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Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

OTAN USA URANIO EMPOBRECIDO NA INVASÃO À LÍBIA. VOCÊS ESTÃO SABENDO DISSO?

Libia - OTAN usa urânio empobrecido

Urânio empobrecido é uma arma letal e cujos resíduos ficam no solo, no ar e na água, envenenando TUDO na região aonde é usada. Seus efeitos são devastadores, inclusive genéticos.

Crimes imperialistas na Líbia .

NATO ou OTAN bombardeia com urânio empobrecido.

A NATO lançou cerca de 3200 ataques com bombas de urânio empobrecido contra a população civil na Líbia, denunciou, este sábado, 28, o enviado especial do canal Telesur, Rolando Segura..

No total, o número de raides aéreos lançados pela Aliança Atlântica contra a Líbia ultrapassam já os 8400. Em quase 40 por cento destes foram usadas munições com urânio empobrecido, revelou o jornalista da cadeia de televisão sul-americana através da sua conta no Twitter.

No Iraque, por exemplo, os agressores imperialistas usaram abundantemente projecteis contendo detritos resultantes do enriquecimento daquele minério. Não é por isso estranho que o estejam a fazer também na Líbia, ainda para mais que o urânio empobrecido é muito valorizado pelos militares, já que é quase duas vezes mais denso do que o chumbo, o que aumenta a sua capacidade de perfuração..

A confirmar-se a informação veiculada por Rolando Segura, às consequências directas dos bombardeamentos imperialistas na Líbia acresce o facto de o urânio empobrecido ser uma substância radioactiva que provoca graves lesões no aparelho renal e digestivo, cancro nos pulmões e ossos, transtornos neuro-degenerativos ou más formações congénitas nos seres humanos..

A explosão de uma munição com urânio empobrecido atinge os dez mil graus centígrados e liberta poeiras altamente tóxicas e contaminantes capazes de viajar milhares de quilómetros. A dissipação dessas partículas pode durar milhões de anos, por isso os seus efeitos no meio ambiente e nos habitantes das zonas atingidas perpetuam-se por várias gerações.


Detalhes Adicionais

TEXTO INTEGRAL EM:

http://www.avante.pt/pt/1957/internacion
.

MAIS SOBRE URÂNIO EMPOBRECIDO EM:

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cm


Mapa dos Parceiros da OTAN


██ (azul) Estados membros da OTAN


██ (verde) Países da Parceria para a Paz

██ (marrom) Países do Diálogo Mediterrâneo

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (em inglês: North Atlantic Treaty Organization e em francês: Organisation du Traité de l'Atlantique Nord - OTAN ou NATO[2]), por vezes chamada Aliança Atlântica, é uma aliança militar intergovernamental baseada no Tratado do Atlântico Norte que foi assinado em 4 de abril de 1949. O quartel-general da OTAN está localizado em Bruxelas, na Bélgica,[3] e a organização constitui um sistema de defesa coletiva na qual os seus Estados-membros concordam com a defesa mútua em resposta a um ataque por qualquer entidade externa.
 

O Tratado do Atlântico Norte foi assinado em Washington, D.C. em 4 de abril de 1949 e ratificado pelos Estados Unidos em agosto

http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_do_Tratado_do_Atl%C3%A2ntico_Norte

sábado, 18 de junho de 2011

VOCÊ CONHECE ALGUMAS PALAVRAS QUE A MÍDIA USA PARA MANIPULAR LEITORES, OUVINTES E TELESPECTADORES?

Cuidado! Não se deixe manipular



Algumas palavras-chave que a mídia continua utilizando para manipular seus leitores, ouvintes e telespectadores.



Incursão, ao invés de invasão de um país.



Tutela, ao invés de ocupação.



Terrorista, o revolucionário que luta contra o jugo colonialista.



Efeitos colaterais, a morte de civis.



Seqüestro, a captura de soldado em território inimigo.



Incidente, o massacre de centenas de civis.



Assentamento, a usurpação de terras por invasores do país.



Conflito, a invasão e ocupação de um país por tropas estrangeiras.



Fique atento porque outros verbetes estão sendo preparados.


Detalhes Adicionais

Fonte: Blog do Bourdoukan
Leiam mais artigos do jornalista Georges Bourdoukan AQUI: http://blogdobourdoukan.blogspot.com/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

QUANTO MAIOR FOR A MENTIRA, MAIS PESSOAS ACREDITARÃO NELA?

"A história oficial é meramente um véu para esconder a verdade do que realmente aconteceu. Quando o véu é levantado, repetidamente nós vemos que não apenas a versão oficial não é verdadeira, freqüentemente ela é 100% errada".

“Quanto maior for a mentira, mais pessoas acreditarão nela.” - Hitler


HITLER ERA UM ROTHSCHILD!!


http://www.umanovaera.com/david_icke/Hitler_Era_um_Rothschild.htm



Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:

by Fedra

"Olha,
Quanto melhor for o mentiroso mais se acreditarão nele. Um mentiroso precisa ter boa memória e carisma, e será acreditado por todos.
Quer um exemplo nacional: O Dr. Paulo Maluf.
Quantos sabem da sua corrupção em SP e ainda é adorado por muitos.
abraços e amor"

by  Misty FG

"Quanto maior e mais sensacionalista for a mentira, mais pessoas acreditarão nela e com certeza vão aumentar a gravidade do fato. Acho certo o velho ditado:"quem conta um conto, aumenta um ponto" E as pessoas adoram notícias, sejam elas verdadeiras ou mentirosas, que contem um escândalo financeiro, um assassinato, enfim coisas chocantes."

by Victor Eremita

"Nem sempre 100%. Pode ser que, mesmo infrequentemente, seja 90%, 80, 70, 50, 20, 10%... E, muitas vezes, a mentira pode ser 0%. Quem vai saber? Depende de cada caso. E quem sabe a porcentagem exata de verdade ou de balela de cada questão? Talvez só Deus, se é que existe. Mesmo nos julgamentos criminais, com juiz, promotor, advogado de defesa, testemunhas, júri, amiúde não vence a verdade e muito menos quem tem razão... Boa quinta."

by Walmir

"Flor,

Particularmente eu não acredito em "tamanho" de mentira ou mesmo de "verdade".
Sou objetivo e direto; ou é mentira ou é verdade. Puramente isto.
Entretanto, sem me alongar na resposta, que considero por demais discutível, o grande problema em mentir é manter essa mentira. E isso, acredite, acarreta a continuidade da mesma mentira, pois sempre terá que ser "inventada" outra para encobrir a anterior... e por aí vai...
É uma "bola de neve" que, via de regra, sempre é descoberta e, muitas vezes com algumas consequências desagradáveis para o seu autor.
Acreditamos em palavras, em contos, em justificativas, independentes de tamanho ou intensidade. O cuidado (se necessário) é a firmeza com que divulgamos tais fatos, pois o (digamos) bom mentiroso engana a si próprio, tamanha sua convicção naquilo que diz.
Portanto, não concordo que o tamanho de uma mentira faça com que mais ou menos pessoas acreditem e, sim, com a intensidade que tal notícia (mentirosa) é contada e divulgada.
É a minha sincera e humilde opinião e, confesso não ter lido o "link" sugerido.
Beijos no coração."

by Jorge B

"Não é necessário o seu tamanho, basta que que se coloque na mídia que o restante sai copiando uma das outras e ela se alasta como um ratílho de pólvora.
É o mesmo que jogar farinha no ventilador. Até limpar tudo, demoooooraaaaaa.
Por isso eu vivo em contínua busca da VERDADE !
Nunca, jamais creio em uma primeira notícia. Primeiro busco várias fontes de informações, fotos, vídeos, mas fontes confiáveis. Agora com esse negócio de fotoshop.......(?) não sei mais em quem poderei confiar."

by Felipe-Sorria, isso basta

"O nome apropriado para isso é "Sofisma", a mentira é dita com tanto vigor e persistência que acaba se tornando propriamente dita verdadeira.
Espero ter sanado suas dúvidas."

by vinicius - DF

"A perfeição da mentira está nos detalhes e não só no exagero."

by Katashi

"Uma mentira repetida mil vezes torna-se uma ''verdade''."


by COOOOOL

"Mas, mentir para o bem não é pecado!"


by Aquele Sozinho

"Só sei que nada sei."



Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=ArCVvdNlhEAZT538MyDMO8HJ6gt.;_ylv=3?qid=20110608174611AAKhkvD

terça-feira, 14 de junho de 2011

"A VOZ DO POVO LÍBIO É MAIS ALTA QUE VOSSAS EXPLOSÕES". GOSTARAM DAS PALAVRAS DE GADAFFI AOS EUA/OTAN?

Muamar Kadafi a EUA/Otan: “A voz do povo líbio é mais alta que vossas explosões”



http://amarchaverde.blogspot.com/

Com Trípoli sob o mais intenso bombardeio da Otan desde que a agressão dos cruzados colonialistas começou, o líder Muamar Kadafi falou ao povo líbio pela televisão, para afirmar que a nação vive “horas de glória das quais as futuras gerações terão orgulho”.

“Nós derrotaremos o inimigo, não importa qual seja nosso destino”.

Os líbios “não vão se ajoelhar nem se render”, ele ressaltou, acrescentando que “damos boas-vindas à morte, não temos medo, o martírio é um milhão de vezes melhor”.

“Temos apenas uma escolha: ficar na nossa terra, vivos ou mortos”, reiterou Kadafi.

Dirigindo-se aos agressores, ele destacou: “somos mais fortes do que seus mísseis, mais fortes do que seus aviões, e a voz do povo líbio é mais alta do que suas explosões”.

Assim como dissera, em discurso anterior, estar “em um lugar” que vocês “não podem alcançar, os corações do povo líbio”, Kadafi ironizou a sofreguidão com que EUA/Otan tentam assassiná-lo.

“Vocês estão pondo fogo ao mar, pondo fogo ao deserto, vocês estão caçando uma miragem”.

“O que vocês querem? O que vocês querem? Fomos nós que cruzamos o mar e atacamos vocês?”, questionou aos Obamas, Sarkozys, Camerons, Rockefellers, Morgans e satélites.

“Por que esse incessante bombardeio? Vocês querem nos forçar à submissão? Vocês não podem; nós nunca nos submeteremos”.

Kadafi disse, ainda, que as forças revolucionárias estavam prontas para enviar de 250 mil a 500 mil líbios armados para “limpar o país das gangs”.



Otan lança 157 ataques contra Trípoli por 14 horas seguidas

Bombardeio da OTAN à Líbia
http://amarchaverde.blogspot.com/

A ex-deputada americana Cynthia McKinney, que estava na capital líbia, contou 29 bombardeios entre 11 da manhã e 13 horas.

Os criminosos de guerra mataram mais 31 pessoas e feriram outras dezenas.

Na maior onda de ataques desde o início da agressão à Líbia, a Otan bombardeou a capital Trípoli durante 14 horas seguidas, em 157 ataques, na terça-feira dia 7, assassinando 31 pessoas e ferindo dezenas.

Boa parte dos mísseis e bombas tinha, novamente, o líder líbio Muamar Kadafi como alvo, e sua residência de Bab Al Aziza e a tenda ao sul da capital, em que ele recebe convidados, foram atingidos e destroçados.

No dia 7, a agressão à Líbia completou 82 dias, o que faz com que a nova guerra de Obama já dure mais que a campanha de bombardeio da Iugoslávia em 1999.

 Em meio aos ataques, Kadafi falou a seu povo, em discurso de nove minutos através da televisão, convocou à resistência e afirmou que “o martírio é um milhão de vezes melhor que a rendição”. O povo líbio “vencerá seus inimigos”, “não nos ajoelharemos”.
Os ataques também coincidiram com a chegada a Trípoli de um enviado especial da ONU e da presença em Benghazi de um representante russo, que foi até lá para buscar apoiar a mediação que a União Africana tenta estabelecer.

 No mesmo dia, em Pequim o governo chinês recebia o chanceler líbio (ver matéria).

No dia seguinte, foi realizada em Bruxelas reunião de ministros da Otan, marcada pelo registro do impasse e, conforme o NYT, pelas apreensões com “o custo” e a “exaustão” dos pilotos – matar civis nesse ritmo, cansa.

Também chegou a Bruxelas a filha de Kadafi, Aisha, para apresentar a dois tribunais belgas – é o país sede da Otan – denúncia de crime de guerra e pedido de devolução do dinheiro líbio confiscado ilegalmente.

BAL AL AZIZIA

A ex-deputada norte-americana Cynthia McKinney, que estava em Trípoli, contou 29 ataques apenas entre 11 horas da manhã e 1h10 da tarde. A agência France Presse – que não esconde sua empatia pela agressão -, registrou que “enormes explosões fizeram tremer a área ao redor do complexo governamental de Bal Al Azizia – centro de Trípoli -, lançando colunas de fumaça cinza para o céu”. Uma foto da AFP, com uma coluna de fumaça saindo de uma região nitidamente residencial tinha como legenda “explosão atinge área próxima à residência de um homem de confiança de Muamar Kadafi, em Trípoli”. Se não é a descrição de um crime de guerra em execução, o que será?

O bairro de Al Karama, no centro, foi novamente atingido, mostrou a televisão líbia. Apenas nos destroços de um dos prédios destruídos na área de Bab Al Azizia havia 10 ou 15 vítimas soterradas. De hora em hora, nova onda de bombas e mísseis. Isso, até duas horas da madrugada de quarta-feira. Trípoli, cidade de 2,5 milhões de habitantes, que concentra um terço da população líbia, teve as ruas esvaziadas, lojas e indústrias fechadas.

RESILIÊNCIA

O discurso de Kadafi teve o efeito de causar profunda impressão no jornalista do NYT que está em Trípoli, John Burns, e que não é, propriamente, um admirador do líder líbio. As palavras de Kadafi foram comparadas aos discursos de Winston Churchill diante da ameaça de invasão alemã em 1940. “O povo líbio está vivendo neste momento horas de glória das quais as futuras gerações terão orgulho”, ele reproduziu a fala do líder líbio. “Nossos filhos e nossos netos terão orgulho de nós e de nossa resiliência e coragem hoje. Nós derrotaremos o inimigo; nosso destino não importa”.

Ele continua a citar Kadafi: “Vocês estão pondo fogo ao mar, pondo fogo no deserto, vocês estão caçando uma miragem. O que vocês querem? O que vocês querem? Fomos nós que cruzamos o mar e atacamos vocês? Por que esse incessante bombardeio? Vocês querem nos forçar à submissão? Vocês não irão; nós nunca nos submeteremos”.

Burns ainda registrou que, em discurso anterior, após tentativa de execução por mísseis da Otan, Kadafi havia dito que “eu estou num lugar onde vocês não podem me alcançar: nos corações do povo líbio”. Na sede da Otan, o secretário do Pentágono, Robert Gates, pressionou – sem resultado – Alemanha, Holanda, Espanha, Turquia e Polônia para que passem a bombardear a Líbia. No Cairo, o chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA, almirante Michael Mullen, disse em entrevista que o que tem visto na guerra contra a Líbia “é o que eu chamaria de progresso muito lento”. Quando iniciaram o bombardeio, os EUA, França, Inglaterra e o comando da Otan achavam que a derrubada de Kadafi era “coisa de dias”.

Na quarta-feira dia 8, milhares de soldados líbios marcharam em direção a Misrata, por três frentes.

ANTONIO PIMENTA
Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:
 
by Jamal
 
"Os EUA e seus covardes aliados precisam tomar uma surra como tomaram dos Vietcongs....Um abraço amiga!"



by Dance just Dance

"Hittler também fazia discursos muito bons.


Fonte(s):


Jamal, os EUA nunca tomaram surra dos Vietkongs, só se cansaram de ter que caçar um bando de guerrilheiros que se escondiam no mato e ter que gastar bilhões para mato-los.

Baixas americanas: 58.209
Baixas militares norte-vietnamitas: +1.000.000

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110610230208AArMHFX&r=w

Brasil e África do Sul buscam na ONU paz para a Líbia

Dilma Rousseff e Jacob Zuma
O presidente sul-africano Jacob Zuma telefonou ontem para a presidenta Dilma Rousseff para falar sobre sua viagem à Líbia, onde se encontrou com o líder Muamar Kadafi.

Zuma falou sobre a preocupação do seu país com os sucessivos ataques militares da OTAN contra a população civil da Líbia, assassinando milhares de civis indefesos, destruindo a infra estrutura do país, em nome das Nações Unidas.

A presidenta Dilma manifestou ao presidente sul-africano sua preocupação com a situação do povo líbio ao afirmar que “os ataques da OTAN e as ações armadas das potências ocidentais causam impactos negativos sobre a população civil líbia”.

Ao final do telefonema, os presidentes Jacob Zuma e Dilma Rousseff condenaram as ações da OTAN e firmaram um pacto para trabalhar nas Nações Unidas em busca de uma solução pacífica para o conflito na Líbia.

Brasil e África do Sul são membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, e o Brasil foi um dos cinco países que se abstiveram na aprovação da resolução.

Na conversa telefônica a presidenta Dilma Rousseff e o seu colega sul-africano, Jacob Zuma, expressaram preocupação com ações na Líbia que estariam indo além da resolução da ONU, aprovada em março, disse o porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena.

A decisão da presidenta Dilma em assumir a luta pela paz na Líbia ao lado do presidente Jacob Zuma enche de alegria os corações dos brasileiros, que estão indignados e revoltados com os ataques criminosos e terroristas da OTAN contra a população civil da Líbia. Trata-se de um ataque à soberania de uma nação livre e independente, um desrespeito a todas as leis internacionais que tratam do direito dos povos e dos direitos humanos. O Brasil não poderia ficar fora da luta mundial contra os ataques criminosos das potências ocidentais para tentar dividir a Líbia e permitir a perpetuação na África, do roubo das riquezas naturais dos povos daquele continente.

http://amarchaverde.blogspot.com/
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110610230208AArMHFX&r=w

segunda-feira, 6 de junho de 2011

POR QUE A SÍRIA VIROU LUGAR PERIGOSO NA OPINIÃO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO NORTEAMERICANO, HEIN?

Será que os EUA vão querer invadir a Síria também para levar a tal "demo"-cracia?



Os lugares mais perigosos do planeta

Lista do departamento de Estado norte-americano mostra quais são os países mais violentos do mundo

Violência a qualquer momento na Síria

São Paulo – A Síria está entre os lugares mais perigosos do mundo para turistas, segundo a Agência Federal de Governo dos Estados Unidos.

 Desde março os cidadãos do país têm feito manifestações contrárias ao regime vigente. Muitas delas foram reprimidas com violência e centenas de pessoas morreram.

“As manifestações podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer instante”, diz o site da agência. Os protestos mais recentes ocorreram em praças, ruas principais, e outros locais de grande movimentação. Algumas cidades, como é o caso de Damasco, foram colocadas sob vigilância pesada. Há bloqueios nas estradas e impedimentos do governo local para circular pelo país.

Detalhes Adicionais


EUA listam lugares mais perigosos do planeta

Seus planos de viagem incluem uma passagem por lugares menos óbvios do que a França e a Itália? Então talvez seja bom dar uma olhada nesta lista, principalmente se a ideia é visitar países da África ou do Oriente Médio.

O departamento de Estado norte-americano mantém uma lista atualizada frequentemente, que mostra quais são os destinos mais perigosos do planeta. Os riscos são variados: sequestros, assaltos, atentados, protestos violentos e ataques suicidas. Dentre os piores destinos, estão países como a Síria, o Iraque e a Nigéria.

Em muitos países, é verdade, o risco é maior para os turistas norte-americanos. Depois da morte do terrorista saudita Osama bin Laden, o grupo Al Qaeda, do qual ele era líder, começou a se movimentar e promete vingança contra os Estados Unidos.

Mas a lista também serve para outros turistas, afinal, granadas, morteiros e minas terrestres não escolhem nacionalidade. Entre países africanos e do Oriente Médio, uma surpresa: o México entra na lista dos lugares mais perigosos. Segundo o departamento de Estado dos EUA, muitas cidades mexicanas, principalmente em região de fronteira, fazem parte da rota do narcotráfico. Isto aumenta as chances de episódios violentos envolvendo turistas.

Violência a qualquer momento na Síria

A Síria está entre os lugares mais perigosos do mundo para turistas, segundo a Agência Federal de Governo dos Estados Unidos. Desde março os cidadãos do país têm feito manifestações contrárias ao regime vigente. Muitas delas foram reprimidas com violência e centenas de pessoas morreram.

“As manifestações podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer instante”, diz o site da agência. Os protestos mais recentes ocorreram em praças, ruas principais, e outros locais de grande movimentação. Algumas cidades, como é o caso de Damasco, foram colocadas sob vigilância pesada. Há bloqueios nas estradas e impedimentos do governo local para circular pelo país.

Uzbequistão: morte de Osama intensificou terrorismo

Segundo o governo dos Estados Unidos, o maior perigo para quem circula no Uzbequistão é a iminência de um ataque terrorista. Grupos como Al Qaeda, Jihad Islâmica, e o Movimento Islâmico do Uzbequistão têm forte atuação em diversos pontos do território.

Com a morte do terrorista Osama bin Laden, conhecido por ser o líder da Al Qaeda, os rumores de vingança contra alvos norte-americanos aumentaram. Portanto, o país é perigoso especialmente para turistas dos Estados Unidos, qualquer que seja o motivo da viagem.

De acordo com as recomendações da agência de turismo do governo dos EUA, quem estiver no Uzbequistão deve evitar principalmente transitar por áreas de fronteira. Nestes locais é maior a chance de haver campos minados.

México: violência na rota do narcotráfico

Os maiores riscos nas cidades mexicanas podem ser encontrados também em quase todos os países latino-americanos. Violência urbana, principalmente ligada ao narcotráfico, é a principal razão apontada pela agência norte-americana para manter os turistas em estado de alerta.

A principal recomendação é que os visitantes deem preferência às maiores cidades mexicanas, ou àquelas que são tradicionais pontos turísticos. Eles devem evitar regiões de fronteira, ou cidades que são conhecidas por fazerem parte da rota do tráfico de drogas. Nas grandes cidades, o melhor é conhecer as atrações durante o dia e em grupo, se for possível.

Burkina Faso: protestos violentos e atos ilegais

Não deve haver muitos turistas que tenham incluído Burkina Faso em seu roteiro de férias. Mesmo assim, a agência de turismo dos EUA lista o país africano como um dos lugares mais perigosos do mundo.

Desde fevereiro deste ano, protestos violentos e atos ilegais tomaram conta de várias cidades do país. Segundo o governo norte-americano, um grupo de soldados rebeldes tem depredado carros e prédios. O controle da situação não foi totalmente retomado pelas autoridades de Burkina Faso.

Nigéria tem risco de sequestros e assaltos

O governo norte-americano recomenda aos turistas que evitem viagens – exceto as urgentes – à Nigéria. Os principais estados a serem evitados são os próximos ao delta do rio Níger, como Akwa Ibom, Bayelsa e Delta.

Os principais riscos são de sequestros, assaltos e ataques armados. Desde janeiro de 2009, 140 estrangeiros foram sequestrados no país. Destes, seis morreram. Geralmente estes crimes são praticados por gangues, mas o que preocupa mesmo é o fato de muitos ataques serem feitos por pessoas usando uniformes da polícia ou das forças armadas nigerianas.

Costa do Marfim ficou instável depois da prisão de Gbagbo

O departamento de Estado norte-americano continua recomendando aos turistas que evitem viajar à Costa do Marfim. A situação da segurança pública continua instável no país, principalmente em Abidijan. Diversos casos de infrações foram reportados nesta cidade, principalmente depois que o ex-presidente do país, Laurent Gbagbo foi preso.

Não há jeito seguro de entrar no Iraque

Não há jeito seguro de um turista entrar no Iraque, segundo o departamento de Estado norte-americano. O órgão desaconselha qualquer tentativa de civis, seja por transporte rodoviário, seja de avião. Os riscos envolvem desde ataques terroristas até sequestros.

Assim como no caso do Uzbequistão, há um risco adicional para cidadãos norte-americanos no Iraque. Segundo o governo dos Estados Unidos, os ataques podem acontecer inclusive na chamada “Zona Internacional”, ou “Zona Verde”. Os rebeldes iraquianos usam bombas, foguetes, fuzis e morteiros contra veículos, além de táticas como a dos ataques suicidas.

Líbano: violência a qualquer momento

O Líbano é considerado pelo departamento de Estado norte-americano como um país no qual atos violentos podem acontecer a qualquer momento. Há risco de sequestros e manifestações e, de acordo com o governo dos EUA, as autoridades libanesas não têm condições de reprimir estas situações.

Por causa da instabilidade, o acesso a portos, aeroportos e às principais rodovias pode ser bloqueado sem aviso prévio. Além disso, os norte-americanos ressaltam que grupos extremistas islâmicos atuam na região, e há risco de atentados.

Falsos militares organizam ataques na Argélia

 
Grupos terroristas na Argélia frequentemente se passam por militares do país, organizando falsos bloqueios em rodovias para atacar veículos. Segundo o departamento de Estado dos Estados Unidos, no país há risco de sequestros e emboscadas principalmente nas áreas rurais.

Mauritânia tem intensa atividade da Al Qaeda

Os Estados Unidos recomendam cautela aos visitantes que passam pela Mauritânia. Segundo o departamento de Estado, as atividades do grupo terrorista Al Qaeda, que era liderado por Osama bin Laden, se intensificaram no país africano. Portanto, em todo o país há risco de ataques de carros-bomba, sequestros e outros atentados, sobretudo contra cidadãos norte-americanos.

Fonte: Exame.com


terça-feira, 26 de abril de 2011

O aumento da violência na Síria e a possibilidade de os Estados Unidos decretarem novas sanções contra o país árabe motivou o governo norte-americano a pedir que os norte-americanos deixem o país. Até mesmo parte do corpo diplomático deve abandonar o território sírio, onde, segundo manifestantes, a repressão aos protestos contra o governo do presidente Bashar Al Assad já deixou centenas de mortos – informação não confirmada pelo governo. O Departamento de Estado norte-americano diz que as restrições impostas pelo governo sírio dificultam a avaliação sobre a real situação da segurança no país. Ainda assim, a chancelaria adverte contra a ida de cidadãos americanos à Síria alegando que eles podem estar em perigo, diante da tentativa de Damasco de atribuir a culpa da violência aos estrangeiros.

http://jornalismo24horas.blogspot.com/2011/04/eua-pedem-que-norte-americanos.html



Síria: Manifestações anti-imperialistas e contra as ingerências da CIA e dos sionistas para dividir o país, como estão a fazer em todo o Mundo árabe com o apoio das dictaduras fascistas do Golfo.Os sirios continuam a apoiar o seu presidente Bashar al-Assad. A NATO continua a apoiar o regime de Terror, que se vive na Arabia Saudita e no Bahraen . A NATO apenas quer controlar os paises árabes e as suas riquezas, essa corja não quer saber da democracia para nada.

مسيرة الولاء الكبرى للوطن سورية

domingo, 5 de junho de 2011

VOCÊS VIRAM QUE "AS FORÇAS DE OCUPAÇÃO" ISRAELENSE ATIRARAM CONTRA MANIFESTANTES SÍRIOS E PALESTINOS?

O correspondente de "Sana" na região explicou que "as forças da ocupação" israelense dispararam contra centenas de manifestantes sírios e palestinos que tentavam dirigir-se aos territórios ocupados.

Os israelenses usaram gás lacrimogêneo e colocaram franco-atiradores perto do alambrado que separa os dois territórios para impedir os manifestantes de entrar nas Colinas do Golã.

Segundo a agência oficial de notícias síria "Sana", o chefe de um hospital no povoado de Quneitra, nas Colinas de Golã, disse que os hospitalizados foram vítimas de DISPAROS DIRETOS e que alguns feridos estão em ESTADO GRAVE.

É a primeira vez que o regime de Bashar al-Assad permite manifestações na fronteira com Israel para comemorar o dia de Naksa (derrota em árabe), como é conhecida a guerra de 1967, na qual Israel ocupou parte das Colinas de Golã, Gaza, Cisjordânia, Jerusalém Oriental e o Sinai egípcio.

A agência denunciou que os soldados israelenses dispararam contra ambulâncias e equipes de bombeiros que tentavam chegar à região.


JUDEUS PELA PALESTINA E CONTRA O ESTADO $IONISTA DE I$RAEL. E VOCÊ?

Liliana Cordova, segunda da direita para a esquerda, em protesto em Buenos Aires
http://www.anovademocracia.com.br/no-77/3420?task=view
Ante a opressão e o terrorismo crescente de Israel contra seus vizinhos árabes e principalmente o Povo Palestino, cada vez mais, pessoas de todo o mundo se organizam para mostrar seu repúdio e tomar algum tipo de atitude para deter esta barbárie. Como não poderia ser diferente, uma parcela crescente de judeus está aderindo a esta causa…

A franco-argentina Liliana Cordova Kaczerginski concedeu entrevista à reportagem de AND em Buenos Aires para falar sobre esta organização que ajudou a fundar: a IJAN



JUDEUS ANTI SIONISTAS EM ACAO
 PAGINA DO SITE IJAN= INTERNACIONAL JEWISH ANTI SIONISM NETWORK


Israel


Declaração de apoio para a Conferência de Haifa

Para o retorno dos refugiados palestinos e para o Estado democrático e secular, na Palestina histórica

Sexta - feira, 28 de maio de 2010 Haifa

IJAN saúda os organizadores, participantes e pessoas da Segunda Conferência Haifa Para o retorno dos refugiados palestinos e para o Estado democrático e secular no histórico da Palestina, que se realizou com grande sucesso, 28-30 maio 2010. IJAN teve a honra de estar presente e fazer parte desse momento histórico e inspirador e compartilhar com os outros participantes no sentido da Conferência de relevância inovador. A segunda Conferência construído sobre o sucesso da primeira conferência, que teve lugar em 2008, e foi muito bem acolhida entre os ativistas políticos e sociais e militantes que resistem ao sionismo por dentro (na parte da Palestina, que foi ocupada desde 1948), árabes e judeus , bem como a uma maior palestina, árabe e internacional.

Abnaa elBalad, o iniciador do processo que conduziu à Primeira Conferência de Haifa, também convocou a comissão preparatória para a segunda. A conferência atraiu delegações de todo o mundo digno de nota foi a presença significativa de representantes do Brasil, Venezuela e Índia, bem como vários membros do partido alemão Die Linke. A conferência reuniu importantes vozes palestinos, incluindo Jamal Juma, Omar Barghouti, Haidar Eid (através de videoconferência), Mohammad Kana'ane, Ghada Karmi, e muitos outros, bem como as vozes do pequeno, mas importante contingente de judeus israelenses que rejeitam o sionismo e do colonialismo. A Conferência teve lugar no contexto da perseguição agravamento dos palestinos em Israel e no comportamento cada vez mais desequilibrada das forças de segurança de Israel. Ameer Makhoul, Diretor de Ittijah, tinha acabado de ser preso de fictícia "espionagem" encargos (ele ainda está na prisão), e dias após a conferência terminou a Marinha israelenses invadiram a Faixa de Gaza frota pacífica e assassinou nove turcos activistas dos direitos humanos.

Neste contexto, a Segunda Conferência Haifa representa um dos esforços mais importantes para superar os erros repetidos e becos sem saída dos planos de partição diferente para a Palestina, não apenas no plano das idéias e visões utópicas, mas através de preparar o terreno para uma real movimento político, que pode transformar a política da região.

(Leia mais ...)http://www.vivapalestina.com.br/?conteudo=mostrador&funcao=showtopic2&codnoticia=1220&cod=21
                           

Para muitos leitores do Brasil, vai ser uma surpresa saber que existem organizações judias que se opõem à política de Israel.


Detalhes Adicionais

Judeus fazem manifestação contra estado sionista de Israel



http://odnadraug-pt.blogspot.com/
                                     
Cartoon do artista palestino Nagi al-Ali, que foi assassinado em Londres em 1987 (alvejado em 22/7, morreu em 29/8), aos 50 anos, quando ia em direção aos escritórios do jornal kuwaitiano Al-Qabas.

Os criminosos sequer foram identificados.

Nagi era um dos mais proeminentes cartunistas do mundo árabe. Sarcásticos, ferinos e muito arrojados, os cartoons de al-Ali eram baseados na sua experiência como refugiado palestino desde a infância e, de forma clara, refletiam sua posição política, frequentemente crítica aos governos árabes.

A partir de hoje, estréia o link “Handala” (que é o nome do garotinho que está sempre presente nos cartoons), na categoria “فـلـسـطـيـن الـحـرة”.



"Quando os sionistas festejam o aniversário da fundação do Estado de Israel, a comunidade mundial dos judeus fiéis à Torá marca o aniversário como um dia de dor e tragédia".

Assim começa o manifesto da Organização mundial de judeus ortodoxos Neturei Karta, sobre a comemoração da instalação do Estado de Israel.

O Neturei Karta é composto por religiosos judeus. Além de anti-sionistas são fervorosos defensores do desmantelamento do Estado de Israel, que eles consideram criminoso contra os palestinos e contra o próprio judaísmo.

A última manifestação do grupo religioso aconteceu em Nova York no dia 20 de março, diante da embaixada do Irã, em reprovação a um ato realizado por sionistas contra o programa de energia nuclear iraniano. Na ocasião, os judeus queimaram bandeiras do estado de Israel.

Leia abaixo a íntegra do Manifesto:






JUDEUS CONTRA O SIONISMO

O sionismo reivindica falar por todos os judeus, porque deseja silenciar- nos .
O sionismo reivindica a Palestina como pátria, porque quer desarraigar-nos.

O sionismo reivindica ser a única defesa possível contra um novo holocausto, porque deseja dominar- nos.

As ações do estado israelita fizeram-nos realmente mais vulneráveis como judeus, como foi mostrado pelo aumento dos ataques anti- judaicos.

Numa impressionante reviravolta, os membros duma congregação de uma sinagoga fortemente anti-sionista de Stoke Newington afirmaram que os militantes sionistas serão provavelmente responsáveis por um aumento brusco de ameaças e ataques contra eles.

Enquanto judeus somos supostamente obrigados a suportar um estado permanente de guerra e a ter um “direito” risível a “retornar” a uma terra que muitos de nós nunca viram. Mas enquanto povo que descende dos que foram assassinados no genocídio nazi e nos incontáveis pogroms – e que têm sido assassinados há algumas décadas para cá por serem judeus e por terem cometido outros “crimes” também- rejeitamos o sionismo e o tudo que isso acarreta.

O sionismo é o resultado previsível do nacionalismo, do colonialismo e do estatismo, à escala mundial.

Os Palestinos querem, há mais de 60 anos, o FIM dos TERRORISTAS/TERRORISMO.

Antes de 1948, judeus e palestinos viviam em harmonia.

Respostas obtidas no site Yahoo Respostas:



by gerson k

"Flôr, brasileiro não sabe responder essas perguntas, agora com essa população evangelica.. eles acham que Israel é o povo escolhido por Deus blá blá blá, enchem o saco, não saem do yahoo..kkkk"

by Jorge B

"Palestinos terroristas, não me enganem que eu não gosto. Quem espalha mais terror no mundo ao longo dos tempos, creio que não foram os árabes que saíram invadindo países, assassinando, matando mulheres, crianças, velhos, destruindo hospitais, fábricas de alimentos e dizendo que eram de armas, bem como farmácias...............não vi nenhum país árabe, invadir os EEUU, alguém viu até hoje !!!!!

by Ricardo D

"Os israelenses ofereceram quase tudo que era possível. Bastaria os "palestinos" aceitarem o fim do terrorismo.
Como não querem parar, eles que se danem. Merecem o que acontece com eles."

http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AuMlXmpPnP48EtpajKFoLUvJ6gt.;_ylv=3?qid=20110602195623AAMuZhE
"O Sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial.

"Postado por Marilda Oliveira em 18 janeiro 2010 às 14:55


A Resolução 3379 da Assembléia Geral das Nações Unidas, adotada em 10 de Novembro de 1975 por uma votação de 72 votos contra 35 (com 32 abstenções) pela Assembléia Geral das Nações Unidas, considerou que o sionismo equivale a racismo.

A resolução foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 16 de Dezembro de 1991, e é frequentemente referenciada nos debates que decorrem das acusações ao sionismo de racismo.

A resolução de 1975 foi um de muitos incidentes que refletem a antiga condenação da ONU do sionismo, que muitos consideram irônico e hipócrita, considerando que foi o Plano de Partição de 1947 das Nações Unidas que estabeleceu o estado de Israel.

Após a Guerra dos Seis Dias, na qual os aliados da União Soviética tinham sido derrotados, a intensidade de propaganda soviética contra Israel aumentou (ver Sionologia). Por outro lado, o boicote do petróleo árabe que se seguiu à Guerra do Yom Kippur de 1973 aumentou os fundos disponíveis para os esforços anti-sionistas.

Em 12 de Setembro de 1972, o presidente do Uganda, Idi Amin enviou um telegrama ao secretário-geral das Nações Unidas no qual ele elogiou o Holocausto e propunha contruir uma estátua a Adolf Hitler no Uganda, uma vez que não tinha sido erigida qualquer estátua na Alemanha.

Em 1 de Outubro de 1975, as Nações Unidas ofereceram uma recepção de boas-vindas a Idi Amin, que presidia na altura à Organização da Unidade Africana.

Foi aplaudido de pé pelos presentes antes do seu discurso. Quando terminou o discurso foi também aplaudido e foi mesmo interrompido por aplausos durante o seu discurso. Nesse discurso, ele condenou a "conspiração Sionista-Americana" e exortou à expulsão de Israel das Nações Unidas e a "extinção" de Israel.

No dia seguinte, o secretário-geral das Nações Unidas e o presidente da Assembleia Geral ofereceram um jantar público em sua honra.

A resolução de 1975

A resolução afirmava na sua conclusão que:

"O Sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial."

A resolução "tomou nota" de várias afirmações prévias em encontros internacionais pela eliminação do Sionismo.

A Declaração do México sobre a Igualdade da Mulher e seu Contributo para o Desenvolvimento e Paz, afirmava que ...“a cooperação e paz internacionais requeriam [...] a eliminação do [...] Sionismo."

A Resolução 77 da Assembléia de Chefes de Estado e do Governo da Organização da Unidade Africana considerava que „o regime racista na Palestina ocupada e o regime racista no Zimbabwe e na África do Sul têm uma origem imperialista comum, formando um todo e tendo a mesma estrutura racista e sendo orgânicamente ligados na sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano“.

A Declaração Política e Estratégia para Fortalecer a Paz Internacional e Segurança e Intensificar a Solidariedade e Assistência Mútua entre Países Não Alinhados, na conferência de ministros dos negócios estrangeiros dos Países não alinhados, em Lima, Peru, condenou o Sionismo como racismo, imperialismo e uma ameaça para a paz e segurança mundiais.

O embaixador israelita imediatamente condenou a resolução das Nações Unidas: „Para nós, o povo Judeu, esta resolução baseada no ódio, falsidade e arrogância é destituída de qualquer valor moral ou legal“.


Registro das votações ( Mapa)


Mapa dos resultados da votação

Patrocinada por: (25 países) Afeganistão, Argélia, Bahrain, Cuba, Daomé, Egipto, Guiné, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Mauritânia, Marrocos, Iémen do Norte, Oman, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Iémen do Sul, Sudão, Síria, Tunísia e Emiratos Árabes Unidos.

Votaram sim: (72) Os 25 países patrocinantes e adicionalmente 47 nações: Albânia, Bangladesh, Brasil, Bulgária, Burundi, Cambodja, Camarões, Cabo Verde, Chade, República Popular da China, Congo, Chipre, Checoslováquia, Guiné Equatorial, Gâmbia, República Democrática Alemã, Granada, Guiné-Bissau, Guiana, Hungria, Índia, Indonésia, Irão, Laos, Madagáscar, Malásia, Maldivas, Mali, Malta, México, Mongólia, Moçambique, Níger, Nigéria, Paquistão, Polónia, Portugal, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Sri Lanka, Tanzânia, Turquia, Uganda e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Votaram não: (35) Austrália, Áustria, Bahamas, Barbados, Bélgica, Canadá, Costa Rica, Dinamarca, El Salvador, Estados Unidos da América, Fiji, Finlândia, França, Haiti, Honduras, Islândia, República da Irlanda, Israel, Itália, Costa do Marfim, Libéria, Luxemburgo, Malawi, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Países Baixos, Panamá, Reino Unido, República Centro-Africana, República Dominicana, República Federal Alemã, Suazilândia, Suécia e Uruguai.

Abstiveram-se: (32) Alto Volta, Argentina, Butão, Bolívia, Botswana, Birmânia, Chile, Colômbia, Equador, Etiópia, Filipinas, Gabão, Gana, Grécia, Guatemala, Jamaica, Japão, Quénia, Lesotho, Maurícia, Nepal, Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Serra Leoa, Singapura, Tailândia, Togo, Trinidad e Tobago, Venezuela, Zaire e Zâmbia.

United Nations General Assembly Resolution 3379 (November 10, 1975)

Israeli Ambassador Herzog's response to Zionism is racism resolution (November 10, 1975)

Obtido em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Resolu%C3%A7%C3%A3o_3379_da_Assembleia_Geral_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas

Categorias: Resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas
Diplomacia de Israel
História de Israel- Paz no mundo.

http://marildacdeoliveira.blogspot.com/
 
Pensamento do judeu sionista:


"A nossa raça é superior. Nós somos deuses divinos neste planeta. Nós somos diferentes das raças inferiores porque elas vieram dos insetos. De fato, comparados à nossa raça, outras raças são bestas e animais, gado, no máximo. Outras raças são consideradas excremento humano. Nosso destino é controlar as raças inferiores. Nosso reino terrestre [o planeta terra], será controlado por nosso líder com mão de ferro. As massas irão lamber nossos pés e nos servir como escravos".

(Postado por Tio Bin08:13}

http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blogs/o-sionismo-e-uma-forma-de