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sábado, 19 de fevereiro de 2011

RESISTENCIA IRAQUIANA DETONA 115 FANTOCHES EM KIRKUK.VOCÊS SABEM POR QUÊ?

Resistência Iraquiana detona 115 fantoches em Kirkuk

O QG dos mercenários curdos de Kirkuk, que querem SUBTRAIR DO IRAQUE os campos de petróleo do norte do país, foi atingido por ataques a bomba realizados pela Resistência Iraquiana na manhã de quarta-feira, dia 9.

O primeiro atingiu o próprio prédio.

Cerca de um minuto depois um carro explodiu acertando uma patrulha dos colaboracionistas nas imediações.

A terceira bomba, também um carro, e a cerca de 500 metros da segunda, mandou pelos ares outro bando. No ataque, foram mortos 11 colaboracionistas e 104 ficaram feridos.

Uma dúzia de veículos dos mercenários ficou em pedaços.

A 250 km de Bagdá, Kirkuk também tem uma das mais importantes refinarias de petróleo do país.

Em Bagdá, mais oito fantoches foram atingidos por duas bombas.

Petardo próximo a Faluja abateu um oficial colaboracionista e mais três soldados.

No domingo, dia 6, centenas de iraquianos, em manifestações em vários cantos do país exigiram o fim dos apagões e da falta de água, a renúncia de autoridades-fantoches.

“Nem na Idade Média as pessoas viviam em condições como estas”, denunciou o engenheiro Furat Al Janabi em protesto no distrito pobre de Bab al Sham.

Em Basra, ao sul, uma centena de manifestantes exigiu a renúncia do governador e dos vereadores.

Peão de obra e pai de seis filhos, Nuri Ghadhban, disse que sua família dependia “totalmente de rações alimentares; sem isso, morreríamos.Encontro trabalho por um dia e depois nada mais nos dez dias seguintes”.

Ele acrescentou que procura querosene “há um mês” e não consegue encontrar.

“Antigamente tínhamos o suficiente. O que eles [as autoridades lacaias] querem? Que nos incendiemos até que eles pensem em nós?”.


Detalhes Adicionais

Fonte: Jornal Hora do Povo

"A Resistência Iraquiana rejeita o terrorismo, o seqüestro, a extorção, o assalto à moradias e os ataques contra templos; protege as instituições académicas e públicas, uma vez que são patrimônios coletivos do Povo Iraquiano. A Resistência Iraquiana tem como objetivo expulsar os ocupantes e preservar a unidade do território e do Povo Iraquiano".Abu Yusef


"Os ocupantes, os traidores e colaboracionistas [são objetivos legítimos da atividade armada]. São objetivos da Resistência igualmente a Polícia iraquiana e a Guarda Nacional, milícias criadas pelos ocupantes para se protegerem da Resistência e que são utilizadas na atualidade como vanguarda das forças de ocupação [nos operativos contrainsurgentes]".Abu Yusef


"São igualmente alvos legítimos, a infraestrutura petrolífera, enquanto as empresas estatais iraquianas fornecerem petróleo às empresas estado-unidenses do consórcio Halliburton, bem como as colunas de caminhões-cisterna que nutrem de carburante as forças de ocupação, e que podem ser vistos habitualmente na rede de estradas da periferia da capital escoltados por veículos blindados estado-unidenses."Abu Yusef


http://www.primeiralinha.org/destaques6/entrevista-iraque.htm




“Um leão segue sendo leão, inclusive na prisão”

Essa é a declaração feita pela filha mais velha de Saddam sobre as imagens divulgadas pela CNN após sua captura. A revista alemã Der Spiegel, reproduz a entrevista concedida por Raghdad Saddam Hussein a um canal árabe, onde declara que seu pai haveria sido drogado, sendo forjada assim sua captura. Acrescentou na entrevista, que diante das tomadas de vídeo divulgadas pelo exército americano, essa seria a única forma de explicar aquelas imagens, que mostram um Saddam completamente submisso. “Crêem vocês que o teriam podido agarrar sem dopá-lo previamente? Estou segura que não”. “Onde está a imunidade de que gozam os chefes de Estado?” perguntou. E ainda: “Sinto-me orgulhosa de que este homem seja meu pai” – conclui Raghdad.

O mesmo apontamento é feito pelo jornal jordaniano Alarab Alyoum, que afirma Saddam ter sido traído por um de seus antigos colaboradores, a quem eram confiados os esconderijos utilizados por Hussein na clandestinidade. Assim, enquanto o acompanhava a um desses locais, o haveria drogado e entregado às forças norte-americanas. O traidor em questão se trata do coronel Mohamad Ibrahim al-Mislet, que trabalhou para os ianques em troco dos 25 milhões oferecidos pela captura de Saddam.

Mas aquela figura submissa de Saddam divulgada pela CNN não pôde durar muito. Segundo Muwaffak al-Rabbai, um dos quatro membros do Conselho de Governo nomeado pelos ianques a quem foi permitido ver Saddam, a comitiva foi recebida com insultos pelo prisioneiro. E quando o perguntaram porque não disparou contra os americanos durante a operação de captura, retrucou: “Já estiveram em combate alguma vez por acaso?” As imagens desse diálogo certamente não foram registradas pelas câmeras dos ianques.

Povos de todos os países, uni-vos para derrotar o imperialismo!
Viva a heróica resistência do povo iraquiano!

 UH-60 do Exército dos EUA lançando panfletos sobre a província de Kirkuk, no Iraque. Centenas de “bombardeios táticos psicológicos” com panfletos foram usados para promover a amizade com a população local

Bosco disse:


31 de outubro de 2008 às 14:35

Frase escrita nos panfletos:

“VAMOS FICAR AMIGOS, SENÃO NA PRÓXIMA VEZ EU PASSO JOGANDO NAPALM”

Esses americanos e suas táticas para conquistar corações e mentes….


VirtualXi disse:


31 de outubro de 2008 às 13:13

"Primeiro jogaram bomba. Depois invadiram sem a aprovação da ONU. Agora jogam panfletos para, ao estilo americano de “democracia” estabelecer uma idéia e forçar os iraquianos a amar seus invasores.


É brincadeira de mal gosto, coisa de gente suja, suja como são os panfletos, que no final só tem a este propósito mesmo."

http://www.forte.jor.br/2008/10/31/bombardeio-psicologico/

Respostas obtidas no Yahoo!Respostas AQUI: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=ApEkLbwM_PausSgFarYgn8vI6gt.;_ylv=3?qid=20110213194219AAx21D7


terça-feira, 7 de setembro de 2010

VOCÊS SABIAM QUE NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE O IRAQUE TERÁ QUE RENASCER DAS CINZAS?

Baas = Baath = Renascimento = Partido de Saddam Hussein = Resistencia Iraquiana

A retirada “sem vitória” e o rastro de Hulagu deixado pelos EUA no Iraque

A retirada “sem vitória” dos EUA, como admitiu o presidente Obama, deixa no Iraque um rastro a Hulagu, o bárbaro mongol que no século XIII devastou Bagdá.

HULAGU KHAN
1217 - 1265
Mongol Ruler
The grandson of Genghis Khan Hulagu Khan received the western provinces of the Mongol Empire.
Hulagu Khan conquered Persia, eliminated the Abbasid caliphate, destroyed Baghdad ( a city of a million inhabitants) and established the Mongol empire of the Il-Khans in Persia.
After the conquest of Aleppo and Damascus the advance of the Mongols into Egypt was broken by the bravery of the Mamluks (mercenary slaves from the Black Sea region) in 1260.

Hulagu Khan (também conhecido como Hülegü, , Hulegu e Halaku) (1217; 8 Fevereiro 1265) era um imperador Mongol que conquistou muito do sudeste asiático. Neto de Genghis Khan e irmão de Arik Böke, Mongke e Kublai Khan, ele se tornou o primeiro khan (imperador mongol) do Ilkhanato.
Conquistas
Estabeleceu sua capital em Tabriz, uma cidade que na época pertencia à Armênia, e, de lá, terminou as conquistas.
Em 1256 iniciou a conquista da Pérsia, destruindo a Ordem dos Assassinos. Dois anos mais tarde suas tropas destruíram Bagdá, pondo um fim ao Califado Abássida. Em seguida entrou em atrito com os mamelucos do Egito, invadindo a Síria, em 1259. No mesmo ano, seu irmão Mongke faleceu na Mongólia, e isso abre uma disputa sucessória entre seus irmãos Arik Böke e Kublai Khan, vencida 4 anos mais tarde pelo último.
Em 1260, quando soube que Kublai Khan havia sido escolhido o novo Khagan, reafirmou sua posição de imperador na Pérsia e tornou-se um grande súdito e aliado do irmão.
Por ter-se envolvido com as disputas sucessórias de seus irmãos, Hulagu Khan deixou forças mínimas na Síria, sob o cuidado de seu general Qitbuqa. Isto se tornou de conhecimento dos mamelucos, que o venceram na Batalha de Ain Jalut e em seguida o expulsaram da Síria e da Palestina. Hulagu não foi capaz de vingar sua derrota em Ain Jalut, e a fronteira oeste de seus domínios ficou confinada ao atual Iraque.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hulagu_Khan

Após a revolução de 1968 e a nacionalização do petróleo, o Iraque havia se transformado no país mais desenvolvido social e tecnologicamente do Oriente Médio.

Não será a primeira vez que o Iraque terá de renascer
 das cinzas.

Um milhão de civis mortos, segundo investigação realizada pela mais tradicional revista médica do mundo, a “Lancet”.

Dois milhões de exilados no exterior, e outros dois milhões de refugiados internos.

Escolas e universidades sucateadas.

Usinas de geração de energia elétrica em destroços, com as casas só recebendo eletricidade poucas horas por dia; o sistema hospitalar público, ANTES o mais avançado da região, agora está em ruínas, assim como o tratamento de água.

O desemprego é astronômico.

A unidade do país encontra-se sob ameaça do sectarismo religioso e do separatismo.

Os direitos da mulher retrocederam décadas.

O Museu Nacional e seus tesouros foram saqueados.

O exército foi banido e substituído por uma turba de lacaios.

Petroleiras estrangeiras continuam buscando obter do governo fantoche contratos de pilhagem do petróleo iraquiano.

O Presidente do Iraque, Sadam Hussein, foi executado após tribunal-farsa; e seu partido, o Baas, o principal do país, está na clandestinidade.

A invasão rasgou a constituição e manietou os tribunais.

Patriotas da Resistência e líderes do governo legítimo foram perseguidos, presos e torturados.

A maior parte dos cristãos iraquianos – cuja importância no país pode ser traduzida pelo papel de Tariq Aziz no governo iraquiano – foi forçada a se exilar.

TARIQ AZIZ  e SADDAM HUSSEIN
http://edsworld365.blogspot.com/2010/08/tariq-aziz-on-iraq.html

Mas, como salientou a mensagem do Baas, o anúncio da derrota dos EUA prenuncia “o colapso dos fantoches” e a “instauração de um governo popular e democrático da Jihad e salvação nacional, com todas as forças que combatem os invasores e os separatismos.
A.P.
Jornal Hora do Povo
http://www.horadopovo.com.br/

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

OBAMA TIRA O TIME E BAAS LANÇA OPERAÇÃO NOVA ALVORADA. IRAQUE RUMO À LIBERDADE?

Tropas de combate dos EUA batem em retirada do Iraque

MAPA DO IRAQUE
O que era para ser, na insânia dos gângsteres de Washington, um passeio, com tropas recebidas “com flores”, e o petróleo do Iraque pagando a conta da invasão, tornou-se um pesadelo para EUA

Em anúncio feito pelo presidente Obama direto do salão Oval da Casa Branca, os EUA comunicaram na terça-feira dia 31 ter concluído a retirada de suas “tropas de combate” do Iraque, com os soldados restantes – seis brigadas – passando principalmente a se dedicar ao “treinamento” e “assistência” das tropas fantoches, e com data já marcada de saída, final de 2011.

Em Bagdá, discreta cerimônia juntou no QG da INVASÃO o secretário do Pentágono Robert Gates, o vice Joe Binden e generais marcados pelo fracasso no Iraque.

“O anúncio dos EUA de sua FRAGOROSA DERROTA NO IRAQUE é o início do colapso dos seus fantoches e o raiar da alvorada da libertação”, afirmou na capital iraquiana o Partido Baas, esteio da Resistência, FESTEJANDO A FUGA e convocando o povo a APERTAR O GARROTE sobre os invasores que sobraram e os lacaios.

O Pentágono chamou de “Nova Alvorada” sua recém batizada operação no Iraque.

Na semana passada, uma onda de ataques coordenados da Resistência, de sul a norte do país, e capital, que abateu três centenas de lacaios, foi sintomático do que está pela frente.

Diante da debandada dos ianques, um general lacaio se lamuriou em público de que suas “tropas” não estariam “preparadas” tão cedo para enfrentar a Resistência – quem sabe... 2020!

“SEM FLORES”

O que era para ser, na insânia dos gângsteres de Washington e Wall Street, um passeio, com tropas recebidas “com flores”, e o Iraque pagando a conta da invasão com o próprio petróleo, se transformou um pesadelo.

Nas contas do ex-presidente do Banco Mundial, e ganhador do Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, o custo da guerra ao Iraque (mais o Afeganistão, que só recentemente se tornou um peso), está atingindo o píncaro de US$ 3 trilhões.

Os EUA vergaram sob despesas estéreis dessa monta, o cassino implodiu e o país foi à lona, e vive a mais grave crise econômica desde a Depressão de 1930.

Aliás, o que vem sendo discutido nos EUA nos últimos dias é exatamente que a “recuperação” se esboroou, e se o “Duplo Mergulho” chegou, ou está chegando, ou se o nome do desastre é “Depressão” e deflação.

A invasão do Iraque foi, desde o início, uma GUERRA DE BANDIDOS, para assaltar as segundas maiores reservas de petróleo do mundo e colocá-las à disposição da Exxon, Chevron, Shell, BP e bancos dos EUA.

Casa Branca, Pentágono e CIA fabricaram mentiras em escala industrial contra o Iraque e o governo de Sadam Hussein.

E isso só funcionou como estopim da agressão porque os principais jornais, revistas e cadeias de televisão dos EUA, davam repercussão dia e noite.

“Armas de destruição em massa”, “Al Qaeda”, “urânio do Níger”, e até o tubinho de “antraz” do então secretário de Estado Colin Powell.

Fraudes, mentiras, tudo inexistente.

Se era possível alguém ainda ter dúvida sobre se a invasão era pelo petróleo, o Pentágono cuidou de esclarecer logo na primeira semana.

Quando Bagdá inteira era SAQUEADA, inclusive o Museu Nacional e seus tesouros arqueológicos, MILENARES, só o Ministério do Petróleo recebia proteção das tropas dos EUA.

Mas a Resistência organizou uma campanha de ações que impediu que a pilhagem e exportação do petróleo – ainda hoje a produção é INFERIOR aos níveis PRÉ guerra.

Até agora, as petroleiras estrangeiras tentam BOTAR A MÃO nos campos de petróleo, enquanto a Resistência adverte que EVENTUAIS CONTRATOS não terão valor algum.

OFENSIVA DE 2004

A RESISTÊNCIA angariou simpatia no mundo inteiro, com seu obstinado combate aos invasores.

Realizou a ofensiva de 2004, que pegou de surpresa O INVASOR em Bagdá, Mossul, Basra, Tikrit, Ramadi, Faluja e Kut.

O Pentágono segurou o repuxo com armas proibidas e assassinatos em massa.

Montou com colaboracionistas PRÓ Irã um “governo” fantoche, insuflou a divisão e o sectarismo étnico, organizou atentados e, diariamente, junto com a CIA, forneceu listas de nomes aos esquadrões da morte criados.

Forjou eleições sob ocupação, e chamou o general David Petraeus para remendar a “contra-insurgência” com mais chacinas e suborno.

O escândalo das torturas e sevícias sexuais em Abu Graib e os inúmeros crimes de guerra contra civis ISOLARAM os EUA no mundo todo, com W. Bush visto como um MANÍACO.


He,he,he!!!!


Vida longa aos Iraquianos Patriotas!


As milhares de baixas impulsionaram um forte movimento nos EUA pela retirada das tropas.

Enquanto isso, um após o outro, os aliados de Washington na INVASÃO tiveram de bater em retirada, por sua situação ter se tornado insustentável, internamente a cada país, e no campo de batalha no Iraque.

Agora, são os EUA – e se não conseguiram com 150 mil soldados e outro tanto de MERCENÁRIOS, não serão 50 mil “conselheiros” que darão conta.

Desde junho do ano passado, o exército ianque havia retrocedido para bases fora das cidades.

A SABER:

Segundo o Partido Baas, a Resistência infligiu 33 mil mortos e 250 mil mutilados e feridos nos sete anos e meio de combate.

Cinco meses após as “eleições” de março, Nuri Al Maliki virou primeiro-fantoche interino, pois seu mandato acabou, mas os colaboracionistas não se entendem sobre como formar um “governo”.

por
ANTONIO PIMENTA
Jornal Hora do Povo
http://www.horadopovo.com.br/

General Izzat Ibrahim Al Duri, Comandante Supremo da Resistência Iraquiana:

“EUA sabe que quem lhe corta a garganta são os iraquianos”


O Partido Baas, o Partido de Sadam e da Revolução Iraquiana, afirmou que a corte-farsa e os campos de batalha são “as poderosas arenas de confrontação do Baas com o invasor e seu governo fantoche”.

Em entrevista à revista Al Majd em Bagdá, o general Al Duri, secretário-geral em exercício do Partido Baas, desmoralizou o anúncio de sua “morte” e desmentiu a existência de Zarqawi e a presença da Al Qaeda no Iraque

Desacreditando as mentiras - e incontidos desejos - do invasor ianque e seus lacaios sobre sua suposta “morte”, insistentemente alardeada em 2005, o Comandante Supremo da Resistência Iraquiana e Secretário-Geral em exercício do Partido Baas, General Izzat Ibrahim Al Duri, concedeu entrevista em Bagdá, em meados de dezembro, ao repórter Seif Al Juneid, da revista Al Majd, que publicamos abaixo.

 Um dos principais líderes da revolução de 1968, Al Duri é o número 2 do Conselho da Revolução e assumiu o comando após o seqüestro do Presidente Sadam.

Izzat Ibrahim Addouri junto al Presidente de Iraq Saddam Hussein.
Anterioriormente, o comando invasor havia por várias vezes anunciado sua “captura”, para depois ter de se desmentir.

O governo dos EUA faz tudo o que pode para desviar a atenção do público para longe dos fatos e realidades que ocorrem hoje no Iraque, como é a DERROTA dos Estados Unidos por parte dos Guerreiros da Verdade, os heróis da Resistência Nacional Iraquiana.

É por isto que os invasores distribuem propaganda e mentiras para dar uma imagem errada do que ocorre no Iraque.

Damos graças a Deus que nos tem dado a vitória e que devolveu a maldade aos próprios malfeitores.

As mentiras de Bush e de seus cruéis aliados
 estão expostas perante o mundo.

O mundo inteiro, não apenas os EUA, está CANSADO com a arrogância vazia e a impertinência daqueles que nos Estados Unidos clamam abertamente que se assassine e se faça a guerra.

Neste momento, presencia-se um quadro que pode se mover, onde qualquer possibilidade pode se dar a qualquer momento.

Nós trataremos esta situação a favor de nossos interesses, para fortalecer nossa vitória.

É de conhecimento geral que os títeres, traidores e espiões têm seu destino enlaçado com o do invasor.

 É natural que gritem por ajuda e se aferrem aos invasores para que continuem a invasão do Iraque.

Os invasores, assim como seus lacaios, sabem perfeitamente que estão vivendo seus últimos momentos em nosso amado e querido Iraque.

 Todos os problemas no Iraque e
 suas complicadas condições
são devidos à ocupação
 e
 se solucionarão
 uma vez que tenha fim a ocupação.

Isto se deve a que o POVO IRAQUIANO sempre foi um povo unido e seguirá sendo; jamais será dividido por diferenças de seitas nem por ignorante racismo, que foi exportado ao Iraque pelos invasores e seus lacaios, vindos de lugares além de nossas fronteiras.


O problema mais importante do Iraque nos dias de hoje é a ocupação.

Uma vez que os invasores e seus lacaios se retirem, todas as suas maquinações terão acabado.

Nossos filhos e filhas da área que quiserem se auto-determinar, que são uma parte importante de nossa gente, terão direitos legítimos dentro de um Iraque novamente unificado, com um povo unido e soberano.

Nosso governo, ANTES DA INVASÃO, foi o único na região que deu aos curdos o direito de se auto-representar e dessa maneira se auto-determinar.

Depois que ocorrer a libertação do Iraque, planejamos ampliar essa lei para que possa assim servir ainda mais a nossa gente em Irbil, Dohuk e Sulaimania.

A campanha contra nossa irmã Síria deve ser entendida como uma reação por parte dos EUA devido ao seu fracasso no Iraque.

Provavelmente você tem se dado conta de que, quanto mais as derrotas dos EUA no Iraque se aprofundam, mais agressivas se tornam essas declarações.

Quanto à ajuda por parte da Síria e aos combatentes clandestinos que vêm dali, não passam de falsidades e pretextos.

Tudo isso é parte de um plano dos EUA para obter a hegemonia e ocupar toda a região.

A campanha dos EUA vai crescer e possivelmente não se deterá com a Síria.

Antes da invasão, nossa liderança advertiu a nossos irmãos e amigos sobre os planos dos EUA e sobre a natureza colonialista do projeto ianque para controlar TODOS os países da região.

A única coisa que interrompeu o plano maligno e expansionista ianque é a RESPOSTA decidida da Resistência Nacional Iraquiana e seu desafio aos invasores e seus lacaios.

O regime dos EUA e seus colaboracionistas tratam de manter um cerco em volta das ações da HERÓICA Resistência Nacional Iraquiana através da disseminação de mentiras como, por exemplo, a dos combatentes árabes clandestinos que entram no Iraque para se unirem à Resistência, etc.

O governo dos EUA sabe muito bem que aqueles que cortam gargantas dos invasores e proporcionam baixas no campo de batalha são os filhos e filhas do Iraque e nenhum outro lado.

Os invasores continuam erradamente insistindo nas ações da “Al Qaeda” para justificar sua agressão com o lema do “combate ao terrorismo”.

Não esquecemos que ANTES da CRIMINOSA invasão ianque a palavra TERRORISMO e TERROR não existiam no Iraque.

Os únicos que são culpados de cometer atos terroristas são os invasores e seus títeres, que torturam, prendem e matam o povo diariamente.
Aqueles que defendem o Iraque com coragem, honra e dignidade são os HERÓIS DA RESISTÊNCIA.

Partido Baas construiu na Síria uma das mais sólidas democracias do Oriente Médio

O partido Baas – termo que em árabe significa RENASCIMENTO– comandou um processo revolucionário que transformou a Síria numa das democracias mais sólidas, desenvolvidas e participativas do Oriente Médio, um processo que tem sido aperfeiçoado pelo seu presidente atual, Bashar Al Assad.




http://www.barney1.hpg.com.br/partido_baas.htm
 
La Resistencia Iraquí: Cinco años después, reaparece el sucesor de Saddam


Addouri resume la estrategia y tácticas de la resistencia frente a EEUU
 
Por vez primera desde la invasión estadounidense de Iraq de abril de 2003, ha aparecido en escena Izzat Ibrahim Addouri, el vicepresidente del difunto presidente de Iraq Saddam Hussein, a pesar de la recompensa de diez millones de dólares fijada por su cabeza por los estadounidenses.

En una amplia entrevista celebrada el 26 de mayo pasado con Abdel-Azim Manaf, editor jefe del periódico egipcio Al-Mawqif Al-Arabi, que no se inscribe entre los medios dominantes, Izzat Ibrahim Addouri traza la estrategia y tácticas de la resistencia iraquí dirigida por el anterior partido gobernante, Al-Baaz.
La reaparición de Addouri y la estrategia de la resistencia que él traza representan un desafío directo a la potencia ocupante.

Manaf dijo a The Associated Press (AP) que había entrevistado a Addouri “en el campo de batalla”.

 La “conversación” se produjo “con un comandante que se hallaba en su territorio y entre sus soldados”, en “zona de guerra” y sobre el “campo de batalla mientras hablaban las armas”, decía Manaf en su introducción.

Addouri habló desde su puesto de “Comandante Supremo del Frente de Liberación y para la Yihad, como Secretario General Pan-Arabista del Partido Socialista Árabe Al-Baaz y Secretario de la Región de Iraq”, añadió el editor egipcio.

AP declaró que “se cree que Addouri juega un papel importante en las tareas de financiación” de la resistencia, “aunque se sabe poco sobre cómo lidera a los combatientes directamente sobre el terreno”.

Sin embargo, la potencia ocupante, EEUU, así como Irán y el régimen de Washington aliado de los iraníes llegados a Bagdad tras la ocupación, han tenido mucho interés en minimizar el papel jugado por Addouri y su partido en la resistencia nacional, y en su lugar han destacado el papel marginal jugado por Al-Qaida, que entró en Iraq por primera vez gracias a EEUU y a otros islamistas.

Si la historia pudiera iluminar los hechos actuales, la “censura” en las referencias a Addouri en la política de los medios de comunicación encontraría ecos en el plan de golpe británico-estadounidense que derrocó al gobierno del dirigente iraní Mohamed Musaddiq en agosto de 1953 y que sirvió para instalar al Shah en el poder.
“Un aspecto esencial de aquella conjura fue querer hacer pasar como seguidores del Partido Comunista Iraní Tudeh a la multitud que se manifestaba contra Musaddiq (multitud que era en realidad un grupo mercenario, sin ideología y pagado con dólares estadounidenses”).

 Como en todas y cada una de las intervenciones militares estadounidenses y británicas hasta el colapso de la URSS, se desplegaba el escenario de la ‘amenaza comunista’ como Historia Oficial…. La amenaza real del nacionalismo (y otros sucios objetivos para proteger los beneficios obtenidos a partir del petróleo) se minimizaba o eliminaba de la foto que se presentaba ante público”. [Mark Curtis, “Web of Deciet”, Vintage, 2003]. En Iraq, la maquinaria de la propaganda estadounidense se ha limitado a sustituir la “amenaza comunista” por la de Al-Qaida.

Manaf, en su introducción, señalaba que Addouri es un hombre muy religioso, muy versado en teología islámica y en historia árabe, muy allegado al sufismo.

Su cultura árabe e islámica se reflejaba ampliamente en sus respuestas, que estaban llenas de citas del Sagrado Corán y de frases de dirigentes históricos árabes y musulmanes, un hecho que en algunos momentos convirtió en misión imposible la traducción de su entrevista al inglés.

Addouri identificó a Al-Baaz como una “organización revolucionaria, un liderazgo valiente e innovador, una organización revolucionaria armada yihadista, que representa a un ejército intrépido y a unas gloriosas fuerzas armadas”.

Negando los informes de los medios sobre su mala salud (nació el 1 de julio de 1942), Addouri confirmó que: “Disfruto de buena salud y de un alto espíritu yihadista”, añadiendo que: “Creo hoy que estoy caminando hacia Dios y Su Profeta”, y que “he dejado atrás el mundo, su suerte y a mí mismo” para estar totalmente dedicado y “entregado a Dios y a su Amor” hasta “la victoria o el martirio”.

Tres Capítulos de la Resistencia

“Nuestra resistencia y lucha frente al ocupante estadounidense no son algo nuevo”, dijo Addouri. “Empezó en los primeros años de la formación de Al-Baaz para ampliarse y profundizarse tras la gloriosa revolución de Tammuz (julio) de 1968… Antes de 2003, el enemigo imperialista utilizó fuerzas locales de Iraq, y en algunos casos de la nación (árabe); otras veces utilizó poderes regionales para combatirnos en su nombre. Cuando sus instrumentos locales y regionales fracasaron a la hora de parar el renacimiento pan-árabe de Iraq, el enemigo estadounidense entró directamente en el campo de la lucha y el combate, acumuló grandes poderes y llevó a cabo por sí mismo la invasión y la ocupación”.

Identificó tres etapas en la resistencia iraquí a la invasión y ocupación encabezadas por EEUU: “El primer capítulo fue el enfrentamiento oficial, cuando las formaciones regulares de las valientes fuerzas armadas se levantaron frente a la invasión; después vino el lanzamiento de la confrontación popular contra la invasión, que se entrelazó con lo anterior capítulo. La integración popular, la oficial y la militar se produjeron inmediatamente y la guerra popular de liberación empezó durante la primera semana de la invasión, planificada por los dirigentes y de acuerdo con su estrategia”.

Durante este segundo capítulo de formación de la resistencia desde las organizaciones civiles del partido, el fedayin Saddam y los voluntarios tomaron parte en el desarrollo de nuestras “operaciones de martirio”. Las “gloriosas mujeres iraquíes participaron en las primeras formaciones de la resistencia popular”. Algunas de esas mujeres realizaron “operaciones de martirio, la primera de las cuales fue la heroica operación desarrollada por dos mujeres en Bagdad el tercer día de la ocupación; otra operación fue llevada a cabo por una gloriosa mujer iraquí en Al-Nasiriya, al sur de Iraq”.

El “tercer capítulo es el mantenimiento de la resistencia y la prosecución del combate hasta la liberación de Iraq”.

Addouri dijo que durante la ocupación cayeron más de 1,3 millones de iraquíes y que “la cifra de mártires de Al-Baaz en esas batallas fue de más de 120.000”.

Considera “ese histórico y decisivo enfrentamiento”, que describe como “la batalla santa”, como el “destino y la responsabilidad de Al-Baaz tanto como la responsabilidad del gran pueblo iraquí y sus capacidades islámicas, pan-árabes y yihadistas nacionales, y del pueblo libre de nuestra nación y humanidad (árabe) como conjunto”, al haber devenido todos en “objetivos de la invasión”.

Preparados para Negociar la Retirada Estadounidense

Addouri parecía confiar totalmente en la victoria y reiteró que ha sido derrotada ya la ocupación dirigida por los estadounidenses y que están buscando desesperadamente una salida”. La “resistencia ha destruido la alianza del mal, cuyos integrantes están escapando uno tras otro. Sólo Bush sigue empecinado en su debacle”, dijo.

En respuesta a las preguntas sobre qué había de verdad en los informes de los medios alegando que se habían producido “contactos entre Vd. y los estadounidenses”, de si había habido algún “contacto directo o indirecto con autoridades oficiales estadounidenses”, de si “estaba deseoso de negociar con los estadounidenses” y en caso de que la respuesta fuera positiva “¿cuáles eran los términos de la negociación?”, “si llevaría las negociaciones personalmente” o autorizaría a otros a negociar, si esas negociaciones serían bilaterales (entre Al-Baaz y EEUU) o en nombre del “frente” de la resistencia, y si estaba seguro de que el resultado de las negociaciones se correspondería con el peso real de la resistencia sobre el terreno, “como dice el refrán, no puedes llegar en la mesa de negociaciones más lejos de lo que llega tu artillería”, Addouri dijo:

“Amigos y enemigos” conocen muy bien nuestra estrategia, que los medios han publicado ya; “Al-Baaz no negocia con nadie en absoluto si no reconoce de antemano esta estrategia, y no negociará con EEUU ni con intermediarios o amigos salvo sobre esa base. Si el enemigo reconoce esta estrategia, nos sentaremos con ellos directamente, negociaremos con ellos y les ayudaremos a salir de nuestro país sin perder la cara y facilitando su salida. Si no se produce ese reconocimiento, no hay negociaciones con el enemigo ocupante”.
“Al-Baaz se reunirá con todo aquel que quiera hacerlo, salvo con la entidad sionista (Israel) y el gobierno de colaboracionistas de la Zona Verde… Nos sentiremos felices cuando el enemigo se convenza de su derrota, acepte nuestra estrategia y se siente con nosotros a negociar un programa para su puesta en marcha”, añadió.

Addouri detalló su estrategia, indicando que “cualquier negociación con los invasores sin dicha estrategia representa una deserción y una traición, y eso es algo que rechazan todas las facciones islámicas, pan-árabes y nacionales de la resistencia”:

Reconocimiento oficial en firme de la resistencia nacional tanto armada como desarmada, incluidas todas sus facciones y partidos (políticos), como la única y legítima representante del pueblo de Iraq.

Declaración oficial de retirada incondicional de Iraq por parte de los dirigentes estadounidenses.

Declarar nulas y sin efecto todas las instituciones legislativas y políticas, así como todas las leyes y legislaciones emitidas por las mismas desde el momento de la ocupación, empezando por la ley de desbaazificación, compensando a todos los que se hayan visto adversamente afectados por todas ellas.

Poner fin a los asaltos, las persecuciones, los arrestos, los asesinatos y los desplazamientos.

Liberación de todos los prisioneros de guerra, prisioneros y detenidos sin excepción, compensándoles por todos los daños físicos y psicológicos.

Reinstaurar en el servicio al ejército y a las fuerzas nacionales de seguridad, de acuerdo con las leyes y regulaciones anteriores a la ocupación, y compensando a todos aquellos que se hubieran visto adversamente afectados por su disolución.

Compromiso de compensar a Iraq por todas las pérdidas morales y materiales provocadas por la ocupación.

Tácticas de la Guerrilla Iraquí

Addouri detalló sus criterios sobre “la guerra de liberación popular y la guerrilla”, aconsejando a los combatientes de la resistencia que se “adhirieran a los principios y normas” de esta clase de guerra y enumeró las quince tácticas “más eficaces” para dañar al enemigo:

Primera, “aparecer rápidamente por detrás, enfrente y a los lados del enemigo como dictara la naturaleza del lugar, momento y clima de la operación, y el tipo y naturaleza del objetivo; después atacar velozmente y desaparecer rápidamente antes de que el enemigo pueda tener tiempo de reaccionar”.

Segunda, “en la planificación, realización y selección del objetivo, poner mucho empeño en hacer daño al enemigo”, añadió.

Tercera, “tu arma es tu vida, por eso ten cuidado para mantenerte siempre alerta y lejos de los ojos del enemigo y de sus espías”.

Cuarta, “proteger la seguridad de la información… como una línea roja o una cuestión sagrada” y no confiar en nadie “porque la confianza no tiene límites en sociedad”.

Quinta, “sin espías, el enemigo es como un ciego, por eso haz cuanto puedas para descubrirles y eliminarles”.

Sexta, “no te dejes llevar por sucesivas victorias” o te sientas tentado a “alardear de ellas” o perderás tu autocontrol ante las alabanzas por tus actos heroicos, no te conviertas en un fanfarrón de tu éxito, “sé consciente de que el enemigo trata de cazarte siempre, por eso sé discreto, pasa inadvertido y vigilante”.

Séptima, “inflinge las mayores pérdidas en las filas de tu enemigo y trata de disminuir la máximo los daños en las tuyas”.

Octava, “pónselo difícil al enemigo durante sus horas de descanso, no permitas que encuentren seguridad en ningún lugar y no les des tiempo para que se recuperen”.

Nóvena, “las líneas de suministro son el salvavidas del enemigo”, por eso “concéntrate y corta” esas líneas.

Décima, “concéntrate en las bases, campos y cuarteles del enemigo día y noche” para “romper su moral”.

Onceava, “tómate el tiempo necesario para tratar con todo cuidado con los traidores y espías para evitar herir a los inocentes”.

Doceava, “extiende el círculo de control, seguimiento y caza del enemigo… para que no te sorprenda”.

Treceava, “mantén tus lazos tradicionales con tus familiares, vecinos, barriada y amigos, y profundiza y estrecha esos lazos, pero no les hagas sentir que tienes una misión que ellos no comprenden” y “ayúdales a superar los detalles y la dureza de la vida diaria, que son tantos hoy día” para que te protejan cuando estés en peligro y no te entreguen al enemigo; ellos son “tu armadura segura y tu honesto amparo”.

Catorceava, “cree en Dios… que sea nuestro punto fuerte de partida”.

Quinceava, “lucha por amor de Dios contra los enemigos de Dios… hasta que el tirano… hasta que los invasores sean derrotados, hasta la clara victoria, hasta la liberación de la patria, y levanta la bandera de ‘No Hay más Dios que Dios’ y recupera la ‘Bandera de Dios es el Más Grande’ para que vuele por los cielos de Iraq”, afirmó Addouri

Otros Extractos de la Entrevista

- Manaf: Se ha indicado que la resistencia iraquí se conformó inmediatamente después de la profanación de la tierra de Iraq por las fuerzas estadounidenses. ¿Cómo pudo la resistencia nacer y crecer con tanta rapidez?

- Addouri: “El Partido Socialista Árabe de Al-Baaz es el partido de Iraq y de la nación árabe… No dejará las armas ni parará de luchar ni siquiera una hora día y noche y la marcha de sus yihadistas no se detendrá nunca… No se dejó sorprender por lo ocurrido sino que aumentó… su determinación de continuar combatiendo implacablemente contra los invasores, sus cómplices y espías sin importar los sacrificios ni el tiempo que cueste conseguir la completa victoria y la liberación de Iraq”.

Papel del Ejército

- Manaf: ¿Qué papel juegan en la resistencia los oficiales y soldados de las fuerzas armadas iraquíes?

- Addouri: Actualmente juegan “un papel heroico y decisivo en la marcha de la resistencia. Además de su papel de lucha yihadista a través de sus propias formaciones… bajo la enseña del Mando General de las Fuerzas Armadas; están distribuidos de acuerdo con la guía del liderazgo del partido Al-Baaz y el Mando General de las Fuerzas Armadas; en otras facciones yihadistas donde actúan como comandantes de campo, planificadores, técnicos, constructores y promotores de la mayoría de las diversas armas de la resistencia. Representan el alma de la resistencia y el secreto de sus innovaciones, realizaciones y victorias”.

Nuevos Métodos “Sin Precedentes”

- Manaf: ¿Qué distingue a la resistencia iraquí? ¿Cómo puede combatir al ocupante en campo abierto?

- Addouri: “La resistencia depende de las normas y principios de las guerras populares y la guerra de guerrillas, aunque después de desarrollar sus métodos y tácticas de combate ha sido innovadora en su logística y operaciones especiales. Y más importante, se ha adaptado al medio iraquí para actuar en función la guerra popular. Mediante la práctica, ha desarrollado mucho esas normas para “moverse con rapidez” a fin de conseguir que “toda la tierra sea nuestra y todo el tiempo sea nuestro” y ser capaces de convertir en anticuado lo que es nuevo para el enemigo en aras a “enfrentarle con nuestras propias innovaciones”.

“Hemos elaborado e innovado nuevas vías y métodos que no tienen precedentes en las guerras populares de liberación, o incluso en las ciencias de la inteligencia… No puedo entrar en más detalles por razones de seguridad; eso es lo que mantiene a la resistencia y a sus dirigentes, es un secreto misterioso para humillar al enemigo, a sus colaboradores y espías”.

Al-Baaz Vive y… Continúa Reclutando Partidarios

- Manaf: En estos momentos, ¿están distribuidas por igual las formaciones de su resistencia para cubrir todo el área de Iraq o se concentran en ciertas zonas y gobernorados?

- Addouri: “El partido (Al-Baaz) tiene más de medio siglo de antigüedad en Iraq…. La organización hoy en día de Al-Baaz… es más fuerte en muchos casos de lo que era antes de la ocupación… (No voy a dar más detalles por razones obvias) Al-Baaz se manifestará a su debido tiempo”. En la actualidad el partido está presente en todas las ciudades, pueblos, llanuras, montañas y desiertos de Iraq; en el exterior de Iraq también está presente entre los iraquíes dondequiera que estén, en todos los países árabes o en países extranjeros”.

Después de la ocupación, a pesar de las “duras condiciones” para incorporarse al partido y de la campaña de desbaazificación, “miles se unieron al partido, la mayoría gente joven de entre 16 y 25 años. Decenas de miles de otros iraquíes se unieron a las facciones de la resistencia dirigidas por Al-Baaz”.

“Finalmente, surgió el Frente Islámico, Pan-Árabe y Nacional; Al-Baaz es uno de sus pilares básicos”.

Sin Apoyo Exterior

- Manaf: La resistencia iraquí es única en el hecho de que no tiene apoyos o financiación internacionales, regionales o árabes; ¿cómo es que Al-Baaz ha podido mantener la fuerza y escalada de la resistencia?

- Addouri: “Nuestra resistencia… no sólo no tiene financiación fuera de las fronteras del país, lo que es peor y más amargo es que el 99% de los poderes con influencia del mundo están o directamente implicados con el enemigo contra ella o simpatizan con el enemigo; el uno por ciento, que simpatiza con la resistencia, le ha vuelto la espalda por miedo a sus enemigos, pero Dios proveyó y ha hecho que no les necesitemos. El pueblo de Iraq ha aportado su dinero y sus hijos; es una fuente inextinguible”.

- Manaf: Hay quien dice que el papel de Al-Baaz en la resistencia es limitado. ¿Cuál es el tamaño de la resistencia dirigida por Al-Baaz?
- Addouri: “El ocupante enemigo y sus socios regionales y locales han lanzado un genocidio contra los baazistas, sus familias, seguidores y simpatizantes. La constitución de los colaboracionistas, que fue preparada por la CIA, incluye un artículo racista nazi que estipula la liquidación de Al-Baaz como organización, pensamiento y personas”.

“Establecieron como objetivo la liquidación física, destrucción y desplazamiento de la sociedad del partido hasta el último de sus integrantes”.

“Uno de los más importantes y peligrosos métodos de desbaazificación, después del asesinato y liquidación física de los baazistas, es el intento de censurar totalmente el papel de Al-Baaz en el campo de batalla como partido resistente y resistencia armada, desprestigiando su imagen y papel”.

“Si el Baaz no hubiera sido quien inició la resistencia desde el primer día de la invasión y la ocupación, y no hubiera actuado como si la batalla fuera la suya propia y la causa su propia causa, el mundo no podría haber visto la aparición de la más fuerte de las resistencias nacionales inmediatamente después de la invasión”.

“El resto de facciones de la Yihad aparecieron una vez que la resistencia estaba profundamente enraizada en la confrontación con el ocupante y socavando su estrategia; algunas de ellas se formaron y empezaron a actuar tres años después de la ocupación.

Operaciones Documentadas con CD

“La columna vertebral” de la “amplia y fuerte base de la Yihad hoy es la resistencia de Al- Baaz y la de las fuerzas islámicas, pan-árabes y nacionales, con los miembros del Alto Mando de la Yihad y la Liberación en vanguardia, que abarca todo Iraq”, desde Um Qaser por el sur hasta Zajo por el norte, y desde Al Qaim por el oeste a Janqin y Mandali por el este.

Esta resistencia es objeto de un asedio político, económico y de los medios a fin de censurar y suprimir sus operaciones militares, actividades políticas y su destructiva influencia física y psicológica sobre los soldados de la potencia ocupante y sus fuerzas en Iraq.

“¿No ve cómo los invasores, colaboracionistas, traidores, espías y renegados… a pesar de sus diferencias en muchas otras cosas, están de acuerdo en censurar su papel y acciones y en vez de eso expandir la proclama de que la resistencia es terrorismo?”

“He documentado mediante CD miles de operaciones de los pasados cinco años contra el enemigo… aunque el enemigo está enalteciendo el papel de otros grupos, algunos de los cuales se formaron directamente, o a través de intermediarios por la misma ocupación, y algunas otras se formaron por poderes extranjeros hostiles a Iraq… que matan a la gente en base a los datos de su documento de identidad (Addouri se estaba refiriendo explícitamente a las milicias sectarias formadas por Irán, pero no mencionó a Irán por su nombre).

Futuro Sistema Pluralista

- Manaf: ¿Cómo percibe el proceso político en curso en Iraq? ¿Qué tiene que comentar acerca de las conferencias de reconciliación de las que se ha informado bajo los auspicios de la Liga de Estados Árabes?

- Addouri: “No hay tregua con esos… y resistiremos cualquiera que sea la entidad que se establezca bajo la ocupación y a su servicio, y entre ellos, y en primer lugar, el gobierno de traidores de la Zona Verde”.

- Manaf: ¿Tiene pensada alguna estrategia para administrar el gobierno de Iraq una vez que se produzca la liberación?

- Addouri: Desde el primer día de la ocupación, Al-Baaz hizo un llamamiento a la “unidad de la resistencia como una necesidad histórica”. Con esfuerzo y persistencia, el partido logró formar el “Frente Islámico, Pan-Árabe y Nacional en 2005”, después la “Yihad y el Frente de Liberación, para integrar a las facciones armadas sobre el campo (33 facciones armadas de la resistencia, según él). Ambos frentes están abierto a todas las fuerzas políticas y armadas contra la ocupación” a fin de conseguir una unidad mayor durante la liberación y después de ella.

Al-Baaz no ha adoptado nunca una postura de partido único; “no cree en ella y rechaza la teoría del partido único”. Sin embargo, en el pasado, y por “circunstancias objetivas”, ofreció “la teoría del partido dirigente”.

“Al-Baaz cree profunda y principalmente en la creación de un sistema democrático nacional pluralista en el que el poder se rote democráticamente a partir de las urnas y de elecciones justas, libres y transparentes”.

Cualquier desviación de este aspecto habida en el pasado “se incluye en el contexto de los errores” de la historia de Al-Baaz.

Compromiso con la Autonomía Kurda

- Manaf: ¿Qué programa tiene para abordar la cuestión kurda tras la liberación?

- Addouri: “Creemos firmemente en que nuestro pueblo kurdo no conseguirá sus derechos nacionales y culturales… más que dentro de la unidad de… un Iraq libre, liberado, independiente y próspero… El Partido del Baaz seguirá comprometido con la declaración histórica de marzo de 1970 y con la Ley de Autonomía de 1974 como base para abordar los derechos políticos, culturales y nacionales de nuestro pueblo kurdo de Iraq”.

- Manaf: Hace poco que se fundó públicamente el “Partido por la Justicia y la Libertad del Kusdistán”, que está en contra de la ocupación, ¿qué papel espera que juegue este partido en el Kurdistán?

- Addouri: Se han fundado dos partidos kurdos en nombre del partido por la libertad y justicia del Kurdistán, uno presidido por Yohar al-Hirki, hijo de una importante familia kurda iraquí que es leal al pueblo de Iraq, y el otro está presidido por el “hermano combatiente” Arshad Zibari. Ambos han hecho grandes sacrificios desde sus familias y tribus contra la ocupación y en defensa de la libertad e independencia de Iraq.

“El nacimiento de ambos partidos contribuirá a fortalecer y extender el movimiento nacional kurdo contra la ocupación y quienes la apoyan”.

Nicola Nasser es un veterano periodista árabe que vive en Bir Zeit, Cisjordania, en los territorios palestinos ocupados por Israel.

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández

Enlace con texto en inglés:

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=9192
http://www.webislam.com/?idt=10090


A volta do Partido Ba'ath

Por Humam al-Hamzah 07/04/2007 às 16:03

O jornal "Oriente Médio Vivo" tem como um de seus principais objetivos oferecer informações justas sobre os atuais conflitos no Oriente Médio.



Mulheres pegam em armas
 numa vila próxima a Bagdá: resistência à invasão americana

 

A volta do Partido Ba'ath

Em uma manobra descrita por especialistas como ?um passo positivo? na direção da reconciliação entre sunitas e xiitas no Iraque, o primeiro-ministro do Iraque, Nuri Kamal al-Maliki, e o presidente Jalal Talabani anunciaram um plano que permitirá o retorno do Partido Ba?ath ao governo iraquiano. Perseguidos pelas forças de ocupação estadunidenses, o Baath, partido de Saddam Hussein, é hoje um dos financiadores da Resistência Iraquiana.

O Partido Ba?ath, fundado na Síria na década de 1940 por um grupo de intelectuais sírios, foi o único partido político legal na Síria até 1963, mas divisões internas do partido culminaram com a fragmentação do grupo pioneiro. O partido subiu ao poder no Iraque pela primeira vez em fevereiro de 1963, sob o comando de Abd al-Salem Arif. Após pressões do Ba?ath da Síria no governo do Iraque, o partido foi dividido mais uma vez, separando os ?moderados? dos ?extremistas?. Os ?moderados? mantiveram o poder, e os ?extremistas? foram descreditados. O ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein, foi eleito assistente secretário-geral do partido em 1966. Em 1968, Saddam participou do golpe liderado por Ahmad Hassan al-Bakr e Briyan al-Reddyb, que tirou Abd al-Salem Arif do poder. Após o golpe de sucesso, Al-Bakr se tornou presidente e Saddam Hussein seu assistente e líder do Conselho do Comando Revolucionário Iraquiano. Os dois, ambos de Tikrit, trabalharam juntos no poder e se tornaram líderes absolutos do Ba?ath. Aos poucos, Saddam Hussein emergiu como principal homem do partido, e em 1969 estava claramente na liderança do país.

Após a invasão do Iraque em 2003, oficiais do partido foram retirados de seus cargos. Muitos foram presos, alguns executados, e outros fugiram para países vizinhos. Um dos principais homens do Ba?ath que conseguiu escapar, Izzat Ibrahim ad-Douri, é hoje o homem do regime de Saddam Hussein mais procurado pelos estadunidenses. Atualmente em exílio na Síria, Ad-Douri foi entrevistado pela revista estadunidense Time em julho de 2006. O iraquiano afirmou que ?o exército iraquiano mantém poder sobre 95% da Resistência Iraquiana?, e ele, como ex-comandante do Exército do Iraque, financia a Resistência e a lidera estrategicamente. No dia 3 de janeiro de 2007, após a execução de Saddam Hussein, o Ba?ath, ainda banido no Iraque, anunciou oficialmente Ad-Douri como novo líder do partido.

O novo plano do atual governo iraquiano poderá finalmente colocar a Resistência Iraquiana, apoiados pelo povo do Iraque, na disputa pelo poder do país. O anúncio também coincidiu com a notícia dos estadunidenses de que iriam ?dialogar? com os sunitas anti-ocupação. A mudança representa uma nova estratégia para encarar o crescimento da Al-Qaeda no Iraque, que não age de acordo com a Resistência Iraquiana, o que gera conflitos sectários. Se também colocados no poder, os ataques diários da Resistência Iraquiana poderiam cessar, isolando e facilitando assim a identificação de ações lideradas pela Al-Qaeda. A mudança de planos representa claramente a situação da derrota estadunidense no Iraque, que agora procura se reconciliar com o Ba?ath para enfrentar a força representada pela Al-Qaeda.

O Partido Ba?ath lançou um comunicado oficial após o anúncio dos planos do governo iraquiano. Segundo eles, ?a Resistência Nacional Iraquiana destruiu as bases dos projetos estadunidenses: o controle do petróleo iraquiano e a colonização do país?. O comunicado segue descrevendo o sucesso da Resistência Iraquiana nos quatro anos da ocupação do Iraque, e termina com a seguinte nota: ?Hoje, ao entrarmos no quinto ano da ocupação, o mundo se convenceu de que a Resistência Iraquiana se tornou o único superpoder no Iraque, que destruiu a influência estadunidense e enterrou a sua reputação na
lama da maior das derrotas?. O Ba?ath está de volta.

FONTE:

Jornal Oriente Médio Vivo -  http://www.orientemediovivo.com.br/



Email:: contato@orientemediovivo.com.br


29/12/2006 - 17h54


Haider pede que europeus salvem Saddam e que Bush seja julgado

da Efe, em Viena

O líder ultranacionalista austríaco Joerg Haider pediu que os europeus unam esforços para impedir a execução de Saddam Hussein e fazer com que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, seja julgado como criminoso de guerra.

Em declarações à edição de amanhã do jonral "Österreich", Haider, membro do governista BZÖ (Aliança para o Futuro da Áustria) e chefe de governo do Estado federado de Carintia, acha que o ex-ditador Saddam Hussein deveria "encontrar asilo em algum canto do mundo".

"Faço um chamado às forças sensatas da Europa para que, por todos os meios, tentem fazer com que essa condenação sem sentido não seja cumprida", disse o polêmico político austríaco em referência à pena de morte ditada contra Hussein.

Ao mesmo tempo, o ultranacionalista exige que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e seu antigo secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, sejam levados à Justiça como "criminosos de guerra".

"Eles lideraram uma guerra contra um país pacífico [Iraque], assassinaram, torturaram, violaram mulheres e levaram toda a nação ao caos", disse Haider, depois chamar Bush de "um tolo" e de criminoso.

No entanto, Haider disse que não espera que a Áustria se pronuncie em favor de Saddam Hussein, apesar de seu partido governar o país em uma coalizão com o Partido Popular (ÖVP).

O líder austríaco visitou duas vezes o ex-ditador iraquiano, a última vez um pouco antes da invasão liderada pelos EUA em março de 2003.

بغداد والشعراء - فيروز
Bagdá e poetas - Fairuz



Poema em homenagem aos milhões de mortos e milhões de expatriados da ocupação
 e
das sansões americanas contra o Iraque:


Mesopotâmia (*)


Era uma vez, a "terra entre dois rios":


um arabesco ornado pelo vento,


porto de antigos sonhos e navios...


flor consagrada no jardim do tempo!





Tal terra foi chamada "paraíso":


bíblico berço incólume da História!


Ali se ergueram torres cujo piso


subiu ao alto cume em toda a glória!





Mas o Ocidente bárbaro e hostil,


sem leme, sem raízes, nem passado,


deitou à areia a água do cantil


que à humanidade havia saciado!





É o vídeo-game, a tecnologia


rasgando a alma árabe, a mais secreta,


é essa cultura da selvageria


que abafa a voz eterna do Profeta!





O grito da Jihad, então, virá...


e todo o mundo islâmico há de inflamar:


"Meu sangue e vida dou por Baghdad!"


Deus é Maior! "Allah hu Akbar!"





E os Anjos do Senhor, em altos brados,


irão abrir as portas de Babel,


louvando o sangue mártir derramado


dos fedayin em luta para o Céu!




Yasmin Anukit, Poema, 1/4/2003


(*) Mesopotâmia: "terra entre rios"

(*) Babel: "porta de Deus"

(*) fedayin: "os que se sacrificam"..

Picture of Prou Iraqii.
Que Deus abençoe o Iraque! Blessings upon Iraq!
foto de Yasmin Anukit
Site:
http://www.yasminanukit.com.br
Respostas obtidas no site Yahoo!Respostas:

"E surgirá da terra um novo Salah ad-Din Yusuf ibn Ayyub que expulsará a todos os invasores, estes verdadeiros terroristas; assim como foram os invasores do passado, expulsos de Jerusalém.
Fonte(s):

É a Lei da causa e efeito." - por Jorge B

Saber mais aqui: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100905182331AA94AFJ&r=w

domingo, 29 de agosto de 2010

A RESISTÊNCIA IRAQUIANA EXPLODE FANTOCHES DA OCUPAÇÃO DE NORTE A SUL DO IRAQUE. QUEM MANDOU INVADIR O IRAQUE?

http://www.barney1.hpg.com.br/uom.htm
Uma onda coordenada de ataques da Resistência varreu o Iraque, de sul a norte, na quarta-feira dia 25, explodindo delegacias fantoches e destroçando comboios e postos de controle.

Três centenas de colaboracionistas foram abatidos.

Os nomes das cidades e vilas dos ataques “podem ser lidos como a história da guerra: Faluja, Ramadi, Tikrit, Kirkuk, Basra, Karbala e Mossul”, descreveu o “New York Times”.

Em Bagdá, foram cinco ataques, em Amiria, Qahira, Karrada, Amil e Kadmia.

O QG da polícia de Kut, na província sulina de Wasit foi destruído.

Ações ainda em Iskandaria, Baqba, Buhriz, Samarra, Dujail, Muqdadia, Beiji e Balad Ruz, com emboscadas, mísseis, bombas improvisadas e carros-bomba.

Na semana passada, a guerrilha matou um soldado dos EUA e, antes, explodiu uma centena de SOLDADOS LACAIOS que esperavam em fila os seus trinta dinheiros.

A onda de ataques, “em cada canto do Iraque”, segundo a BBC, ofuscou a encenação da próxima terça-feira em uma base dos EUA em Bagdá, com a presença do presidente Obama, em campanha eleitoral de meio de mandato, para a mudança do nome da ocupação para “Operação Nova Alvorada”, e dos 50 MIL INVASORES REMANESCENTES, para “conselheiros e adestradores”.

Já o líder da Resistência e do Partido Baas, Izzat Ibrahim Al Duri, CONVOCOU os iraquianos a aproveitarem o ensejo e transformarem em “túmulos dos invasores” as bases em que os ianques se aboletaram.

Detalhes Adicionais

Luísa, eu sei quem mandou foi o "loko" do Bu$h.


Eu quis dizer que não adianta chorar pelas mortes dos INVASORES (soldados e mercenários da invasão: EUA e aliados - porque eles é que invadiram.


Temos que ter dó, compaixão é dos INVADIDOS (Iraquianos).

Schacht: Você deveria fazer um tratamento médico psiquiátrico.


O tempo que você passou como INVASOR MERCENÁRIO da 4ª Cia dos EUa, deve ter te deixado com problemas seríssimos, mal esse que atinge muitos INVASORES.


Liberdade que há, como você diz, que há no meu país, BRASIL, devido ao Presidente Lula.

Idéias nazistas?


Vai se tratar porque você está sendo muito inconveniente.

Sobre você: "Moro nos EUA ha' alguns anos, atualmente estou no estado do Colorado e sou militar do US Army. Gostem ou nao, nao dou a minima.


Pelo menos tenho orgulho do que faco e sou considerado heroi aqui. Aos criticos que falam besteira vejam primeiro o que fazemos para depois falar. Muita gente nunca teria coragem de fazer o que fazemos."



Está mais do que confirmado que você é um invasor do Iraque.


Sorte a sua de não ter voltado num saco plástico.

Realmente, eu não teria CORAGEM de invadir, ocupar, humilhar, violentar, destruir, massacrar mulheres, crianças, famílias de outros países, como os invasores fizeram no Iraque, Afeganistão ...


Você deveria TER VERGONHA!

Mano: Você disse que eu sou "alienada amante de terrorista".


Se eu fosse o que você disse, certamente, eu estaria apoiando os INVASORES e nãoos INVADIDOS.


Terrorista e alienado é quem MATA, INVADE e OCUPA o país dos outros.


Quanto ao Jorge, eu o conheço e sei perfeitamente que ele não precisa ficar fazendo "fakes" para receber pontuação.

Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:

"Quem mandou invadir o Iraque? Ora, foi o ex presidente George War Brush...ops..Bush..de Blair." - por Luisa

"Quando a Alemanha de Hitler invadiu a França, não foi a resistência quem teve seus dias de Glória?, quando os Partizzianni, resistência Italiana, contribuiu, com a ajuda dos aliados, a expulsarem os Nazistas de seu País, não foram heróis? Muito interessante que não foram, não são e não serão chamados TERRORISTAS assim como estão tentando nominar a RESISTÊNCIA Iraquiana.........


Eu prefiro um herói morto do que um covarde mercenário vivo.


Tenho escrito: o pior cego é aquele que vê e não quer enxergar.


Tentem me enganar que eu gostio.


Fonte(s):


Muito simples, é só saber interpretar e se colocar no lugar dos Iraquianos, mas dos Iraquianos e não dos traidores do povo, do País. - por Jorge B

"Estamos esperando o dia que vocês nos desafiarem para valer. Estamos preparados, assim como todos os nossos aliados. Podem desfrutar da nossa liberdade de expressão, demonstrada pela internet, mas as idéias nazistas de vocês nunca prevalecerão no mundo. Veremos quem será' realmente derrotado numa guerra pra valer." - por Schacht


"Afffff lá vem a alienada amante de terrorista escrevendo besteiras , vc não toma jeito na vida não?
------------------
Jorge B é outro sem noção, faz várias contas falsas para votar nele mesmo."
 - por Mano ZL

"Como eu já havia escrito aqui a muito tempo atrás, os EUA iriam deixar o Iraque destruído e em guerra civil.



Não sou a favor dos sunitas ou xiitas, só lamento ver um país de tanta história ser destruído pela ignorância e arrogância de uma potência hegemônica e sem moral.


Saem se dizendo vencedores, quando na verdade foram humilhados do mesmo jeito que foram no Vietnã e certamente serão no Afeganistão.


Vão deixar um contingente necessário para proteger a ação predatória das empresas americanas, as únicas beneficiárias reais dessa guerra insana.


É impossível se subjulgar a vontade de um povo, por mais que se recorra a violência."


Um abraço!!! - Melhor Resposta


Mais respostas aqui:

http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=ArImrihxvKOSfOnMc7.LwmrJ6gt.;_ylv=3?qid=20100827200940AAA2IsW

Relembrando 2003: O início da invasão ao Iraque

06/04/2003 - Tropas americanas entram em Bagdá


04/04/2003 - Iraque faz ameaça de ação não-convencional

04/04/2003 - Coalizão anuncia tomada do aeroporto de Bagdá

04/04/2003 - Americanos estão nos arredores de Bagdá

03/04/2003 - Infantaria dos EUA estaria a 10 km de Bagdá

03/04/2003 - EUA chegam a 30 km de Bagdá

02/04/2003 - Feridos dizem que força dos EUA é insuficiente

02/04/2003 - Coalizão ataca tropa de Saddam e ruma a Bagdá

01/04/2003 - Ataques matam dezenas de civis

01/04/2003 - EUA vão dividir Iraque em 23 ministérios

01/04/2003 - Coalizão intensifica ataques

01/04/2003 - Ajuda humanitária enfrenta problemas

31/03/2003 - Guerra: Iraque diz que matou 54 em 24 horas

31/03/2003 - EUA e Iraque se enfrentam a 100 km de Bagdá

31/03/2003 - Em Bagdá, aeroporto será prioridade

30/03/2003 - Bombardeio a Bagdá atinge palácio presidencial

30/03/2003 - Avanço a Bagdá é interrompido

29/03/2003 - Emboscada: mais 2 soldados dos EUA são mortos

29/03/2003 - Carro-bomba mata 4 soldados dos EUA no Iraque

28/03/2003 - Ataque deixa mais de 50 mortos

Saddam reaparece na TV e conclama à resistência

SADDAM HUSSEIN
Legítimo Presidente do Iraque

BAGDÁ - O presidente do Iraque, Saddam Hussein, pediu a seu povo hoje, sexta-feira, que resista à invasão das tropas aliadas em um discurso na televisão, poucas horas depois de as forças anglo-americanas terem anunciado que assumiram o controle do aeroporto de Bagdá.

"Com a ajuda de Deus, venceremos", afirmou Saddam, que pronunciou seu discurso vestido com uniforme militar.

O líder iraquiano afirmou que as forças encarregadas a invasão do Iraque 'serão derrotadas' e mencionou concretamente a ação levada a cabo no último dia 24 de março por um camponês que derrubou um helicóptero Apache americano "com suas próprias armas".

Saddam se referiu também aos últimos movimentos das forças anglo-americanas para destacar que elas "evitam o enfrentamento direto" com as defesas iraquianas.

"Vocês pertencem ao glorioso povo de Bagdá. Cada vez que se aproximarem, ataquem", pediu.

"Vocês são agor, povo de Bagdá e povo do Iraque, o símbolo da dignidade e, com a ajuda de Deus, o símbolo da vitória".

"Deus é grande, a dignidade pertence a Deus e a vitória pertence ao Iraque", acrescentou o presidente iraquiano, que pediu a seu povo que resista às forças invasoras com "seus princípios, seu patriotismo e a honra dos homens e mulheres" iraquianos.

Pela primeira vez, em seu discurso de hoje, Saddam referiu-se diretamente a fatos ocorridos depois do começo da guerra, como a derrubada por um camponês do helicóptero Apache.

Fontes britânicas e americanos tinham expressado suas dúvidas sobre o estado de Saddam e chegaram a analisar a possibilidade de que estivesse morto.

Este é o terceiro discurso do presidente iraquiano lido por ele mesmo desde o começo da guerra. O primeiro foi n o dia 20 de março, poucas horas depois do começo dos bombardeios da coalizão, e o segundo foi pronunciado em 24 março.

Saddam terminou seu discurso como costuma fazer, com a frase:

 "Deus é grande. Longa vida ao Iraque, longa vida à Palestina".

Agência EFE

[04/04/03 - 13:45]

Resistência

Presidente iraquiano promete toda força contra invasores

O presidente iraquiano Saddam Hussein exortou o povo do Iraque a “lutar com as próprias mãos”, segundo um comunicado lido ontem na TV iraquiana. O comunicado, dirigido à população do sudeste de Bagdá, foi lido pelo ministro da Informação Mohammed Saeed al-Sahhaf. “Lute com suas próprias mãos. Deus é grande”, diz o comunicado. Na quarta-feira, a TV iraquiana mostrou imagens do presidente relaxado, reunido com o vice-presidente Taha Yassin Ramadan e o vice-primeiro-ministro Tariq Aziz.

O presidente pediu também aos habitantes de Kut (170 quilômetros ao sudeste de Bagdá) uma "resistência sem esmorecimento contra os mercenários", em referência aos invasores anglo-americanos. A mensagem citou o líder da guerrilha Fedaím dentro da província de Kut, Gazi Hamud e pediu: "Combatam (os invasores) com tudo o que tenham nas mãos, com toda força".

Ontem, a TV também mostrou imagens de um avião de combate norte-americano que, segundo afirmou o narrador, foi abatido por forças do Iraque em Basra, no sul do país. As imagens mostraram partes do avião com inscrições em inglês. Ao redor havia dezenas de iraquianos armados gritando frases de apoio a Saddam Hussein. “Nossos combatentes abateram um avião de guerra norte-americano depois que ele atacou um bairro popular de Basra”, disse o narrador. Um helicóptero Black Hawk do Exército dos Estados Unidos também foi derrubado no sul do Iraque, causando a morte de sete dos 11 soldados a bordo.

SABER MAIS AQUI: http://www.barney1.hpg.ig.com.br/mensagens_di_iraq.htm

Oriente Médio Vivo - Entre rios de resistência

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Por Humam al-Hamzah


Jornal Oriente Médio Vivo

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ENTRE RIOS DE RESISTÊNCIA


Desde o primeiro dia da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003, atrás das “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein, que nunca existiram, a heróica resistência do povo iraquiano se mostrou presente. A missão de conquistar o petróleo iraquiano e garantir seu controle por meio da produção e da exportação não vingou pois, coletivamente, os iraquianos sabiam que a invasão nada tinha de “liberdade” e “democracia”.

A resistência consiste em muito mais do que insurgência militar, que é falsamente sumarizada como “terroristas da Al-Qaeda” pela mídia ocidental. Não é exagero admitir que, em todos os níveis da sociedade, e com muito sacrifício, o povo iraquiano frustrou os planos imperialistas dos invasores. Na primeira manhã após a invasão ao país, na importante cidade de Al-Fallujah, e introduzindo um processo que rapidamente se expandiu por todo o Iraque, líderes locais formaram um novo governo baseado em estruturas tribais. Ao invés de esperarem pela “liberdade” e “democracia” que “estavam a caminho”, esses subgovernos evitaram revoltas civis ao formar suas próprias milícias para policiar suas comunidades. Ninguém contava com apoio dos estadunidenses. São essas dezenas de grupos locais, formados após a invasão ao país, que hoje são classificados pelos militares estadunidenses e pela mídia ocidental como “Al-Qaeda”, em uma completa e proposital ignorância da realidade da guerra.

Em outra arena, a do petróleo, o histórico fator predominante no envolvimento dos Estados Unidos no Iraque, a situação não foi diferente. A missão imediata com a invasão em 2003 era a captura de terminais e campos petrolíferos, dobrar em pouco tempo os níveis de produção do pré-guerra e transferir o controle da produção e exportação para empresas estrangeiras. Nesse campo, as milícias e os civis iraquianos agiram em completa harmonia contra os interesses dos invasores. Dos mais conceituados engenheiros aos mais simples trabalhadores das refinarias iraquianas, a produção de petróleo foi completamente nulificada após a invasão. Engenheiros boicotaram o trabalho, trabalhadores sabotaram as refinarias e as milícias incendiaram campos de petróleo e oleodutos. Com isso, planos imperialistas como a imediata da transferência do porto de petróleo de Al-Basra para a estadunidense KBR, subsidiária da aliada da família Bush, a Halliburton, foram abortados.

A guerra pelo petróleo continua, mas mesmo 5 anos após a invasão, o povo iraquiano resiste. Neste início de junho, em uma total omissão da mídia ocidental, líderes sunitas e xiitas rejeitaram um novo “acordo de segurança” proposto pelos Estados Unidos ao governo-fantoche iraquiano, que garantiria o controle do petróleo, o estabelecimento de 13 bases permanentes nos quatro cantos do país e imunidade a cidadãos estadunidenses das leis iraquianas. O mandato da ONU de permanência estadunidense no Iraque termina em 31 de dezembro de 2008, e esse acordo poderia dar margens à expansão da permanência militar no país. Em mais um ato de resistência, figuras importantes do governo recusaram o pacto, e forçaram os Estados Unidos a iniciar uma procura por novas vias de burlar as leis da ONU.

Uma recente pesquisa conduzida pela World Public Opinion avalia que 78% dos iraquianos são contra a presença das forças estrangeiras no país, e “acreditam que a presença dos mesmos contribui com a violência, ao provocar mais conflito do que prevenir”. Mais do que isso, 53% dos iraquianos acreditam que “a segurança irá melhorar em poucas semanas após a retirada”. Os iraquianos pagaram um preço terrível pela resistência. A invasão e as mudanças sociais e econômicas que lhe acompanharam destruíram o Iraque, deixando a sociedade arruinada. Conscientemente, eles se sacrificaram para conter o avanço dos Estados Unidos pelo Oriente Médio, rico em petróleo e no coração das terras árabes.
A resistência vive!

FONTE:

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Por Humam al-HamzahO que é a Resistência Iraquiana

Jornal Oriente Médio Vivo



PARTIDO BA'ATH: "ESTAMOS PREPARADOS PARA A RETIRADA"


A presença do Partido Ba’ath, de Saddam Hussein, ressurgiu no Iraque após a mais recente entrevista de Izzat Ibrahim Ad-Douri, que lidera a lista de procurados dos Estados Unidos no Iraque com uma recompensa de 10 milhões de dólares por informações que levem à sua captura. O retorno de Ad-Douri e o fortalecimento do Ba’ath no Iraque sob ocupação representam a mais nova ameaça para os Estados Unidos.

Izzat Ibrahim Ad-Douri foi entrevistado pelo egípcio Abdel-Azim Manaf, editor-chefe do jornal Al-Mawqif Al-Arabi, no dia 26 de maio de 2008. A entrevista foi comprada também pela agência internacional Associated Press (AP). Segundo a agência, o “diálogo aconteceu nos campos de batalha, com o comandante em seu esconderijo, ao lado de seus soldados, imerso em sons de tiros e explosões do lado de fora”. O ex-comandante do exército iraquiano, e homem mais próximo de Saddam Hussein sob o governo do Ba’ath, deu a entrevista como “Comandante Supremo da Frente de Libertação e Jihad e Secretário-Geral do Partido Ba’ath no Iraque”. Até então, os militares estadunidenses acreditavam que “Ad-Douri teria uma importante participação em financiar a resistência, mas pouco se sabia sobre seu envolvimento direto com as tropas em solo iraquiano”, segundo o general Petraeus, líder da ocupação no país e herói da mídia ocidental. Agora está claro que o Ba’ath está, de fato, em solo iraquiano, e que Ad-Douri nunca deixou de comandar as forças leais a Saddam Hussein na resistência à ocupação.

O comandante iraquiano identificou três fases da resistência: a primeira, durante os primeiros dias da invasão, quando o exército iraquiano foi “aconselhado a esconder suas armas e esperar”; a segunda, em “iniciar combate contra os invasores estrangeiros em pontos importantes no Iraque”; e a terceira e atual fase, que se resume em “prolongar a resistência e acumular influência em áreas sem presença da ocupação à espera da retirada” dos estadunidenses. Ad-Douri apresentou estatísticas importantes, até então desconhecidas, sobre o número aproximado de “mártires” que tem lutado pela Resistência Iraquiana desde a invasão, em 2003: “Até então, o número de mártires do Ba’ath chega a 120 mil”, afirmou. De fato, após a invasão, milhares de civis se uniram ao já presente exército do Ba’ath, para aguardar ordens de resistência, e o número de homens do então exército de Saddam Hussein mais que triplicou.

Ad-Douri vê a guerra no Iraque como “um episódio histórico e decisivo”, em que “o futuro do Ba’ath é disputado, assim como o futuro da livre nação iraquiana”. “Enfrentar a ocupação é uma responsabilidade coletiva do Ba’ath e do povo iraquiano, uma vez que todos nós fomos vítimas da invasão”. Sobre a realidade da guerra, o comandante iraquiano deixou claro que “derrotamos a aliança do mal, que está deixando o Iraque pouco a pouco”, e “estamos prontos para negociar a retirada dos ocupantes”. “Amigos e inimigos conhecem a nossa estratégia. O Ba’ath não negociará com ninguém que não reconhecer essa estratégia; nem com os Estados Unidos, nem com seus intermediários [do governo-fantoche]. Se o inimigo reconhecer isso, sentaremos com eles imediatamente, negociaremos, e facilitaremos a sua retirada do nosso país com o máximo de proteção”, explicou Ad-Douri. A “estratégia” ao qual o comandante refere-se é o reconhecimento do Partido Ba’ath como representante da Resistência Iraquiana e, portanto, um partido com poder presente na política iraquiana pós-ocupação. Até o momento, as forças de ocupação consideram todos os membros do Ba’ath como “criminosos fugitivos”, e evitaram reconhecer que o partido de Saddam Hussein sempre esteve por trás da incansável resistência armada no Iraque.

Izzat Ibrahim ad-Douri não escondeu que o Ba’ath pretende subir ao poder novamente no Iraque após a retirada dos invasores estrangeiros. “O partido está a mais de meio século no Iraque; faz parte da nação iraquiana. A organização é hoje muito mais forte do que antes da invasão. Eu não vou elaborar isso agora, mas tudo vai ficar claro quando a hora certa chegar. Estamos em todas as cidades, vilas, campos, montanhas e desertos do Iraque. Fora do país, também estamos acompanhando os refugiados iraquianos que foram forçados a abandonar o Iraque”, explicou Ad-Douri, enfatizando que, por trás do banho de sangue por todo o país, o Ba’ath nunca deixou de governar, no literal sentido da palavra.

O futuro não muito distante do Iraque parece estar claramente planejado pelo Partido Ba’ath. “Não haverá trégua com os ocupantes internos [do governo-fantoche]. Desde o primeiro dia da invasão, o Ba’ath convocou a união das forças de resistência como uma necessidade histórica. Isso foi concretizado, após muito trabalho, em setembro de 2007, com a formação da Frente de Libertação e Jihad, que consiste de 33 grupos armados de resistência. Considerando isso, o Iraque não será um estado com único partido, e estrangeiros e traidores não farão parte do governo”, esclareceu o comandante. É vital lembrar que a personalidade de liderança de Izzat Ibrahim ad-Douri aparece com mais freqüência a cada vez que os planos de retirada dos Estados Unidos se intensificam. Quem sabe, o futuro do Iraque esteja muito mais vivo e concreto do que muitos imaginam.

FONTE:

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“A Resistência Nacional Iraquiana tem um papel enorme nisto tudo, porque conseguiu pôr um travão no projeto de colonização global americano".

“A Resistência representa todo o Povo Iraquiano. Não está a lutar contra os americanos por serem americanos. Está a lutar contra os americanos por estarem a colonizar o nosso país. Abrange todas as classes e todas as componentes da sociedade. Há árabes, há curdos, há turcomanos; há muçulmanos, há cristãos. Tem o apoio de 90% do Povo Iraquiano".

Estes dados foram anunciados pela CNN e pela USA Today.

Perguntaram aos iraquianos – muçulmanos, xiitas, sunitas, curdos, árabes – e chegaram à conclusão de que os que recusam a colonização americana representam 89% do povo iraquiano.

“A resistência começou com facções divididas - como primeira reacção à colonização do exército americano – que já se começaram a unir para formarem duas frentes de luta.

“A Frente Nacional Islâmica do Iraque, com 36 secções militares e representação dos partidos que estão contra a presença americana, representa a maioria da resistência.

Fazem parte dela a maioria dos moderados iraquianos, mesmo os sunitas cristãos.

A segunda frente, menos de 10% da resistência, é composta por facções islamistas, com tendência para serem fundamentalistas.

O que une a Frente Nacional (que represento) e a Frente Islamista é o objectivo comum: libertar o nosso país.”

A Resistência continua


Resistência Iraquiana

“O povo iraquiano vai continuar a luta, sejam quais forem os sacrifícios e as perdas. Até à saída do último soldado americano. Este é o único caminho para nos salvarmos.

“Os americanos estão a retirar os soldados das ruas, porque têm medo da resistência, mas passaram a utilizar aviões para se deslocarem dentro do território iraquiano. Ainda ontem houve um ataque a uma cidade e foram presos muitos cidadãos, com a explicação de que estavam ali responsáveis da resistência, informações que têm através de pessoas que trabalham para as forças armadas americanas".

“Se a nova administração americana respeita a legislação internacional, se está mesmo interessada em respeitar os valores humanos e as exigências dos conflitos internacionais – tal como o senhor Obama disse na rádio, que ‘vai difundir os verdadeiros valores americanos’ –, então será uma prova de coragem assumir a responsabilidade desta guerra que o senhor Bush iniciou. E que respeite realmente os direitos do povo iraquiano. E que o Iraque e o seu povo sejam indenizados pelos danos que sofreram. E que se afastem completamente do povo iraquiano. E que tenham negociações com a resistência nacional iraquiana. Para que possamos instalar um novo regime iraquiano democrático. Para que possamos evitar a presença iraniana e o terrorismo no nosso território.

“A resistência nacional, quando estiver no poder, vai lutar contra o extremismo iraniano e o terrorismo, para que o Iraque possa ter a sua serenidade. E toda a zona também. Para que possamos garantir todos os interesses dos países nesta região com um valor enorme para todos. Se acontecer o contrário, os conflitos vão continuar nesta zona. E toda a gente vai perder os interesses que tem naquela zona.”

O aliciamento de chefes de tribo para o lado dos EUA

Para tentarem suprir as enormes dificuldades que os impedem de controlar grandes regiões do país, os ocupantes lançaram em 2007 uma campanha de aliciamento de chefes tribais para, a troco de dinheiro, se encarregarem de organizar o enfrentamento e o policiamento locais contra a resistência. É o chamado Movimento Despertar. Baseia-se numa estrutura tradicional das tribos, com costumes e chefes próprios, que o regime do Baas conseguira secundarizar num primeiro tempo, com a laicização do Estado e a democratização dos serviços e dos sistemas de educação, transportes e saúde pública. Todavia, durante os 12 anos de embargo imposto ao país, entre 1991 e 2003, o próprio Saddam recuperou essa estrutura do tecido social como forma de compensar o deperecimento do Estado central.

Questionado sobre o Movimento Despertar, Abu Mohamad disse que “os americanos não estão a conseguir resolver os problemas de maneira militar. Já não conseguem deter a resistência. Sendo assim, têm de procurar outras soluções. Pagam milhares de dólares aos chefes de tribos iraquianas para conseguirem apoio. Distribuem armas e fazem alianças, a que chamam “Sahwat” [Despertar], com o objectivo de dividir o povo e fomentar a guerra civil. Incentivam estes chefes para que sejam eles a perseguir a resistência nacional iraquiana. E usam o termo de sempre: “terroristas”.

Antes da colonização não se falava de terrorismo, não tínhamos nada a ver com as redes terroristas. O terrorismo veio com a colonização, com as tropas americanas.

A resistência nacional não tem nada a ver com o terrorismo.

Está contra o terrorismo e luta com todos meios contra o terrorismo e os terroristas.

Foram os americanos que implantaram o terrorismo no Iraque para tentarem destruir os primeiros movimentos da resistência.

Agora lançaram este movimento que se chama Sahwat, comprando os acordos com milhares de dólares, dizendo aos iraquianos que devem lutar contra o terrorismo.

Infelizmente algumas tribos iraquianas integraram-se nesta união porque nas suas regiões não há trabalho, não há nada para fazer. Como já foi dito, mais de 60% dos iraquianos estão desempregados.

“Nós já sabíamos que os americanos estavam a jogar esta carta para dividir o povo iraquiano. A maioria dos que fizeram parte desta organização Sahwat, já deixou de trabalhar a favor das forças americanas. O resto são pessoas que são mesmo compradas pelo dinheiro americano.”


Iraq Resistance Dedication

http://bbaronti.blogspot.com/2008_02_01_archive.html
O POVO IRAQUIANO RESISTE CONTRA OS INVASORES

Nós não somos terroristas

Preconceito Genocida Contra os Povos Muçulmanos

Quando ligamos nossa TV e vemos que os terroristas xiitas estão se explodindo ou que causaram mais alguma confusão lá no Oriente Médio (eles nunca explicam, aliás, a causa, ou quando explicam, fazem de forma muito superficial) matando várias pessoas inocentes, somos levados a pensar que eles são uns monstros sem sentimentos. Quando sabemos então que suas pobres mulheres são obrigadas a cobrir a cabeça naquele calor, pior ainda! Basicamente, tudo que passa na TV sobre aquele povo é para falar mal. E assim temos uma maioria, inclusive nos meios intelectuais, entre aqueles que teoricamente deveriam ser mais esclarecidos, a idéia de que todo aquele povo mal: bando de terroristas malditos querendo exterminar os infiéis em nome de seu fundamentalismo genocida! Os terroristas são fanáticos! Ou usurpadores! E o povo ainda os apóia! Não é isso?
Isso é pra quem acredita na revista Veja ou na rede Globo.

Os países mais ricos, EUA, Israel, etc; querem fazer com o Iraque, Irã e países visinhos o que fazem com os demais países pobres (África e Américas): manipular seu governo afim de ganhar privilégios econômicos, impor suas condições de mercado, introduzir suas empresas, estabelecer relações econômicas das quais sairão ganhando (e o país pobre perdendo), introduzir-los no mercado globalizado, etc. Quem tem um mínimo de consciência política sabe que isto não é bom para o povo do país quando suas riquezas são exploradas por outros, transformando o povo em mão de obra barata ou reduzindo as chances de deixar de sê-lo, além do governo passar a ser manipulado e usurpado através de dívidas e uma infernal dependência financeira.

Estes países ricos, EUA, Israel, etc; chamam esta tentativa de impor suas condições de mercado de ajuda humanitária. Obama mostra toda a sua generosidade quando promete ajudar os países pobres a se desenvolver. Mas os fanáticos cabeçudos xiitas rejeitam a ajuda humanitária porque são malditos inimigos da humanidade! Então é hora de agir! Se eles não querem por bem, terão por mal! É hora de fazer o que os Europeus fizeram aos selvagens índios da América Latina: trouxe bons hábitos e civilidade!

E assim eles nos salvam, diariamente, do terrorismo! E quem nos dá esta notícia? Eles mesmos! Nosso jornal reproduz as informações de jornais deles, como o New York Times. Então, pelo bem da humanidade, estes países descarregam seus exércitos, tanques, aviões de combate e bombas nestas cidades, matando milhares de civis inocentes. E o que justifica isto?

“Eles são maus!” O preconceito que temos contra eles.

Tudo bem. Lá, assim como aqui, grupos criminosos fazem coisas terríveis. Os governos de lá, assim como os daqui, cometem crimes terríveis contra o povo. A opressão da mulher pelo homem lá é terrível também. Lá tem um monte de coisas ruins e como é que isto pode justificar os países ricos invadirem para implantar sua própria opressão? Acha mesmo que eles estão lá para combater o terrorismo?

E normalmente atribui-se o “terrorismo” à religião. Existem excessos, perseguições, intolerância religiosa? Existe. Acontece que isto NÃO É tão generalizado quando a TV faz acharmos que é. Quando eles atacam povos estrangeiros, não o fazem para eliminar infiéis, como mostram os filmes, mas por razões políticas, e eles têm plena consciência disso. Mesmo que sejam movidos pela fé, suas razões são POLÌTICAS e são LEGÍTIMA DEFESA.

Se um dia quisermos que estes povos sejam pacíficos, primeiro eles precisam parar de ser molestados. Haveria paz, se aceitassem a escravidão. Esta paz é inaceitável! Portanto, se somos contra os crimes cometidos à humanidade, devemos ser contra o preconceito e o sionismo de Israel!

Contra a invasão e o massacre aos povos muçulmanos!

Postado por Juventude Rebelde 
 http://juventuderebeldiaesperanca.blogspot.com/

A Resistência Iraquiana não se deixa iludir pelas promessas de Obama
E continuará a lutar até à saída do último soldado estadunidense e
 à justa indenização do Povo Iraquiano
 pelos danos e os crimes dos EUA.

"Hay una especie de vergüenza en ser feliz a la vista de ciertas miserias." - por  Jean de la Bruyere