contador de visitas
Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

Mostrando postagens com marcador Muammar Gaddafi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Muammar Gaddafi. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de setembro de 2011

ONU. VOCÊ REPRESENTA QUEM?

A Organização das Nações Unidas nem é Unida, nem é uma organização, mas sim, um clube para TROCA DE INTERESSES COMERCIAIS e que comunidade das Nações representa? Ninguém votou para ela. Portanto, falar sobre a ONU e DEMOCRACIA na mesma frase é tão ridícula como afirmar que a União Europeia é democrática.

Na verdade, falar de "democracia" é tão absurdo como é hilariante pois o ÚNICO SISTEMA verdadeiramente democrático de governo é a Jamahiriya líbia, pensada e implementada por Muammar al-Qathafi - um sistema baseado na auto-regulação de comunidades chamadas CONSELHOS POPULARES, que decidem quem são seus líderes, elaboram planos para o financiamento e equipamentos que precisam, fazem a requisição ao Conselho Central e o papel do GOVERNO NACIONAL é distribuir a riqueza e servir os interesses do povo.

E cá vem a ONU, falando de "democracia". Mas quê "democracia"? Ninguém votou a favor da Organização das Nações Unidas. Então que DIREITO tem um punhado de membros efetivos, em seu Conselho de Segurança, para implementar uma política que pode ter um efeito direto sobre nossas vidas? E quão "democráticos" são os Estados-Membros em apoiar as políticas que são implementadas - políticas que cada vez mais carimbam as aventuras colonialistas da OTAN?

Vamos dar uma olhada no Reino Unido de David Cameron, por exemplo. Aqui está um homem eleito por uma MINORIA da sua população - então por quê ele está representando a nação? Ele foi eleito pelos eleitores dos Trabalhistas? Ele foi eleito pelo Plaid Cymru? Ele foi eleito pelo Partido Liberal Democrata? E quantas pessoas votaram a favor do Vice-Primeiro-Ministro, Nicholas Clegg? Então, por que ele é Vice-Primeiro Ministro? Por quê é que a política externa da Grã-Bretanha, em parte, está controlada pela OTAN? Ninguém votou para a OTAN. E será que alguém no Reino Unido votou a favor do controlo das suas políticas financeiras pela União Europeia?

Será que David Cameron, Nicolas Sarkozy e Barack Obama, os Senhores da OTAN, escutaram quando o GOVERNO LÍBIO JAMAHIRIYA se ofereceu para realizar eleições livres e justas? Não, eles se recusaram. E qual será o futuro? Vejam este espaço, enquanto são feitas tentativas de marginalizar a Jamahiriya e eliminá-la de qualquer processo eleitoral futuro.

A verdade da questão é que a MAIORIA DAS PESSOAS NA LÍBIA são contra esta guerra da OTAN, a maioria das pessoas na Líbia desprezam os membros do CNT como os TERRORISTAS que são - elementos deste flagelo estão listados nos bancos de dados antiterroristas ocidentais e a maioria das pessoas na Líbia está a favor do governo Jamahiriya.

Então que DIREITO tem esta Organização das Nações Unidas para começar a NOMEAÇÃO de grupos de "apoio"? Com amigos destes... Onde estava a ONU quando esta SUJEIRA TERRORISTA começou INCENDIANDO EDIFÍCIOS e DECAPITANDO PESSOAS NEGRAS NAS RUAS, SAQUEANDO PRPRIEDADES DO ESTADO E PRIVADAS?? Onde estava a ONU para defender Muammar al-Qathafi - o homem que eles estavam PLANEJANDO PREMIAR com um GALARDÃO HUMANITÁRIO - destas hordas demoníacas de racistas?

Será que a ONU admite que APÓIA TERRORISTAS E RACISTAS? Nesse caso, esta organização não representa a minha idéia de uma Organização das Nações Unidas, ele não representa os ideais estabelecidos na sua própria Carta e não representa um fórum que tem o direito de reclamar qualquer responsabilidade para defender ou formular a lei internacional.

É evidente que esta questão da Líbia não tem nada a ver com a democracia ou proteger os civis - a OTAN, apesar de tudo, comete massacre após massacre, e nem sequer se preocupa hoje em pedir desculpas. Só vira as costas como o BANDO DE CRIMINOSOS, insensível, de sangue-frio e assassino, que é.

Trata-se do DESMANTELAMENTO da União Africana, trata-se de destruir as instituições da África e entregá-las de volta para EX-POTENCIAS COLONIAIS, aleijando a Comunidade Africana das Nações, prejudicando os africanos, mais uma vez aprisionando-os com amortizações de juros altíssimas, trata-se de canalizar os recursos da África para fora, desta vez gratuitamente, política ajudada pela ONU, ajudada pelos líderes africanos que olham INERTES com as mãos nos bolsos, ajudada por aqueles que reconhecem e apoiam o que só pode ser chamada uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA.

Este não é o meu mundo, esta não é a minha comunidade internacional, esta não é minha ONU - não foi capaz de representar a minha vontade, não conseguiu representar os desejos nos corações e mentes da comunidade mundial e, como tal, NÃO EXISTE MAIS COMO ALGO DIGNO DE RESPEITO - é um clube de troca de interesses comerciais entre aqueles que não foram eleitos e, portanto, não têm o direito de permutar os recursos do mundo entre eles.

É o momento certo para criar uma NOVA COMUNIDADE INTERNACIONAL, é hora de uma nova abordagem, é o momento para o ESTADO DE DIREITO ser aplicado igualmente a todos, é hora de responsabilizar esse punhado de líderes políticos, que coabita entre os 7 bilhões de pessoas na comunidade mundial, pelas suas ações. O mundo não pertence a eles, é nosso!



Timothy Bancroft-Hinchey

Pravda.Ru

Respostas obtidas no Yahoo Respostas

"Este é um mundo capitalista, então eles dominam tudo, empresas de comunicação, OMC, NATO, OTAN, ONU e etc.. Em um mundo CAPETAlista o que importa e tem legitimidade é a exploração do homem por outro homem. Por tanto, eles se acham no direito de continuarem matando seres humanos, criando guerras (a serviço da trilionária indústria de armamentos), e até por completa inanição, e isto em defesa do "direito" mesquinho a draconiana espoliação! - por A burguesia fétida  te USA!

"assim que USA e israel estiverem ...digamos...falidos...não haverá necessidade de ONU otan..etc..o mundo vivera em paz sem esse amantes sanguinários - por Ariel

"A pergunta é : Quem nos representa de verdade ? Parece que o DEMO !!! Cruz credo !!! - por ginabllreis

"Pô logo agora que dona Dilma está discursando por lá, logo nessa situação inédita , nunca antes em toda a história isso havia acontecido, logo agora que tantos estão tão orgulhosos você vem com informação de que não vale nada , puxa , por quê? Até seu ídolo queria ser algo por lá e Sarkozy ia ajudar ,mas seu ídolo fez o suficiente para até Sarkozy se afastar



Faça o seguinte, espere a semana acabar e dona Dilma retornar com toda a cambada dela e você reapresenta sua informação .


P.S. perceba que não é lá uma boa referência para mencionar democracia como argumento, isso mesmo em 2011 com a ditadura de Putin" - por Lino

sábado, 17 de setembro de 2011

A CIA POR TRÁS DA REBELIÃO NA LÍBIA. O QUE ME DIZEM DESSES TRECHOS DO ARTIGO REVELADOR DE JOHN PILGER?

O presidente Barack Obama já assegurou o seu lugar na História. É o primeiro presidente negro da América a invadir a África.

O ataque à Líbia é chefiado pelo Comando África dos EUA (US Africa Command), instituído em 2007 para assegurar os lucrativos recursos naturais do continente, roubando-os às populações empobrecidas e à influência comercial da China, em crescimento rápido.

A Líbia, juntamente com Angola e a Nigéria, é a principal fonte de petróleo da China.

 Enquanto os aviões americanos, britânicos e franceses vão incinerando líbios 'maus' e 'bons', assiste-se à evacuação de 30 mil trabalhadores chineses, provavelmente de forma permanente.

As afirmações de entidades ocidentais e dos meios de comunicação de que 'um coronel Kadafi criminoso e enlouquecido' está a planejar o 'genocídio' contra o seu próprio povo, continuam a carecer de provas. Isto faz recordar as afirmações fraudulentas que exigiram a 'intervenção humanitária' no Kosovo, o desmembramento final da Iugoslávia e a instalação da maior base militar americana na Europa.
...

Os pormenores também são conhecidos. Segundo se diz, os 'rebeldes pró-democracia' líbios são comandados pelo coronel Khalifa Haftar que, segundo um estudo da Fundação Jamestown americana, montou o Exército Nacional Líbio em 1988 "com forte apoio da CIA".

Nos últimos 20 anos, o coronel Haftar tem vivido não muito longe de Langley, Virginia, o lar da CIA, que também lhe fornece um campo de treino.

Os mujaedines, que deram origem à al-Qaida, e o Congresso Nacional Iraquiano, que forjaram as mentiras de Bush/Blair sobre o Iraque, foram patrocinados por Langley, da mesma forma aceite por toda a gente.
...

Os outros líderes 'rebeldes' incluem Mustafa Abdul Jalil, ministro da Justiça de Kadafi até fevereiro, e o general Abdel-Fatá Iunes, que chefiou o ministério do Interior de Kadafi: ambos com estrondosas reputações de repressão brutal de dissidentes. Há uma guerra civil e tribal na Líbia, que inclui a rejeição popular contra a atuação de Kadafi em relação aos direitos humanos. Mas o que é intolerável para o ocidente não é a natureza do seu regime, é a independência da Líbia, numa região de vassalos; e esta hostilidade pouco mudou em 42 anos, desde que Kadafi derrubou o rei feudal Idris, um dos tiranos mais odiosos apoiados pelo ocidente.

Kadafi, com os seus modos beduínos, hiperbólicos e bizarros, há muito que personaliza o 'lobo feroz' ideal (Daily Mirror), exigindo agora que os heróicos pilotos americanos, franceses e britânicos bombardeiem áreas urbanas em Tripoli, incluindo uma maternidade e um centro de cardiologia. O último bombardeio americano em 1986 conseguiu matar a sua filha adotiva.
...

Nada disto nos deve surpreender. A história exibe o tipo de maquinação revelado por dois diplomatas seniores nas Nações Unidas, que falaram ao Asia Times. Quando pretenderam saber porque é que as Nações Unidas nunca ordenaram uma missão de avaliação dos fatos à Líbia, em vez de um ataque, disseram-lhes que já muita coisa tinha sido feita entre a Casa Branca e a Arábia Saudita. Uma 'coligação' dos EUA iria 'eliminar' o recalcitrante Kadafi se os sauditas abafassem o levantamento popular no Barein. Este último já foi concretizado e o sangrento rei do Barein vai ser um dos convidados às bodas reais em Londres.
...

A personificação desta reação é David Cameron [NT] , cuja única verdadeira tarefa tem sido como homem de relações públicas de Michael Green, o oportunista da indústria da televisão. Cameron esteve no Golfo a vender armas aos tiranos inventados pelos britânicos quando a população se levantou contra Abdulá Salé do Iêmen; a 18 de março, o regime de Salé assassinou 52 manifestantes. Cameron não disse nada de jeito. O Iêmen é 'um dos nossos', conforme o Foreign Office britânico gosta de dizer. Em fevereiro, Cameron desmascarou-se num ataque ao que ele chamou de 'estado de multi-culturalismo' – um código para muçulmanos.

Disse, "Precisamos de muito menos tolerância do que nos últimos anos!" Foi aplaudido por Marine Le Pen, líder da Frente Nacional fascista de França. "É exatamente este tipo de declarações que nos isolou da vida pública durante 30 anos", disse ela ao Financial Times. "Só posso felicitá-lo".
...

Num dos seus momentos mais exploradores, o império britânico produziu Davids Camerons aos montes. Contrariamente a muitos dos 'civilizadores' vitorianos, os atuais guerreiros sedentários de Westminster – através de William Hague [NT] , Liam Fox [NT] e do traidor Nick Clegg [NT] – nunca foram atingidos pelo sofrimento e banho de sangue que, à custa das diferenças culturais, são as consequências dos seus discursos e acções.

Com o seu ar mais ou menos informal, sempre altivos, são uns covbardes no estrangeiro, visto que ficam sempre em casa. As suas prendas são a guerra e o racismo e a destruição da democracia social duramente conquistada do Reino Unido. Lembrem-se disso quando forem para a rua às centenas de milhares, conforme é vosso dever.
...

Trechos de um artigo revelador de John Pilger

Extraído do Jornal Água Verde

Comentários:

Rocker 15: Você disse: "ajudando países - ainda que visando algum lucro - a se livrarem de ditadores"

Eu lhes respondo perguntando: Ajudar países?

Desde quando invadir, bombardear, destruir, assassinar... significa AJUDAR, hein?!

Que ditadores são esses?

Ditadores apoiados pelos EUA e aliados podem continuar no poder, é?

Desde quando Gaddafi é "ditador" na Líbia?

Visando "algum" lucro?

Que piada isso!!!


Ano X, nº 81, setembro de 2011

Imperialismo partilha a Líbia

Potências imperialistas já disputam despojos da agressão

A exemplo do que ocorreu com o Iraque, barganhas bilionárias para a "reconstrução"

Bombardeios e tropas da Otan fazem todo trabalho e abrem caminho para "conselho de transição" títere

Reestruturação do Estado líbio mantém traição nacional e opressão colonial

Leiam: Líbia: vai-se a raposa e ficam os abutres

Ocupação imperialista

Este cenário se desenhou com nitidez no fim de agosto, com a tomada da capital da Líbia, Trípoli, pelos "rebeldes", em meio a sangrentos combates e a muita contrapropaganda das potências e do CNT difundida pelo monopólio da imprensa (e em meio também à chegada à Líbia de inúmeros executivos de transnacionais ianques e europeias).Texto integral AQUI: http://www.anovademocracia.com.br/no-81/

Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:

"É, as potências da OTAN estão terminando de invadir a Libia, a próxima vitima, a Síria, já está convenientemente "amaciada" com os seus governantes demonizados perante a opinião pública mundial, que ignorante nem sabe que Damasco é a sua capital e não uma espécie de pêssego.



Sarkozy, um napoleãozinho moderno, baixinho, corno e pulador de cerca como o original, tenta mais uma vez convencer os indolentes franceses a fazer a guerra e desta vez tenta conquistar o oriente, a meu ver uma tarefa bem acima das suas forças, mesmo com a ajuda da OTAN.


O alvo declarado é o Irã, mas o verdadeiro é a tentativa desesperada de estrangular o crescimento da China através da conquista de todo o petróleo e matérias primas. Até o Brasil está metido nisso, indícios não faltam, há meses que produtos chineses vem sendo apreendidos alegando importação irregular e agora mesmo o ministro Mante(i)ga? acaba de sobretaxar os automóveis chineses...


Enfim, o mundo está a ponto de sofrer grandes transformações, mas pelo amor de Deus parem de falar que essa é uma campanha justa que visa derrubar Ditadores Sanguinários, ninguém tem o direito de ser tão idiota assim!" - por Farabutti

Mais respostas AQUI: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110916165204AAaBtUT

terça-feira, 14 de junho de 2011

"A VOZ DO POVO LÍBIO É MAIS ALTA QUE VOSSAS EXPLOSÕES". GOSTARAM DAS PALAVRAS DE GADAFFI AOS EUA/OTAN?

Muamar Kadafi a EUA/Otan: “A voz do povo líbio é mais alta que vossas explosões”



http://amarchaverde.blogspot.com/

Com Trípoli sob o mais intenso bombardeio da Otan desde que a agressão dos cruzados colonialistas começou, o líder Muamar Kadafi falou ao povo líbio pela televisão, para afirmar que a nação vive “horas de glória das quais as futuras gerações terão orgulho”.

“Nós derrotaremos o inimigo, não importa qual seja nosso destino”.

Os líbios “não vão se ajoelhar nem se render”, ele ressaltou, acrescentando que “damos boas-vindas à morte, não temos medo, o martírio é um milhão de vezes melhor”.

“Temos apenas uma escolha: ficar na nossa terra, vivos ou mortos”, reiterou Kadafi.

Dirigindo-se aos agressores, ele destacou: “somos mais fortes do que seus mísseis, mais fortes do que seus aviões, e a voz do povo líbio é mais alta do que suas explosões”.

Assim como dissera, em discurso anterior, estar “em um lugar” que vocês “não podem alcançar, os corações do povo líbio”, Kadafi ironizou a sofreguidão com que EUA/Otan tentam assassiná-lo.

“Vocês estão pondo fogo ao mar, pondo fogo ao deserto, vocês estão caçando uma miragem”.

“O que vocês querem? O que vocês querem? Fomos nós que cruzamos o mar e atacamos vocês?”, questionou aos Obamas, Sarkozys, Camerons, Rockefellers, Morgans e satélites.

“Por que esse incessante bombardeio? Vocês querem nos forçar à submissão? Vocês não podem; nós nunca nos submeteremos”.

Kadafi disse, ainda, que as forças revolucionárias estavam prontas para enviar de 250 mil a 500 mil líbios armados para “limpar o país das gangs”.



Otan lança 157 ataques contra Trípoli por 14 horas seguidas

Bombardeio da OTAN à Líbia
http://amarchaverde.blogspot.com/

A ex-deputada americana Cynthia McKinney, que estava na capital líbia, contou 29 bombardeios entre 11 da manhã e 13 horas.

Os criminosos de guerra mataram mais 31 pessoas e feriram outras dezenas.

Na maior onda de ataques desde o início da agressão à Líbia, a Otan bombardeou a capital Trípoli durante 14 horas seguidas, em 157 ataques, na terça-feira dia 7, assassinando 31 pessoas e ferindo dezenas.

Boa parte dos mísseis e bombas tinha, novamente, o líder líbio Muamar Kadafi como alvo, e sua residência de Bab Al Aziza e a tenda ao sul da capital, em que ele recebe convidados, foram atingidos e destroçados.

No dia 7, a agressão à Líbia completou 82 dias, o que faz com que a nova guerra de Obama já dure mais que a campanha de bombardeio da Iugoslávia em 1999.

 Em meio aos ataques, Kadafi falou a seu povo, em discurso de nove minutos através da televisão, convocou à resistência e afirmou que “o martírio é um milhão de vezes melhor que a rendição”. O povo líbio “vencerá seus inimigos”, “não nos ajoelharemos”.
Os ataques também coincidiram com a chegada a Trípoli de um enviado especial da ONU e da presença em Benghazi de um representante russo, que foi até lá para buscar apoiar a mediação que a União Africana tenta estabelecer.

 No mesmo dia, em Pequim o governo chinês recebia o chanceler líbio (ver matéria).

No dia seguinte, foi realizada em Bruxelas reunião de ministros da Otan, marcada pelo registro do impasse e, conforme o NYT, pelas apreensões com “o custo” e a “exaustão” dos pilotos – matar civis nesse ritmo, cansa.

Também chegou a Bruxelas a filha de Kadafi, Aisha, para apresentar a dois tribunais belgas – é o país sede da Otan – denúncia de crime de guerra e pedido de devolução do dinheiro líbio confiscado ilegalmente.

BAL AL AZIZIA

A ex-deputada norte-americana Cynthia McKinney, que estava em Trípoli, contou 29 ataques apenas entre 11 horas da manhã e 1h10 da tarde. A agência France Presse – que não esconde sua empatia pela agressão -, registrou que “enormes explosões fizeram tremer a área ao redor do complexo governamental de Bal Al Azizia – centro de Trípoli -, lançando colunas de fumaça cinza para o céu”. Uma foto da AFP, com uma coluna de fumaça saindo de uma região nitidamente residencial tinha como legenda “explosão atinge área próxima à residência de um homem de confiança de Muamar Kadafi, em Trípoli”. Se não é a descrição de um crime de guerra em execução, o que será?

O bairro de Al Karama, no centro, foi novamente atingido, mostrou a televisão líbia. Apenas nos destroços de um dos prédios destruídos na área de Bab Al Azizia havia 10 ou 15 vítimas soterradas. De hora em hora, nova onda de bombas e mísseis. Isso, até duas horas da madrugada de quarta-feira. Trípoli, cidade de 2,5 milhões de habitantes, que concentra um terço da população líbia, teve as ruas esvaziadas, lojas e indústrias fechadas.

RESILIÊNCIA

O discurso de Kadafi teve o efeito de causar profunda impressão no jornalista do NYT que está em Trípoli, John Burns, e que não é, propriamente, um admirador do líder líbio. As palavras de Kadafi foram comparadas aos discursos de Winston Churchill diante da ameaça de invasão alemã em 1940. “O povo líbio está vivendo neste momento horas de glória das quais as futuras gerações terão orgulho”, ele reproduziu a fala do líder líbio. “Nossos filhos e nossos netos terão orgulho de nós e de nossa resiliência e coragem hoje. Nós derrotaremos o inimigo; nosso destino não importa”.

Ele continua a citar Kadafi: “Vocês estão pondo fogo ao mar, pondo fogo no deserto, vocês estão caçando uma miragem. O que vocês querem? O que vocês querem? Fomos nós que cruzamos o mar e atacamos vocês? Por que esse incessante bombardeio? Vocês querem nos forçar à submissão? Vocês não irão; nós nunca nos submeteremos”.

Burns ainda registrou que, em discurso anterior, após tentativa de execução por mísseis da Otan, Kadafi havia dito que “eu estou num lugar onde vocês não podem me alcançar: nos corações do povo líbio”. Na sede da Otan, o secretário do Pentágono, Robert Gates, pressionou – sem resultado – Alemanha, Holanda, Espanha, Turquia e Polônia para que passem a bombardear a Líbia. No Cairo, o chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA, almirante Michael Mullen, disse em entrevista que o que tem visto na guerra contra a Líbia “é o que eu chamaria de progresso muito lento”. Quando iniciaram o bombardeio, os EUA, França, Inglaterra e o comando da Otan achavam que a derrubada de Kadafi era “coisa de dias”.

Na quarta-feira dia 8, milhares de soldados líbios marcharam em direção a Misrata, por três frentes.

ANTONIO PIMENTA
Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:
 
by Jamal
 
"Os EUA e seus covardes aliados precisam tomar uma surra como tomaram dos Vietcongs....Um abraço amiga!"



by Dance just Dance

"Hittler também fazia discursos muito bons.


Fonte(s):


Jamal, os EUA nunca tomaram surra dos Vietkongs, só se cansaram de ter que caçar um bando de guerrilheiros que se escondiam no mato e ter que gastar bilhões para mato-los.

Baixas americanas: 58.209
Baixas militares norte-vietnamitas: +1.000.000

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110610230208AArMHFX&r=w

Brasil e África do Sul buscam na ONU paz para a Líbia

Dilma Rousseff e Jacob Zuma
O presidente sul-africano Jacob Zuma telefonou ontem para a presidenta Dilma Rousseff para falar sobre sua viagem à Líbia, onde se encontrou com o líder Muamar Kadafi.

Zuma falou sobre a preocupação do seu país com os sucessivos ataques militares da OTAN contra a população civil da Líbia, assassinando milhares de civis indefesos, destruindo a infra estrutura do país, em nome das Nações Unidas.

A presidenta Dilma manifestou ao presidente sul-africano sua preocupação com a situação do povo líbio ao afirmar que “os ataques da OTAN e as ações armadas das potências ocidentais causam impactos negativos sobre a população civil líbia”.

Ao final do telefonema, os presidentes Jacob Zuma e Dilma Rousseff condenaram as ações da OTAN e firmaram um pacto para trabalhar nas Nações Unidas em busca de uma solução pacífica para o conflito na Líbia.

Brasil e África do Sul são membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, e o Brasil foi um dos cinco países que se abstiveram na aprovação da resolução.

Na conversa telefônica a presidenta Dilma Rousseff e o seu colega sul-africano, Jacob Zuma, expressaram preocupação com ações na Líbia que estariam indo além da resolução da ONU, aprovada em março, disse o porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena.

A decisão da presidenta Dilma em assumir a luta pela paz na Líbia ao lado do presidente Jacob Zuma enche de alegria os corações dos brasileiros, que estão indignados e revoltados com os ataques criminosos e terroristas da OTAN contra a população civil da Líbia. Trata-se de um ataque à soberania de uma nação livre e independente, um desrespeito a todas as leis internacionais que tratam do direito dos povos e dos direitos humanos. O Brasil não poderia ficar fora da luta mundial contra os ataques criminosos das potências ocidentais para tentar dividir a Líbia e permitir a perpetuação na África, do roubo das riquezas naturais dos povos daquele continente.

http://amarchaverde.blogspot.com/
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110610230208AArMHFX&r=w