhout agredeceu a Cuba pela solidariedade, a ajuda inestimável e a entrega com que apóiam e colaboram com a Venezuela e outros países, pela felicidade e o bem estar de seus cidadãos.

"São 35 anos de comemoração deste crime terrível, onde o povo cubano demonstrou a força, o amor, a coragem e, sobretudo, o compromisso profundo, a entrega com que todos os dias trabalham por defender a pátria, o continente e a humanidade", afirmou.

Em declarações à Prensa Latina apo término do ato, Polanco assinalou que o azar histórico quis que em um dia se comemorasse 35 anos do atentado terrorista, que segue impune, e no outro se liberte René González, um dos cinco lutadores cubanos presos há mais de 13 anos em prisão nos Estados Unidos, mas a infâmia segue.

"Exigimos justiça já, libertação para os cinco de imediato, porque são lutadores pela humanidade", reiterou. Por sua parte, Eekhout considerou fundamental este tipo de ato para não permitir o esquecimento e para criar consciência nos povos do mundo sobre essa prática permanente do governo nortenho que é o terrorismo de estado.

"Ante todas essas coisas, o que fica e é determinante, é a valentia dos povos. Há que derrotar o terror e o medo com a vida, com a esperança, com a alegria, a força, a coragem e esse é um exemplo que o povo cubano nos deu", concluiu.

A notícia é da Prensa Latina
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segunda-feira, 6 de junho de 2011

POR QUE A SÍRIA VIROU LUGAR PERIGOSO NA OPINIÃO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO NORTEAMERICANO, HEIN?

Será que os EUA vão querer invadir a Síria também para levar a tal "demo"-cracia?



Os lugares mais perigosos do planeta

Lista do departamento de Estado norte-americano mostra quais são os países mais violentos do mundo

Violência a qualquer momento na Síria

São Paulo – A Síria está entre os lugares mais perigosos do mundo para turistas, segundo a Agência Federal de Governo dos Estados Unidos.

 Desde março os cidadãos do país têm feito manifestações contrárias ao regime vigente. Muitas delas foram reprimidas com violência e centenas de pessoas morreram.

“As manifestações podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer instante”, diz o site da agência. Os protestos mais recentes ocorreram em praças, ruas principais, e outros locais de grande movimentação. Algumas cidades, como é o caso de Damasco, foram colocadas sob vigilância pesada. Há bloqueios nas estradas e impedimentos do governo local para circular pelo país.

Detalhes Adicionais


EUA listam lugares mais perigosos do planeta

Seus planos de viagem incluem uma passagem por lugares menos óbvios do que a França e a Itália? Então talvez seja bom dar uma olhada nesta lista, principalmente se a ideia é visitar países da África ou do Oriente Médio.

O departamento de Estado norte-americano mantém uma lista atualizada frequentemente, que mostra quais são os destinos mais perigosos do planeta. Os riscos são variados: sequestros, assaltos, atentados, protestos violentos e ataques suicidas. Dentre os piores destinos, estão países como a Síria, o Iraque e a Nigéria.

Em muitos países, é verdade, o risco é maior para os turistas norte-americanos. Depois da morte do terrorista saudita Osama bin Laden, o grupo Al Qaeda, do qual ele era líder, começou a se movimentar e promete vingança contra os Estados Unidos.

Mas a lista também serve para outros turistas, afinal, granadas, morteiros e minas terrestres não escolhem nacionalidade. Entre países africanos e do Oriente Médio, uma surpresa: o México entra na lista dos lugares mais perigosos. Segundo o departamento de Estado dos EUA, muitas cidades mexicanas, principalmente em região de fronteira, fazem parte da rota do narcotráfico. Isto aumenta as chances de episódios violentos envolvendo turistas.

Violência a qualquer momento na Síria

A Síria está entre os lugares mais perigosos do mundo para turistas, segundo a Agência Federal de Governo dos Estados Unidos. Desde março os cidadãos do país têm feito manifestações contrárias ao regime vigente. Muitas delas foram reprimidas com violência e centenas de pessoas morreram.

“As manifestações podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer instante”, diz o site da agência. Os protestos mais recentes ocorreram em praças, ruas principais, e outros locais de grande movimentação. Algumas cidades, como é o caso de Damasco, foram colocadas sob vigilância pesada. Há bloqueios nas estradas e impedimentos do governo local para circular pelo país.

Uzbequistão: morte de Osama intensificou terrorismo

Segundo o governo dos Estados Unidos, o maior perigo para quem circula no Uzbequistão é a iminência de um ataque terrorista. Grupos como Al Qaeda, Jihad Islâmica, e o Movimento Islâmico do Uzbequistão têm forte atuação em diversos pontos do território.

Com a morte do terrorista Osama bin Laden, conhecido por ser o líder da Al Qaeda, os rumores de vingança contra alvos norte-americanos aumentaram. Portanto, o país é perigoso especialmente para turistas dos Estados Unidos, qualquer que seja o motivo da viagem.

De acordo com as recomendações da agência de turismo do governo dos EUA, quem estiver no Uzbequistão deve evitar principalmente transitar por áreas de fronteira. Nestes locais é maior a chance de haver campos minados.

México: violência na rota do narcotráfico

Os maiores riscos nas cidades mexicanas podem ser encontrados também em quase todos os países latino-americanos. Violência urbana, principalmente ligada ao narcotráfico, é a principal razão apontada pela agência norte-americana para manter os turistas em estado de alerta.

A principal recomendação é que os visitantes deem preferência às maiores cidades mexicanas, ou àquelas que são tradicionais pontos turísticos. Eles devem evitar regiões de fronteira, ou cidades que são conhecidas por fazerem parte da rota do tráfico de drogas. Nas grandes cidades, o melhor é conhecer as atrações durante o dia e em grupo, se for possível.

Burkina Faso: protestos violentos e atos ilegais

Não deve haver muitos turistas que tenham incluído Burkina Faso em seu roteiro de férias. Mesmo assim, a agência de turismo dos EUA lista o país africano como um dos lugares mais perigosos do mundo.

Desde fevereiro deste ano, protestos violentos e atos ilegais tomaram conta de várias cidades do país. Segundo o governo norte-americano, um grupo de soldados rebeldes tem depredado carros e prédios. O controle da situação não foi totalmente retomado pelas autoridades de Burkina Faso.

Nigéria tem risco de sequestros e assaltos

O governo norte-americano recomenda aos turistas que evitem viagens – exceto as urgentes – à Nigéria. Os principais estados a serem evitados são os próximos ao delta do rio Níger, como Akwa Ibom, Bayelsa e Delta.

Os principais riscos são de sequestros, assaltos e ataques armados. Desde janeiro de 2009, 140 estrangeiros foram sequestrados no país. Destes, seis morreram. Geralmente estes crimes são praticados por gangues, mas o que preocupa mesmo é o fato de muitos ataques serem feitos por pessoas usando uniformes da polícia ou das forças armadas nigerianas.

Costa do Marfim ficou instável depois da prisão de Gbagbo

O departamento de Estado norte-americano continua recomendando aos turistas que evitem viajar à Costa do Marfim. A situação da segurança pública continua instável no país, principalmente em Abidijan. Diversos casos de infrações foram reportados nesta cidade, principalmente depois que o ex-presidente do país, Laurent Gbagbo foi preso.

Não há jeito seguro de entrar no Iraque

Não há jeito seguro de um turista entrar no Iraque, segundo o departamento de Estado norte-americano. O órgão desaconselha qualquer tentativa de civis, seja por transporte rodoviário, seja de avião. Os riscos envolvem desde ataques terroristas até sequestros.

Assim como no caso do Uzbequistão, há um risco adicional para cidadãos norte-americanos no Iraque. Segundo o governo dos Estados Unidos, os ataques podem acontecer inclusive na chamada “Zona Internacional”, ou “Zona Verde”. Os rebeldes iraquianos usam bombas, foguetes, fuzis e morteiros contra veículos, além de táticas como a dos ataques suicidas.

Líbano: violência a qualquer momento

O Líbano é considerado pelo departamento de Estado norte-americano como um país no qual atos violentos podem acontecer a qualquer momento. Há risco de sequestros e manifestações e, de acordo com o governo dos EUA, as autoridades libanesas não têm condições de reprimir estas situações.

Por causa da instabilidade, o acesso a portos, aeroportos e às principais rodovias pode ser bloqueado sem aviso prévio. Além disso, os norte-americanos ressaltam que grupos extremistas islâmicos atuam na região, e há risco de atentados.

Falsos militares organizam ataques na Argélia

 
Grupos terroristas na Argélia frequentemente se passam por militares do país, organizando falsos bloqueios em rodovias para atacar veículos. Segundo o departamento de Estado dos Estados Unidos, no país há risco de sequestros e emboscadas principalmente nas áreas rurais.

Mauritânia tem intensa atividade da Al Qaeda

Os Estados Unidos recomendam cautela aos visitantes que passam pela Mauritânia. Segundo o departamento de Estado, as atividades do grupo terrorista Al Qaeda, que era liderado por Osama bin Laden, se intensificaram no país africano. Portanto, em todo o país há risco de ataques de carros-bomba, sequestros e outros atentados, sobretudo contra cidadãos norte-americanos.

Fonte: Exame.com


terça-feira, 26 de abril de 2011

O aumento da violência na Síria e a possibilidade de os Estados Unidos decretarem novas sanções contra o país árabe motivou o governo norte-americano a pedir que os norte-americanos deixem o país. Até mesmo parte do corpo diplomático deve abandonar o território sírio, onde, segundo manifestantes, a repressão aos protestos contra o governo do presidente Bashar Al Assad já deixou centenas de mortos – informação não confirmada pelo governo. O Departamento de Estado norte-americano diz que as restrições impostas pelo governo sírio dificultam a avaliação sobre a real situação da segurança no país. Ainda assim, a chancelaria adverte contra a ida de cidadãos americanos à Síria alegando que eles podem estar em perigo, diante da tentativa de Damasco de atribuir a culpa da violência aos estrangeiros.

http://jornalismo24horas.blogspot.com/2011/04/eua-pedem-que-norte-americanos.html



Síria: Manifestações anti-imperialistas e contra as ingerências da CIA e dos sionistas para dividir o país, como estão a fazer em todo o Mundo árabe com o apoio das dictaduras fascistas do Golfo.Os sirios continuam a apoiar o seu presidente Bashar al-Assad. A NATO continua a apoiar o regime de Terror, que se vive na Arabia Saudita e no Bahraen . A NATO apenas quer controlar os paises árabes e as suas riquezas, essa corja não quer saber da democracia para nada.

مسيرة الولاء الكبرى للوطن سورية

terça-feira, 15 de março de 2011

LA OTAN, LA GUERRA, LA MENTIRA Y LOS NEGOCIOS. O QUE ME DIZEM DAS REFLEXÕES DE FIDEL CASTRO?

Vamos conhecer O OUTRO LADO DA HISTÓRIA:


Como algunos conocen, en septiembre de 1969, Muammar al-Gaddafi, un militar árabe beduino de peculiar carácter e inspirado en las ideas del líder egipcio Gamal Abdel Nasser, promovió en el seno de las Fuerzas Armadas un movimiento que derrocó al Rey Idris I de Libia, un país desértico casi en su totalidad y de escasa población, situado al norte de África, entre Túnez y Egipto.

Los importantes y valiosos recursos energéticos de Libia fueron descubriéndose progresivamente.

Nacido en el seno de una familia de la tribu beduina de pastores nómadas del desierto, en la región de Trípoli, Gaddafi era profundamente ANTICOLONIALISTA. Se asegura que un abuelo paterno murió LUCHANDO contra los INVASORES ITALIANOS cuando Libia fue invadida por éstos en 1911. El régimen colonial y el fascismo cambiaron la vida de todos. Se dice, igualmente, que el padre sufrió prisión antes de ganarse el pan como obrero industrial.

Incluso, los adversarios de Gaddafi aseguran que se destacó por su inteligencia como estudiante; fue expulsado del liceo por sus actividades antimonárquicas. Logró matricularse en otro liceo y después graduarse en leyes en la Universidad de Bengasi a los 21 años. Ingresa después en el Colegio Militar de Bengasi donde creó lo que se denominó el Movimiento Secreto Unionista de Oficiales Libres, concluyendo posteriormente sus estudios en una academia militar británica.

Estos antecedentes explican la notable influencia que ejerció después en Libia y en otros líderes políticos, estén hoy a favor o en contra de Gaddafi.

Había iniciado su vida política con hechos incuestionablemente revolucionarios.

En marzo de 1970, tras manifestaciones masivas nacionalistas, logró la evacuación de los soldados británicos del país y, en junio, Estados Unidos desalojó la gran base aérea cerca de Trípoli , entregada a instructores militares egipcios, país aliado a Libia.

En 1970, varias compañías petroleras occidentales y sociedades bancarias con participación de capitales extranjeros fueron afectadas por la Revolución. A fines de 1971, la famosa British Petroleum corrió la misma suerte. En el área agropecuaria todos los bienes italianos fueron confiscados, los colonos y sus descendientes expulsados de Libia.

La intervención estatal se orientó al control de las grandes empresas. La producción de ese país pasó a disfrutar de uno de los niveles más altos del mundo árabe. Se prohibió el juego y el consumo de alcohol. El estatus jurídico de la mujer, tradicionalmente limitado, fue elevado.

El líder libio se enfrascó en teorías extremistas que se oponían tanto al comunismo como al capitalismo. Fue una etapa en la que Gaddafi se dedicó a la teorización, que no tiene sentido incluir en este análisis, aunque sí señalar que en el artículo primero de la Proclama Constitucional de 1969 se establecía el carácter “Socialista” de la Jamahiriya Árabe Libia Popular.

Lo que deseo enfatizar es que a Estados Unidos y sus aliados de la OTAN nunca le interesaron los derechos humanos.

La olla de grillos que tuvo lugar en el Consejo de Seguridad, en la reunión del Consejo de Derechos Humanos con sede en Ginebra, y en la Asamblea General de la ONU en Nueva York, fue puro teatro.

Comprendo perfectamente las reacciones de los líderes políticos envueltos en tantas contradicciones y estériles debates, dada la urdimbre de intereses y problemas que deben atender.

Todos sabemos muy bien que el carácter de miembro permanente, el poder de veto, la posesión de armas nucleares, y no pocas instituciones son fuentes de privilegios e intereses impuestos por la fuerza a la humanidad. Se puede estar o no de acuerdo con muchas de ellas, pero jamás aceptarlas como medidas justas o éticas.

El imperio pretende ahora hacer girar los acontecimientos en torno a lo que hizo o no Gaddafi, porque necesita intervenir militarmente en Libia y golpear la ola revolucionaria desatada en el mundo árabe. Hasta ahora no se decía una palabra, se guardaba silencio y se hacían negocios.

Promovida la latente rebeldía libia por los órganos de inteligencia yanki, o por los errores del propio Gaddafi, es importante que los pueblos no se dejen engañar, ya que muy pronto la opinión mundial tendrá suficientes elementos para saber a qué atenerse.

A mi juicio, y así lo expresé desde el primer momento,
había que denunciar los planes de la belicosa OTAN.

Libia, igual que muchos países del Tercer Mundo, es miembro del Movimiento de Países No Alineados, del Grupo de los 77 y otras organizaciones internacionales, a través de las cuales se establecen relaciones independientemente de su sistema económico y social.

A grandes rasgos: la Revolución en Cuba, inspirada en principios Marxistas-Leninistas y Martianos, había triunfado en 1959 a 90 millas de Estados Unidos, que nos impuso la Enmienda Platt y era propietario de la economía de nuestro país.

Casi de inmediato, el imperio promovió contra nuestro pueblo la guerra sucia, las bandas contrarrevolucionarias, el criminal bloqueo económico, y la invasión mercenaria de Girón, custodiada por un portaaviones y su infantería de marina lista para desembarcar si la fuerza mercenaria obtenía determinados objetivos.

Apenas año y medio después nos amenazó con el poderío de su arsenal nuclear. Una guerra de ese carácter estuvo a punto de estallar.

Todos los países latinoamericanos, con la excepción de México, participaron del criminal bloqueo que todavía perdura, sin que nuestro país jamás se rindiera.

Es importante recordarlo para los que carecen de memoria histórica.

En enero de 1986, esgrimiendo la idea de que Libia estaba detrás del llamado terrorismo revolucionario, Reagan ordenó romper relaciones económicas y comerciales con ese país.
En marzo, una fuerza de portaaviones en el Golfo de Sirte, dentro de aguas consideradas nacionales por Libia, desató ataques que ocasionaron la destrucción de varias unidades navales provistas de lanzamisiles y de sistemas de radares de costa que ese país había adquirido en la URSS.

El 5 de abril, una discoteca en Berlín Occidental, frecuentada por soldados de Estados Unidos, fue víctima de explosivos plásticos, en el que tres personas murieron, dos de ellas militares norteamericanos y muchos fueron heridos.

Reagan acusó a Gaddafi y ordenó a la Fuerza Aérea que diera respuesta. Tres escuadrones despegaron de los portaaviones de la VI Flota y bases en el Reino Unido, atacaron con misiles y bombas siete objetivos militares en Trípoli y Bengasi. Alrededor de 40 personas murieron, 15 de ellas civiles. Advertido del avance de los bombarderos, Gaddafi reunió la familia y estaba abandonando su residencia ubicada en el complejo militar de Bab Al Aziziya, al sur de la capital. No había concluido la evacuación cuando un misil impactó directamente en la residencia, su hija Hanna murió y otros dos hijos resultaron heridos.
El hecho recibió un amplio rechazo; la Asamblea General de la ONU aprobó una resolución de condena por violación de la Carta de la ONU y el Derecho Internacional. Igual hizo en términos enérgicos el Movimiento de Países No Alineados, la Liga Árabe y la OUA.

El 21 de diciembre de 1988, un Boeing 747 de la compañía Pan Am que volaba de Londres a Nueva York se desintegró en pleno vuelo por el estallido de una bomba, los restos cayeron sobre la localidad de Lockerbie, y la tragedia costó 270 vidas de 21 nacionalidades.

En un principio el Gobierno de Estados Unidos sospechó de Irán, como represalia por la muerte de 290 personas por el derribo de un Airbus de su línea estatal. Las investigaciones, según los yankis, implicaban dos agentes de la inteligencia Libia. Imputaciones similares contra Libia se hicieron por un avión de la aerolínea francesa en ruta Brazzaville-N’Djamena-Paris, implicando a funcionarios libios que Gaddafi rechazó extraditar por hechos que negó categóricamente.

Una leyenda tenebrosa se fabricó contra él con la participación de Reagan y Bush padre.

Desde 1975 hasta la etapa final del gobierno de Reagan, Cuba se había consagrado a sus deberes internacionalistas en Angola y otros países de África. Conocíamos de los conflictos que se desarrollaron en Libia o en torno a ella por lecturas y testimonios de personas muy vinculadas a ese país y al mundo árabe, así como por las impresiones que guardamos de numerosas personalidades de distintos países con los que tuvimos contactos en aquellos años.

Muchos conocidos líderes africanos con los que Gaddafi mantenía relaciones estrechas se esforzaron por buscar soluciones a las tensas relaciones entre Libia y el Reino Unido.

El Consejo de Seguridad le había impuesto sanciones a Libia que comenzaron a superarse cuando Gaddafi aceptó someter a juicio, con determinadas condiciones, a los dos acusados por el avión que estalló sobre Escocia.

Delegaciones libias comenzaron a ser invitadas a reuniones intereuropeas. En julio de 1999 Londres inició el restablecimiento de relaciones diplomáticas plenas con Libia, después de algunas concesiones adicionales.

En septiembre de ese año, los ministros de la Unión Europea aceptaron revocar las medidas restrictivas al comercio tomadas en 1992.

El 2 de diciembre, Massimo D’Alema, primer ministro italiano, realizó la primera visita de un jefe de gobierno europeo a Libia.

Desaparecida la URSS y el campo socialista de Europa, Gaddafi decidió aceptar las demandas de Estados Unidos y la OTAN.

Cuando visité Libia en mayo de 2001, me exhibió las ruinas del traidor ataque con que Reagan asesinó a su hija, y estuvo a punto de exterminar a toda la familia.

A inicios del 2002, el Departamento de Estado informó que estaban en curso conversaciones diplomáticas entre Estados Unidos y Libia.

En mayo se había vuelto a incluir a Libia en la lista de Estados patrocinadores del terrorismo, aunque, en enero, el presidente George W. Bush no había mencionado al país africano en su célebre discurso sobre los integrantes del “eje del mal”.

Al iniciarse el año 2003, en virtud del acuerdo económico sobre indemnizaciones alcanzado entre Libia y los países demandantes, Reino Unido y Francia, el Consejo de Seguridad de la ONU levantó las sanciones de 1992 contra Libia.

Antes de finalizar el 2003, Bush y Tony Blair informaron de un acuerdo con Libia, país que había entregado a expertos de inteligencia del Reino Unido y Washington documentación de los programas no convencionales de armas, así como misiles balísticos con un alcance superior a 300 kilómetros. Funcionarios de ambos países ya habían visitado diversas instalaciones. Era el fruto de muchos meses de conversaciones entre Trípoli y Washington, como reveló el propio Bush.

Gaddafi cumplió sus promesas de desarme. En pocos meses Libia entregó las cinco unidades de misiles Scud-C con un alcance de 800 kilómetros y los cientos de Scud-B, cuyo alcance sobrepasaba los 300 kilómetros en misiles defensivos de corto alcance.

A partir de octubre de 2002 se inició el maratón de visitas a Trípoli: Berlusconi, en octubre de 2002; José María Aznar, en septiembre de 2003; Berlusconi de nuevo en febrero, agosto y octubre de 2004; Blair, en marzo de 2004; el alemán Schröeder, en octubre de ese año; Jacques Chirac, en noviembre de 2004. Todo el mundo feliz. Poderoso caballero es don dinero.

Gaddafi recorrió triunfalmente Europa. Fue recibido en Bruselas en abril de 2004 por Romano Prodi, presidente de la Comisión Europea; en agosto de ese año el líder libio invitó a Bush a visitar su país; Exxon Mobil, Chevron Texaco y Conoco Philips ultimaban la reanudación de la extracción de crudo a través de joint ventures.

En mayo de 2006, Estados Unidos anunció la retirada de Libia de la lista de países terroristas y el establecimiento de relaciones diplomáticas plenas.
En 2006 y 2007, Francia y Estados Unidos suscribieron acuerdos de cooperación nuclear con fines pacíficos; en mayo de 2007, Blair volvió a visitar a Gaddafi en Sirte.

 British Petroleum firmó un contrato “enormemente importante” según se declaró para la exploración de yacimientos de gas.

En diciembre de 2007, Gaddafi realizó dos visitas a Francia y firmó contratos de equipamientos militares y civiles por valor de 10 000 millones de euros; y a España, donde se entrevistó con el presidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero. Contratos millonarios se suscribieron con importantes países de la OTAN.

¿Qué es lo que ahora ha originado la retirada precipitada de las embajadas de Estados Unidos y los demás miembros de la OTAN?

Todo resulta sumamente extraño.

George W. Bush, el padre de la estúpida guerra antiterrorista, declaró el 20 de septiembre de 2001 a los cadetes de West Point “Nuestra seguridad requerirá [...] la fuerza militar que ustedes dirigirán, una fuerza que debe estar lista para atacar inmediatamente en cualquier oscuro rincón del mundo. Y nuestra seguridad requerirá que estemos listos para el ataque preventivo cuando sea necesario defender nuestra libertad y [...] nuestra vidas.”

“Debemos descubrir células terroristas en 60 países o más [...] Junto a nuestros amigos y aliados, debemos oponernos a la proliferación y afrontar a los regímenes que patrocinan el terrorismo, según requiera cada caso.”

¿Qué pensará Obama de ese discurso?

¿Qué sanciones impondrá el Consejo de Seguridad a los que mataron más de un millón de civiles en Irak y a los que todos los días asesinan hombres mujeres y niños en Afganistán, donde en días recientes la población enardecida se lanzó a las calles a protestar contra la matanza de niños inocentes?

Un despacho de la AFP procedente de Kabul, fechado hoy 9 de marzo, rebela que: “El año pasado fue el más letal para los civiles en nueve años de guerra entre los talibanes y las fuerzas internacionales en Afganistán, con casi 2.800 muertos, un 15% mas que en 2009, indicó el miércoles un informe de la ONU, que subraya el costo humano del conflicto para la población.”

“…la insurrección de los talibanes se intensificó y ganó terreno en estos últimos años, con acciones de guerrilla más allá de sus bastiones tradicionales del sur y del este.”

“Con 2 777 exactamente, el número de civiles muertos en 2010 aumentó en 15% con respecto a 2009, indica el informe anual conjunto de la Misión de Asistencia de las Naciones Unidas en Afganistán…”

“El presidente Barack Obama expresó el 3 de marzo su “profundo pesar” al pueblo afgano por los nueve niños muertos, y también lo hicieron el general estadounidense David Petraeus, comandante en jefe de la ISAF, y el secretario de Defensa, Robert Gates.”

“…el reporte de la UNAMA destaca que el número de civiles muertos en 2010 es cuatro veces superior a los soldados de las fuerzas internacionales caídos en combate en ese mismo año.

“El año 2010 ha sido, de lejos, el año más mortífero para los soldados extranjeros en nueve años de guerra, con 711 muertos, confirmando que la guerrilla de los talibanes se intensificó pese al envío de 30.000 soldados estadounidenses de refuerzo el año pasado.”

Durante 10 días, en Ginebra y en Naciones Unidas, se pronunciaron más de 150 discursos sobre violaciones de los derechos humanos que fueron repetidos millones de veces por televisión, radio, Internet y la prensa escrita.

El Ministro de Relaciones Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, en su intervención del pasado 1º de marzo de 2011 ante los Ministros de Relaciones Exteriores reunidos en Ginebra, expresó:

“La conciencia humana rechaza la muerte de personas inocentes en cualquier circunstancia y lugar. Cuba comparte plenamente la preocupación mundial por las pérdidas de vidas de civiles en Libia y desea que su pueblo alcance una solución pacífica y soberana a la guerra civil que allí ocurre, sin ninguna injerencia extranjera, y que garantice la integridad de esa nación.”

Algunos de los párrafos finales de su intervención fueron lapidarios:

“Si el derecho humano esencial es el derecho a la vida, ¿estará listo el Consejo para suspender la membresía de los Estados que desaten una guerra?”

“¿Suspenderá a los Estados que financien y suministren ayuda militar empleada por el Estado receptor en violaciones masivas, flagrantes y sistemáticas de los derechos humanos y en ataques contra la población civil, como las que ocurren en Palestina?

“¿Aplicará esa medida contra países poderosos que realicen ejecuciones extrajudiciales en territorio de otros Estados con empleo de alta tecnología, como municiones inteligentes y aviones no tripulados?

“¿Qué ocurrirá con Estados que acepten en sus territorios cárceles ilegales secretas, faciliten el tránsito de vuelos secretos con personas secuestradas o participen de actos de tortura?”

Compartimos plenamente la valiente posición del líder bolivariano Hugo Chávez y el ALBA.

Estamos contra la guerra interna en Libia, a favor de la paz inmediata y el respeto pleno a la vida y los derechos de todos los ciudadanos, sin intervención extranjera, que solo serviría a la prolongación del conflicto y los intereses de la OTAN.










Fidel Castro Ruz


Marzo 9 de 2011
9 y 35 p.m.


http://www.cubadebate.cu/reflexiones-fidel/2011/03/10/la-otan-la-guerra-la-mentira-y-los-negocios/

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FORA MUBARAK. VOCÊS SABEM O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO EGITO?

Manifestações em todo o Egito exigem renúncia de Mubarak


 HO$NI MUBARAK
e
GEORGE W. BU$H
Os acontecimentos do fim de semana mostram o regime de Hosni Mubarak (foto acima, relaxando com o então presidente dos EUA) à beira do colapso. O ditador mudou todos os ministros e lançou a cartada de recorrer às Forças Armadas, criando o cargo de vice-presidente e nomeando para o posto o general Osmar Suleiman, comandante do serviço de inteligência. Ele tornou-se, na prática, seu herdeiro político. Isso significa que Mubarak abriu mão do projeto de criar uma dinastia, que prosseguiria com seu filho Gamal lhe sucedendo na presidência. A idéia era rejeitada pelos militares, que derrubaram a monarquia em 1952 justamente para acabar com o nepotismo e outras práticas que avaliavam manter o Egito no atraso econômico e na submissão às grandes potências.

A guinada de Mubarak explica-se pelo caos que se espalhou pelo país. Há protestos significativos em todas as principais cidades. No Cairo, a capital, os manifestantes queimaram a sede do partido do general e ocuparam prédios públicos importantes, como o Museu Nacional e Ministério das Relações Exteriores. O governo decretou toque de recolher das 16h às 8h, mas ninguém respeitou a ordem. Celulares ficaram fora do ar por 24h e a Internet foi derrubada, na tentativa (falha) de conter a rebelião. O Nobel da Paz, Mohamed El-Baredei, foi preso. A segurança pública foi afetada, com muitos saques e relatos de fugas de presidiários - segundo boatos difundidos pela população, eles teriam sido soltos de propósito pelas autoridades, que assim esperariam criar um clima de pânico que enfraquecesse os protestos e favorecesse a repressão política em nome da manutenção da lei e da ordem.

A polícia foi retirada das ruas e seu lugar foi ocupado por tropas do Exército, saudadas pela população, que sobe nos blindados para abraçar os soldados e lhes oferecer flores. O Egito é uma ditadura militar há 60 anos, mas as Forças Armadas têm excelente imagem junto à opinião pública, que em geral vê nelas as defensoras da soberania e da grandeza nacional (o Egito lutou 4 guerras entre 1948 e 1973, enfrentando Israel, França e Grã-Bretanha). Muitos manifestantes ainda levam fotos e cartazes que homenageiam o coronel Gamal Nasser, que governou o Egito nas décadas de 1950-60, quando o país liderava o movimento pan-arabista. A polícia, em contrapartida, é associada à corrupção e à tortura.


O general Suleiman (foto acima), o novo vice-presidente, viveu intensamente esse período turbulento. Serviu nas guerras de Nasser, treinou na União Soviética e nos Estados Unidos, seguindo as cambiantes alianças do Egito. Suas tarefas à frente da Inteligência são enormes: ele é responsável pela espionagem externa, por ações policiais domésticas e por muitos temas diplomáticos, em particular nas sensíveis relações com Israel, a Autoridade Palestina e os EUA. É, em suma, um homem de fidelidade extrema ao regime, e alguém em quem os países ocidentais confiam.

O apoio internacional a Mubarak se deteriorou rapidamente ao longo da última semana. Os Estados Unidos começaram elogiando seu regime, mas a partir do discurso de Barack Obama, na sexta-feira, passaram a solicitar que ele aceitasse a legitimidade dos protestos, e o ameçam com corte de ajuda militar, caso continue a usar a violência contra os manifestantes. Documentos oficiais divulgados pela imprensa britânica mostram que os EUA têm apoiado a oposição democrática, protegendo ativistas e financiando a organização de atividades. A União Européia também critica Mubarak pelas ações repressivas e os países árabes têm mantido silêncio, com exceção da Arábia Saudita, que o defende. A Liga Árabe emitiu declarações moderadas pedindo por soluções pacíficas, a mesma posição adotada pelo Brasil, de quem o Egito é um parceiro de importância crescente - há um recente acordo de livre comércio com o Mercosul, que ainda não entrou em vigor.

Os protestos continuam apesar das mudanças no governo. É improvável que as Forças Armadas aceitem ordens de reprimir com violência as manifestações, seria um banho de sangue. Mubarak pode se deparar com pressões dos militares para deixar a presidência, ou mesmo ser deposto por um golpe. Há relatos de que a família do general já teria fugido para a Inglaterra, por precaução. A crise continua, e as probabilidades agora estão contra o ditador.

Postado por Mauricio Santoro
Fonte: http://todososfogos.blogspot.com/2011/01/danca-dos-generais-egipcios.html
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4779952D2

Los amigos de Mubarak: Se quema Egipto (+ Fotos)

...Durante más de 50 años, Washington ha apoyado a crueles tiranos como Mubarak y Ben Alí en Túnez.
A cambio, los déspotas obedecieron órdenes y se robaron fortunas de la mayoría árabe -y torturaron y encarcelaron a disidentes.
Entonces en Túnez, un hombre valiente se prendió fuego y provocó que otros se lanzaran a las calles:
“¡Basta ya!”, gritaron millones.
“¡Es hora de cambiar!”

http://www.cubadebate.cu/opinion/2011/02/11/los-amigos-de-mubarak-se-quema-egipto-fotos/

Reflexiones de Fidel, Especiales, Fidel Castro Ruz »


La suerte de Mubarak está echada

1 Feb 2011
56 Comentarios

La suerte de Mubarak está echada, y ya ni el apoyo de Estados Unidos podrá salvar su gobierno.

 En Egipto vive un pueblo inteligente, de gloriosa historia, que dejó su huella en la civilización humana.

“Desde lo alto de estas pirámides 40 siglos os contemplan”, cuentan que exclamó Bonaparte en un momento de exaltación cuando la revolución de los enciclopedistas lo llevó a ese extraordinario cruce de civilizaciones.

La muerte de Abdel Nasser, el 28 de septiembre de 1970, significó un golpe irreparable para Egipto.
Estados Unidos no cesó de conspirar contra el mundo árabe, que concentra las mayores reservas petroleras del planeta.

http://www.cubadebate.cu/categoria/reflexiones-fidel/
“Ontem éramos todos tunisianos, hoje somos todos egípcios, amanhã seremos todos livres”, entoava uma multidão de jovens que ocupou a praça Tahrir (Libertação) no centro do Cairo


Detalhes Adicionais

Inspirada no su cesso das manifestações acontecidas na Tunísia, uma multidão invadiu a Praça Tahrir na capital do Egito, Cairo, além de ou tras cidades pelo país, pedindo o fim do governo do presidente Hosni Mubarak, que já dura quase 30 anos.

Os manifestantes começaram a se reunir pela manhã, quando a movimentação era ainda pequena.
À tarde já se juntavam multidões no centro do Cairo, e as agências de noticias e autoridades estavam muito surpresas, nunca neste governo houve uma manifestação tão grande.

“Ontem eramos todos tunisianos, hoje somos todos egípcios, amanhã seremos todos lívres”, entoavam os estudantes e jovens na Praça Tahrir (Libertação), centro do Cairo.

Houve protestos também nas cidades de Alexandria, nas cidades onde fica o Delta do Rio Nilo, Mansura e Tanta, e no sul, em Aswan e Assiut.

Os manifestantes proclamavam: “Abaixo Mubarak”, “Liberdade” e “Tunísia, Tunísia”.

Aya Sayed Khalil, de 23 anos, trouxe a irmã, a mãe e o pai para a manifestação.

“Eu disse a eles que a revolução estava começando” disse.

 Quando perguntada sobre a sua visão política, a mãe, Mona, disse:

“Somos apenas Egípcios.”
STOP MUBARAK!
JUSTICE - DEMOCRACY - FREEDOM
http://www.al-akhbar.com/node/2790

Solidariedade aos protestos no Egito!
Fora Mubarak!
Fora Mubarak!
Ditador de mais de 30 anos apoiado pelos EUA e Israel está prestes a cair!


Veja mais no twitter do latuff:


http://twitter.com/CarlosLatuff

URL:: http://twitpic.com/3tti4v


http://www.flickr.com/photos/55449636@N07/sets/72157625924260012/show/




"Faças o que fizeres não iremos ficar satisfeitos!
Não iremos desistir!
 Fora Mubarak!
Vai embora!"


É esse o cântico do povo por todo o Egipto. Multidões continuam nas ruas das principais cidades egípcias lutando pela deposição do regime de Mubarak.

Para acompanhar a cobertura em directo seleccionar Al Jazeera English.

http://confessium-mandrag.blogspot.com/2011/01/fora-mubarak.html

Comentários:

Sim, senhor: Revolução é pela democracia!

Pior disse: "Agora querem relacionar um caso internacional com os opositores do PT aqui no Brasil".


Respondo-lhe que a "corja" está espraiada pelos Quatro Cantos deste Mundo.

Mubarak faz parte dessa "corja".

Os tiranos árabes que se cuidem


Depois do levante popular na Tunísia, os tiranos árabes que se cuidem.

Com a queda do ditador da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, que fez e aconteceu durante 23 anos até que um levante popular — inédito no mundo árabe contemporâneo — o levou a renunciar e fugir para a Arábia Saudita, tiranos árabes, ditadores ou reis, deveriam andar com a pulga atrás da orelha, entre eles o ditadorzinho do Egito, Mubarak.
O reizinho da Jordânia. Os "príncipes" da Arábia Saudita e todos os "governantes" daqueles paises ricos em petróleo do Golfo Pérsico, que roubam o ouro negro de seu povo em conluio com petrolíferas americanas e britânicas.


Um grande levante popular em todos esses paises está se aproximando.


Cabeças rolarão (literalmente)...

Logo, logo, os governos implantados pelos EUA no Oriente Médio vão cair um a um



Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:  



by simsenho... 


O que está acontecendo é que os egípcios aprenderam a exigir democracia e derrubar o governo ditatorial e corrupto deles.
Alguns dizem que é uma revolução islâmica, pois o maior partido de oposição é o islâmico, mas pelos slogans dos manifestastes, como "Somos católicos, islâmicos e ateus, e queremos todos a mesma coisa, a saída do Governo" (algo parecido) fica claro que a revolução é pela democracia, e não pelo islamismo.


by GELÉIA 


O povo está exigindo a renúncia de mais um ditador, isso é uma coisa que eles tem que aprender, e nós ficamos na nossa bem quietinho.


by pagador de impostos

Ninguém esquece Lula cinicamente risonho em meio aos algozes de zapata ou na África entusiamado com um ditador que está há anos no poder, nossa como é possivel tamanha intenção de distorcer um acontecimento assim, você já reparou que seu mundo está diminuindo,a África deu outro exemplo magnifíco, povos diferentes, incompatíveis,99% de aprovação.Parabéns aos povos porque agora poderão ser países e buscar o desenvolvimento.


by The Viking II - o retorno 


O que ocorre no Egito é o mesmo o que acontece em muitos países do mundo, os governantes não querem largar o osso. A começar por estes reis sauditas, que exploram aquilo que pertence ao povo. São verdadeiros marajás do infortunio de muitos. O egito não é diferente. Passou da hora deste Mubarak, se mandar, assim como em Cuba, na Coreia do Norte e dezenas de outros países da áfrica. São parasitas de um povo sofrido, como o povo brasileiro, mas que, pouco-a-pouco, vai encontrando o seu lugar ao sol. Fora Mubarak.


by Green´s


30 anos do poder? É muito tempo, parece os egípcios se cansaram. Lembra-se Saddam Hussein ficou 24 anos do poder no Iraque? Porque EUA apoia esse mero ditador Murabak? De fato, americanos querem eleição livre, e nunca houve eleição no Egito.

PARTICIPE AQUI: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AkpaocWtCNXgsHhdrb1KSoPJ6gt.;_ylv=3?qid=20110130192930AAYwXom

A pergunta foi excluída no site Yahoo!Respostas mas se encontra em "cache" aqui: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:-bG4AExSnNoJ:br.answers.yahoo.com/question/index%3Fqid%3D20110130192930AAYwXom+aqu%C3%ADfero+nubian+l%C3%ADbia&cd=14&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&source=www.google.com.br



SEXTA-FEIRA: DIA DA SAÍDA

Manifestação de hoje, na praça Tahrir.
Em entrevista, o líder El-Baradei, já vencedor do Prêmio Nobel da Paz, deu um “ultimatum a Mubarak”:

“Deverá deixar o país até sexta-feira para evitar um banho de sangue”.

DIE FOR SOMETHING IS BETTER THAN LIVE FOR NOTHING
"MORRER POR ALGUMA COISA É MELHOR DO QUE VIVER POR NADA"
Egyptian protesters gather for a demonstration at Tahrir Square in Cairo
on the sixth day of angry revolt [AFP]

Fonte: http://english.aljazeera.net/indepth/spotlight/anger-in-egypt/2011/01/2011130145537563983.html


Acabou.
Com o extraordinário protesto de 1 milhão de pessoas no Cairo e
 a decretação de uma greve geral, o regime de Hosni Mubarak chegou ao fim,
a questão agora é saber quando o ditador deixa o poder.
Fonte: http://todososfogos.blogspot.com/2011/02/egito-negociando-transicao.html

ACABOU!!!
MUBARAK RENUNCIOU!!!
HOJE É SEXTA-FEIRA, 11 DE FEVEREIRO DE 2011!!!
"Um milhão de pessoas protestando já não é mais manifestação, mas revolução.
Uma revolução que não necessita utilizar armas para se fazer ouvir.

MANIFESTAÇÃO OU REVOLUÇÃO?

Mubarak, o ditador que os Estados Unidos e seus vassalos denominavam de presidente quis dar uma de esperto e se deu mal.


A pedido dos Estados Unidos, convidou a liderança dos Irmãos Muçulmanos para discutir o governo de transição.


Mas eles não aceitariam porque perceberam que tudo fazia parte de um projeto maquiavélico e nada original.


Se aceitassem, a mídia ocidental imediatamente diria que o Egito caminhava para cair nas mãos dos “fanáticos e terroristas muçulmanos”.


Alem disso, mesmo se aceitassem teriam problemas porque eles são apenas uma parcela que se juntou às manifestações.


E como toda manifestação sempre ha os oportunistas.


Que não é o caso dos Irmãos Muçulmanos.


E eles provaram isso ao não aceitar dialogar com o moribundo.


Para os Estados Unidos e seus vassalos é muito importante que se negocie os anéis para não se perder os dedos.

Mas negociar com quem se a oposição ao governo é fragmentada?


Um milhão de pessoas protestando já não é mais manifestação, mas revolução.

Uma revolução que não necessita utilizar armas para se fazer ouvir.


Em meio a tudo isso, ocorreu um fato interessante e pouco divulgado.


A manifestação do Partido Comunista de Israel a favor do povo egípcio e contra o governo.


Já o governo de Israel continua cobrando dos Estados Unidos que não permitam a queda de Mubarak, aliado incondicional dos sionistas.


Se ele cair Israel sabe que, seja qual for o substituto, para sobreviver vai exigir a imediata criação do Estado Palestino, nas fronteiras de 67 com Jerusalém por capital.


Ou seja, no Egito não se trata de negociar apenas a substituição de um governo por outro, mas o novo mapa da região.


Vamos aguardar.


http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2011/02/manifestacao-ou-revolucao-mubarak-o.html#comment-form

11/02/2011

“É preciso respeitar a decisão do povo de cada país” : Em entrevista exclusiva à Carta Maior, o embaixador Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, analisa os recentes acontecimentos no Oriente Médio e norte da África e suas possíveis repercussões. O ex-chanceler chama a atenção para o fato de que as revoltas populares ocorrem em países considerados “amigos do Ocidente” que não eram alvo de nenhum tipo de crítica ou sanção. “Há algumas lições a serem tiradas destes episódios. A primeira delas é que é preciso respeitar os movimentos internos e não querer impor mudanças a partir de fora”, diz Amorim, defendendo a postura adotada pela diplomacia brasileira nos últimos anos.

A Revolução Egípcia em versão Hip-Hop



Inspired by the resilience of Egyptian people during their recent uprising, several notable musicians from North America have teamed up to release a song of solidarity and empowerment. The track is fittingly titled "#Jan25" as a reference to both the date the protests officially began in Egypt, and its prominence as a trending topic on Twitter.

Produced by Sami Matar, a Palestinian-American composer from Southern California, and featuring the likes of Freeway, The Narcicyst, Omar Offendum, HBO Def Poet Amir Sulaiman, and Canadian R&B vocalist Ayah - this track serves as a testament to the revolution's effect on the hearts and minds of today's youth, and the spirit of resistance it has come to symbolize for oppressed people worldwide.

Artist Information:

Omar Offendum (MC #1) - http://twitter.com/Offendum
The Narcicyst (MC #2) - http://twitter.com/TheNarcicyst
Freeway (MC #3) - http://twitter.com/PhillyFreezer
Amir Sulaiman (MC #4) http://twitter.com/AmirSulaiman
Ayah (R&B Vocalist) - http://twitter.com/AyahMusic
Sami Matar (Producer) - http://twitter.com/SamiMatar
Artwork by Ridwan Adhami http://www.ridzdesign.com/
Download Song Here: http://www.usershare.net/6cjtbiapu5y8
Original Video Uploaded By Adventmp http://www.youtube.com/Adventmp

http://leaksource.wordpress.com/

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ylEYLilM0G0

Egypt 25th Jan 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

EUA PEDIU AJUDA AO BRASIL PARA GUERRA CONTRA O AFEGANISTÃO. VOCÊS ESTÃO SABENDO?

Afeganistão - EUA pediu ajuda do Brasil

Muita cara-de-pau dos ianques em pedir nossa ajuda para a guerra GENOCIDA que promovem contra o Afeganistão.


Lula mandou tio sam às favas.


MAIS UMA QUE FICAMOS DEVENDO AO GRANDE LULA.



A JUSTIÇA ESTÁ NAS SUAS MÃOS AGORA
13/01/2011 - 19h13
EUA pediram ajuda do Brasil na guerra do Afeganistão, revelam documentos vazados pelo WikiLeaks
.

Do UOL Notícias
Em São Paulo.

Mais sobre o caso WikiLeaks

Últimas notícias internacionais


O governo dos Estados Unidos procurou o SERVIÇO DIPLOMÁTICO BRASILEIRO para pedir formalmente que país CONTRIBUÍSSE na guerra do Afeganistão e o Brasil se NEGOU a participar, segundo relevam documentos confidenciais divulgados hoje (13) pelo WikiLeaks..

De acordo com uma comunicação diplomática do final de 2008 (íntegra aqui: http://wikileaks.ch/cable/2008/10/08BRAS


Ainda sob governo de George W. Bush, o então embaixador americano Clifford Sobel relata que a solicitação teria sido encaminhada a funcionários brasileiros em setembro, destacando que o Brasil “tem procurado por projetos relacionados a desenvolvimento, em detrimento a apoio para o setor militar”..

“Até o momento, o governo brasileiro não encontrou oportunidades factíveis de apoio ao Afeganistão”, escreve Sobel..

“O histórico brasileiro sugere que seria uma RUPTURA entre os precedentes o Brasil apoiar uma força militar estrangeira FORA DO MECANISMO das Nações Unidas, com o qual o governo prefere trabalhar”, acrescenta..

“A demanda por cinco milhões de dólares dentro de cinco anos é muito maior do que muitos outros pedidos que fizemos e que ficaram sem resposta. Os recursos do Brasil para assistência em geral são extremamente limitados e o governo tende a preferir assistência técnica para projetos de desenvolvimento social”, analisa o embaixador..

Meses depois, já sob o governo de Barack Obama, Sobel volta ao tema (íntegra aqui http://wikileaks.ch/cable/2009/04/09BRAS… ) ao reportar um contato com o Embaixador Roberto Jaguaribe.

Roberto Jaguaribe
Jaguaribe também teria recomendado que “ações militares no Paquistão e Afeganistão dificultam ao invés de fortalecer força política interna”, admitindo contudo que os EUA deveriam ter mais informações da situação local do que ele próprio.

“Segurança para quem? ele perguntou, sugerindo que a segurança para o governo e para a capital seriam condições insuficientes para construir o amplo apoio que o sucesso no Afeganistão requer”, continua Sobel..

O embaixador conclui dizendo que a missão diplomática dos EUA no Brasil não esperava que o país ainda viesse a dar nova resposta para o caso.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/01/13/eua-pediram-ajuda-do-brasil-na-guerra-do-afeganistao-revelam-documentos-vazados-pelo-wikileaks.jhtm


A guerra do Afeganistão desmascarada



– WikiLeaks divulga 75 mil
relatórios militares secretos dos EUA

por Wiki Leaks

O sítio web WikiLeaks divulgou hoje mais de 75 mil relatórios militares secretos cobrindo a guerra no Afeganistão.

O Diário da guerra afegã é um extraordinário compêndio secreto com mais de 91 mil relatórios que cobrem a guerra no Afeganistão de 2004 a 2010.

Os relatórios descrevem a maioria das acções militares letais envolvendo os militares dos Estados Unidos.

 Eles incluem o número de pessoas declaradas internamente a serem mortas, feridas ou detidas durante cada acção, junto com a localização geográfica precisa de cada evento e as unidades militares envolvidas e principais sistemas de armas utilizados.

O Diário da guerra afegã é o mais significativo arquivo da realidade da guerra a ter alguma vez sido divulgado durante o decorrer de uma guerra.

As mortes de dezenas de milhares são normalmente apenas uma estatística mas o arquivo revela as localizações e os eventos chave por trás da maior parte destas mortes.

 Esperamos que a sua divulgação conduzirá a um entendimento abrangente da guerra no Afeganistão e proporcione os ingredientes primários que são necessários para mudar o seu curso.

A maior parte das entradas foi escrito por soldados e oficiais de inteligência que ouviam relatórios transmitidos pelo rádio de posições nas linhas de frente.

 Contudo, os relatórios também contém informação relacionada a partir da inteligência dos Fuzileiros Navais (Marines), de Embaixadas dos EUA e de relatórios acerca de corrupção e actividades em desenvolvimento por todo o Afeganistão.

Cada relatório contém o tempo e a localização geográfica precisa de um evento que o Exército dos EUA considera significativo.

Eles incluem vários campos adicionais padronizados: O tipo genérico do evento (combate, não combate, propaganda, etc); a categoria do evento conforme classificação das Forças estado-unidenses, quantos foram detidos, feridos e mortos entre civis, aliados, nação hospedeira e forças inimigas: o nome da unidade que relata e um certo número de outros campos, o mais significativo dos quais é o sumário – uma descrição em inglês dos eventos cobertos no relatório.

O Diário está disponível na web e pode ser visionado em ordem cronológica e por mais de 100 categorias assinaladas pelas Forças dos EUA, tais como: "escalada de força", "fogo amigo", "reunião de desenvolvimento", etc.

Os relatórios também podem ser visionados pela nossa medida de "severidade" – o número total de pessoas mortas, feridas ou detidas. Todos os incidentes foram colocados num mapa do Afeganistão e podem ser visionados no Google Earth limitado a um espaço de tempo ou de lugar particular. Por este meio pode-se ver o desdobramento da guerra ao longo dos últimos seis anos.

O material mostra que os encobrimentos começam no terreno.

Quando relatam as suas próprias actividades as Unidades dos EUA são inclinadas a classificar mortes civis como mortes insurgentes, minimizar o número de pessoas mortas ou então arranjar desculpas para si próprias.

 Os relatórios, quando efectuados acerca de outras unidades militares dos EUA são mais prováveis serem verdadeiros, mas ainda reduzem o criticismo. Inversamente, quando relatam sobre acções de forças não-EUA na ISAF os relatórios tendem a ser francos ou críticas e quando relatam acerca do Taliban ou outros grupos rebeldes ou mau comportamento é descrito com amplos pormenores. O comportamento do Exército Afegão e das autoridades afegãs frequentemente também são descritos.

Os relatórios provém do Exército dos EUA com excepção da maior parte das actividades das Forças Especiais. Os relatórios geralmente não cobrem operações top-secret ou operações europeias e de outras forças ISAF. Contudo, quando ocorre uma operação combinada envolvendo unidades regulares do Exército, pormenores dos parceiros do Exército são muitas vezes revelados.

Exemplo: um certo número de operações sangrentas executadas pela Task Force 373, uma unidade secreta de assassínios das Forças Especiais dos EUA, são reveladas no Diário – incluindo um raid que levou à morte de sete crianças.

Este arquivo mostra o vasto conjunto de pequenas tragédias que quase nunca são relatadas pela imprensa mas que representam a esmagadora maioria das mortes e ferimentos.

Atrasamos a divulgação de cerca de 15 mil relatórios do arquivo total com parte de um processo de minimização de danos pedido pela nossa fonte. Após nova revisão, estes relatórios serão divulgados, com redações ocasionais e, finalmente, em pleno, quando a situação de segurança no Afeganistão o permita.



Informação adicional dos nossos parceiros nos media:

Der Spiegel: http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,708314,00.html


The Guardian: http://www.guardian.co.uk/world/series/afghanistan-the-war-logs


The New York Times: http://www.nytimes.com/interactive/world/war-logs.html


Diário da guerra afegã – Guia de leitura

O Diário da guerra afegã (Afghn War Diary, AWD como abreviação) consiste de mensagens de vários importantes sistemas de comunicações militares dos EUA. Os sistemas de mensagens têm mudado ao longo do tempo; assim como padrões de relatório e formatos de mensagem também mudaram. Este guia de leitura tenta proporcionar algumas pistas úteis sobre a interpretação e o entendimento das mensagens contidas no AWD.

A maior parte das mensagens segue uma estrutura pré-estabelecida que é destinada a tornar mais fácil o processamento automático dos conteúdos. É melhor pensar acerca das mensagens em termos de um diário de registos (logbook) colectivo geral da guerra afegã.

O AWD contém os eventos relevantes, ocorrências e experiências de inteligência dos militares, partilhada entre muitos receptores.

A ideia básica é que todas as mensagens tomadas em conjunto deveriam proporcionar um quadro completo dos eventos importantes do dia, da inteligência, advertências e outras estatísticas.

Cada unidade, posto avançado, comboio ou outra acção militar gera relatório acerca de eventos diários relevantes.

O conjunto de tópico é vasto: Dispositivos Improvisados de Explosivos encontrados, operações ofensivas, tomada de fogo inimigo, confrontos com possíveis forças hostis, conversas com aldeões idosos, número de feridos, mortos e detido, sequestros, informação genérica de inteligência e advertências de ameaças explícitas de radio-comunicações interceptadas, de informadores locais ou da polícia afegã.
Também inclui queixas do dia a dia acerca de falta de equipamento e abastecimentos.

A descrição dos eventos nas mensagens é frequentemente concisa e seca.

Para apanhar o estilo do relatar, é útil entender as condições sob as quais as mensagens são compostas e enviadas.

 Muitas vezes elas vêm de unidades de campo que estiveram sob fogo ou sob condições de stress o dia inteiro e encaram o relatório escrito como papelada aborrecida, que precisa ser preenchida aparentemente com pouco benefício a esperar.

Assim os relatos são mantidos com o mínimo necessário, com tão pouca teclagem quanto possível.

As unidades de campo também precisam aguardar perguntas dos escalões mais altos ou medidas disciplinares por eventos registados nas mensagens, de modo que tenderão a encobrir violações de regras de confronto e outros comportamentos problemáticos; muitas vezes os relatórios são pormenorizados quando discutem acções ou interacções com forças inimigas.

Desde que se esteja nas mensagens AWD, faz-se parte oficialmente do registo – está-se sujeito a análises e exames. A veracidade e completude, especialmente de descrições de eventos, devem sempre ser cuidadosamente consideradas.

Circunstâncias que mudam completamente o significado de um evento relatado podem ter sido omitidas.

Os relatórios precisam responder a questões críticas: Quem, O que, Onde, O que, Com quem, o que Significa e Por que.

As mensagens AWD não são dirigidas a indivíduos mas a grupos de receptores que estão a cumprir certas funções, tais como oficiais de serviço numa certa região.

Os sistemas onde as mensagens têm origem efectuam a distribuição com base em critérios como região, nível de classificação e outra informação.

O objectivo da distribuição é proporcionar àqueles com acesso e necessidade de saber toda a informação que é relevante para os seus deveres.

Na prática, isto parece estar a trabalhar imperfeitamente.

As mensagens contêm informação de geo-localização nas formas de latitude-longitude, grelha de coordenadas militares e região.

As mensagens contém um grande número de abreviaturas que são essenciais para o entendimento dos seus conteúdos.

Ao folhear através das mensagens, abreviações sublinhadas surgem pop ups com pequenas explicações, quando o rato está a passar sobre eles.

Os significados e utilizações de algumas abreviaturas mudou ao longo do tempo, outras por vezes são ambíguas ou têm vários significados que são utilizados conforme o contexto, região ou unidade que relata. Se descobrir o significado de um acrónimo ou abreviatura até então não resolvido, ou se tiver correcções, é favor submetê-las a wl-office@sunshinepress.org

Uma referência especialmente útil a nomes de unidade militares e de forças-tarefa e suas respectivas responsabilidades pode ser encontrada em http://www.globalsecurity.org/military/ops/enduring-freedom.htm

O sítio também contém uma lista de bases e aeródromos: http://www.globalsecurity.org/military/facility/afghanistan.htm

Os seus nomes de localização também são frequentemente abreviados com acrónimos de três caractéres.

As mensagens podem conter informação da data e do tempo.

As datas são apresentadas principalmente ou na forma numérica dos EUA (Ano-Mês-Dia, ex. 2009-09-04) ou várias abreviaturas de estilo europeu (Dia-Mês-Ano, ex. 2 Jan 04 ou 02-Jan-04 ou 2jan04, etc).

Os tempos são frequentemente anotados com um identificados de fuso horário por trás do tempo, ex. "09:32Z".

Os mais comuns são Z (Zulu Time, também conhecido como fuso horário UTC).
 D (Delta Time, também conhecido como UTC+4 horas) e B (Bravo Time, também conhecido como UTC + 2 horas).

 Uma lista completa de fusos horários pode ser encontrada aqui: http://www.timeanddate.com/library/abbreviations/timezones/military/

Outros tempos são anotadas sem qualquer identificador de fuso horário. O fusão do Afeganistão é AFT (UTC + 4:30), o que pode complicar as coisas se estiver a olhar mensagens baseadas no tempo local.

Descobrir mensagens que relatem acontecimentos conhecidos pode ser complicado pela data e mudança de fuso horário: se o evento for à noite ou de manhã cedo, isto pode fazer com que o relatório seja mal arquivado. É aconselhável sempre para qualquer evento olhar registos de mensagens antes e após.

David Leigh, editor de investigações do Guardian, explica as ferramentas on line que criaram para ajudá-lo a entender os ficheiros militares secretos dos EUA sobre a guerra no Afeganistão: www.guardian.co.uk/world/datablog/video/2010/jul/25/...


Compreender a estrutura do relatório

A mensagem começa com um único ReportKey; ele pode ser usado para descobrir mensagens e também para referência a elas.

O próximo campo é DateOccurred: isto fornece a data e tempo do evento ou mensagem. Ver formato ds de Tempo e Data para pormenores sobre os formados utilizados.

Type contém tipicamente uma classificação vasta do tipo de evento, como Acção Amistosa, Acção Inimiga, Evento Não-Combate. Pode ser utilizado para filtrar mensagens de um certo tipo.

Category outra descreve que espécie de evento a mensagem trata. Há muitas categorias, desde propaganda, descobertas de esconderijos de armas a vários tipos de actividades de combate.

TrackingNumber é um número interno de rastreio.
Title contém o título da mensagem.

Summary é a descrição real do evento. Habitualmente contém o essencial do conteúdo da mensagem.
Region contém a região em termos amplos do evento.

AttackOn contém a informação de quem foi atacado durante um evento.

ComplexAttack é um sinal (flag) que significa que um ataque foi uma operação mais vasta que exigiu mais planeamento, coordenação e preparação. Isto é utilizado como um critério de filtro rápido para detectar eventos que foram fora do habitual em termos de capacidades inimigas.

ReportingUnit, UnitName, TypeOfUnit contém a informação sobre a unidade militar que foi autora do relatório.
Wounded and death (Feridos e Mortos) são listados como valores numéricos, ordenados pela afiliação. WIA é a abreviação para Wounded In Action.
KIA é a abreviação para Killed In Action.
Os números são registados nos campos FriendlyWIA,FriendlyKIA,HostNationWIA,HostNationKIA, CivilianWIA,CivilianKIA,EnemyWIA,EnemyKIA

Inimigos capturados são numerados no campo EnemyDetained.

A localização de eventos é registada nos campos MGRS (Military Grid Reference System), Latitude, Longitude.

O grupo seguinte de campos contém informação sobre a unidade militar geral, como ISAF Headquarter, que originou a mensagem ou actualizou-a. Frequentemente ocorrem actualizações quando um grupo de análise, como um que investigou um incidente ou examinou a constituição de um Dispositivo Explosivo Improvisado, acrescenta seus resultados à mensagem.

OriginatorGroup, UpdatedByGroup

CCIR Commander's Critical Information Requirements

Se uma actividade que é relatada é considerada "significativa", isto é anotado no campo Sigact. Actividades significativas são analisadas e avaliadas por um grupo especial na estrutura de comando.

Affiliation descreve se o evento era amistoso ou de natureza inimiga.

DColor controla a cor de apresentação da mensagem no sistema de mensagens e vistas de mapa. Mensagens relatando actividade inimiga tem a cor Vermelha, aquelas relatando actividade amistosa são coloridas em Azul.

Classification contém o nível de classificação da mensagem, ex.: Secreto.

26/Julho/2010

O original encontra-se em Wardiary.wikileaks.org

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/
http://resistir.info/afeganistao/guerra_desmascarada.html


JULIAN ASSANGE
Wikileaks
 
Respostas obtidas noYahooo!Respostas:

by Eddie:

"esses caras não tem vergonha mesmo"

 by llManuh

"Pena que não consegui abrir o primeiro link, gostaria de ver todo esse documento..
Mas...


E N O R M E cara de pau!! ahahahahahahah


Brilhante resposta deu o Brasil.


Lula, o operário, nordestino, semi analfabeto, dá um banho de cidadania, de dignidade, e representa como gostaríamos o nosso orgulho..


Você sempre com informação de qualidade... Valeu demais!
Beijo meu"

by Rafael

"Dizer que o Lula acertou essa porque é um grande estrategista é querer achar pêlo em ovo.
O Lula só não topou ajudar os EUA porque isso iria estragar a sua grande amizade com pessoas de bom caráter como Mahmoud Ahmadinejad, Hugo Chávez, Evo Moralez, etc."

by CARONTE

"Não é cara de pau, tampouco falta de vergonha na cara dos Ianques, é que eles estavam acostumados ao genuflexório dos lambe-botas, e, como é tradiçao americana, ainda não perceberam que o mundo gira em outras latitudes.
Quando vejo aquelas bolas de sebo andando pelas ruas de Manhattan, e comparo com seus filmes estrelados por anoréxicas, sei que a verdade passa longe da política externa americana, ainda no "New deal" republicano.
Pior: passa ainda mais longe do seu próprio imaginário.
A arma mais fatal contra o imperialismo Ianque, aquela de matar ainda na primeira infância é o espelho que o mundo lhes está oferecendo agora.
E eles não parecem estar gostando do que veem.
Abraços!"

by konan

"Nossa !!!! já pensou se FHC ou Serra fosse o presidente. Teria concedido essa ajuda, e sem pensar duas vezes teria mandado seu exército de tucaninhos para morrer no Afeganistão."

by Iago Gazola

"Talvez o Brasil não tenha nem condições para aceitar o pedido, pois o exército brasileiro está falido há tempos, não suportaríamos. Além do medo de uma contra-ofensiva terrorista.
O Lula não é o Grande Lula, o Lula é, na verdade, um terrorista, e junto com sua "companheira em armas" Dilma, uma revolucionária e ladra de aviões, formam a maior e mais conhecida quadrilha do país."


by Lobinho

"Graça a Deus Lula fez o Brasil de se orgulhar de ser brasileiro."


Fonte(s):


lobinho


by Andre Luiz

"Perderiamos muitos soldados e tirando o fato de que poderiamos virar um alvo para os terroristas de la,ja pensou aeroportos explodindo,ataques ao metro,trem ou ate mesmo jogar avioes contra predios importantes."

by Pato Donald
"Lula disse não, muito bom!


Se fosse um governo tucano, que costumava arriar as calças, teria mandado nossos soldados pra servir de bucha lá nas guerras ianques. Mas, Lula disse não a Bush!"


Fonte(s):


politica

by Prince Ugly

"TALVEZ ESSA É A ÚNICA ATUAÇÃO INDEPENDÊNCIA DO SEU PAÍS.


ESTA DE PARABÉNS O SEU EX-PRESIDENTE."


Fonte(s):


MUNDO CÃO DOS CERTINHA.

by The Viking II - o retorno

"O Brasil poderia ter aceito a proposta, mas só se os EUA doassem os equipamentos. e mandasse só os soldados tucanos e do DEMO. Nós só temos um porta-aviões, o Minas Gerais, uma sucata velha que sobrou da segunda guerra mundial. A inglaterra então, mandou reformar, deu uma tintura nova no casco, botou alguns equipamentos, já ultrapassados, e vendeu para o Brasil, por uma grana preta. A culpa foi do presente, na época, Juscelino, que fez um bom governo, sem dúvida, construiu Brasilia, uma cidade modelo para o mundo. Mas deixou muitas dívidas. Então, para agradar os milicos, ele comprou o nosso único e famoso "Porta-Aviões", o Minas Gerais. Só falta agora os aviões. Mas que ladrões."

Mais respostas AQUI: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110114184541AA9UGrt&r=w